pt («Marca comunitária - Processo de oposição - Pedido de marca figurativa comunitária GELENKGOLD - Marca figurativa comunitária anterior que representa um tigre - Motivo relativo de recusa - Risco de confusão - Alteração do caráter distintivo da marca anterior - Semelhança dos sinais no plano fonético - Artigo 8.o, n.o 1, alínea b), do Regulamento (CE) n.o 207/2009»)
4 minutos Já comprou um desses livros que ensinam os nomes das letras? Veja neste vídeo como utilizá-lo da melhor maneira com seu filho. Hoje vou passar mais uma dica para você que quer promover em sua casa atividades voltadas para o desenvolvimento lingüístico de seus filhos e que farão com que eles tenham muita facilidade durante a alfabetização. Por falar em alfabetização, gostaria de fazer um convite: participe da próxima Jornada da Alfabetização em Casa, um evento com muito conteúdo para que você comece Continue lendo→

El aire pasa de los pulmones a los bronquios y después a la tráquea, en cuya parte superior se sitúa la laringe. En la laringe, se sitúan las cuerdas vocales, dos músculos flexibles que vibran con el paso del tiempo de la respiración. Si las cuerdas vocales se aproximan y vibran, se producen los sonidos sonoros. Por el contrario, si las cuerdas vocales no vibran y dejan pasar el aire libremente, se producen los sonidos sordos.
Os processos fonológicos, que são universais, podem ser examinados sob a ótica diacrônica, sincrônica ou sob ambas. Mikaela Roberto se detém na segunda, com vistas à aplicação aos estudos de aquisição da linguagem, à variação sociolinguística, às práticas de alfabetização e à clínica fonoaudiológica. É importante conhecer tais processos, que são naturais, para não confundi-los com desvios fonológicos. Sabemos da existência de uma tendência em curso nos primeiros anos do ensino fundamental: “patologizar” a criança que apresente algum problema de aprendizagem, particularmente no processo de alfabetização. Rotula-se a criança como disléxica, por exemplo, quando a causa está, muitas vezes, no despreparo do professor, na falha ou ausência de método e/ou na inadequação do material pedagógico. Sem priorizar o enfoque, a autora menciona a importância dos processos fonéticos e fonológicos nas mudanças das línguas (estudo diacrônico). No que se refere aos cursos de Letras, tais fenômenos vinham (e vêm) sendo estudados com o nome de metaplasmos, na disciplina de história (interna) da língua, sob o prisma filológico e como fatos isolados. O capítulo 6 é dedicado ao ensino da ortografia, ao qual os professores de português reservam grande espaço em suas aulas, sem obter os resultados desejados, uma vez que sua didática permanece centrada na memorização de regras e/ou de listas com exceções, sem um fundamento científico baseado nos princípios do sistema alfabético do PB. Mikaela Roberto demonstra que a ortografia pode ser ensinada de uma forma inteligente, valendo-se das generalizações e previsibilidades possíveis, ao se depreender a conversão dos fonemas em grafemas, independentemente do contexto fonológico, e a que pode ser prevista pela morfossintaxe (Scliar-Cabral, 2003). Ao final de cada capítulo, o estudante encontrará uma síntese dos conteúdos principais e atividades para autoavaliação. Ao final do livro, um glossário também auxilia o estudante a compreender o significado básico das palavras especializadas. Cumpre-se, assim, o objetivo da autora de produzir uma obra para iniciantes no estudo da fonética, da fonologia e da ortografia do PB.
Nesta unidade, revisaremos os principais conceitos dos estudos lingüísticos e estudaremos os principais órgãos dos sistemas respiratório, fonatório e articulatório do aparelho fonador, utilizados na produção da fala. Tomaremos como principal referência de leitura, discussão e estudo a obra Fonética e Fonologia do Português: roteiro de estudos e guia de exercícios, de Thaïs Cristófaro Silva (Contexto, 2005, p.11-47.
La fonética experimental estudia las propiedades acústicas y físicas de los sonidos del habla, reuniendo y cuantificando los datos sobre la emisión y la producción de las ondas sonoras que configuran el sonido articulado. Utiliza instrumentos como el espectrógrafo, el nasómetro, el glotógrafo, el palatógrafo, etc., que muestran bien sea las ondas sonoras del habla provenientes de la boca o de la nariz o de la laringe, ya descompuestas, o las distintas zonas del paladar donde la lengua ha tocado El conjunto de los datos analizados al medir los sonidos, depende únicamente de la precisión del instrumental, así como de otros conocimientos conexos. En los estudios experimentales, se parte del habla de varios informantes y se utilizan medios estadísticos para establecer las tendencias generales en la naturaleza de los sonidos.
PROF. ÊNIO: É uma questão bem interessante e muito atual. Nas línguas que são escritas temos a letra e o fonema, que são coisas diferentes. A letra é uma realidade visual, e o fonema é uma realidade acústica. Mas o fonema é uma abstração, é algo que existe na consciência do falante, e que vai se realizar na forma de um fone. O fone é aquilo que a pessoa concretamente ouve. E esse fone tem variantes, que são os alofones. Quer dizer, um mesmo fonema será pronunciado de maneiras distintas conforme a pessoa ou conforme a região do país. Eu dou o exemplo da palavra “porta”. Haverá pessoas da região de Maringá, Londrina, que pronunciam o “r” um pouquinho retroflexivo, ou seja, a ponta da língua se dobra um pouco para trás; outros pronunciam diferentemente, e os dois estão falando português, obviamente. Não quer dizer que um esteja mais certo do que o outro. É verdade que o alofone muitas vezes vai revelar a região de onde a pessoa vem ou onde ela aprendeu a falar. Então, a dica que eu queria dar é que às vezes a criança aprende a falar numa certa região do país, e com 5 ou 6 anos se muda com a família para outra região. Lá ela vai para a escola e os coleguinhas riem da pronúncia dela, acham que está errada, consideram-na quase um marciano. Porque a infância e a adolescência são implacáveis, estão sempre prontos a pegar no pé de alguém, ou porque tem um defeito físico, ou porque pronuncia desse ou daquele modo. Portanto, vamos ao menos evitar as confusões e as inimizades no campo da linguagem. A língua tem uma folga, permite que você pronuncie o fonema de uma maneira ou de outra, com um ou outro alofone. Existem diversas maneiras de pronunciar o “r” da palavra “rio”, mas o rio continua sendo o mesmo, aquela corrente de água doce. Portanto, essas variantes devem ser toleráveis, devem ser expostas para as crianças. Os pais devem dizer à criança: “Olha, há pessoas que pronunciam assim, outras pronunciam de tal maneira.” São meras variantes, mas todos estão falando português e não há razões para ficar traumatizado ou de traumatizar os outros com a diferença de pronúncia. É um mero alofone, uma mera variação, uma liberdade que o idioma dá. Assim, não existe uma norma específica de pronúncia dos alofones em português. A pronúncia do noticiário da televisão é que provavelmente será a norma, mas isso talvez só saberemos daqui a cem anos. Portanto, convido e convoco os pais a ajudarem os filhos a tolerarem as diferenças de pronúncia, porque isso é bom para a criança, é bom para os colegas e é bom para o aprendizado da língua.
6. ¡Y dale: sigue la teoría!…

Gracias a la fonética experimental se sabe que la mayoría de los sonidos, en especial las vocales, están constituidos por combinaciones de unas pocas frecuencias, los llamados formantes, que permiten al oído reconocer dicho sonido. La existencia de formantes está relacionada con el hecho de que dichos sonidos son de hecho ondas sonoras. Otros sonidos como las fricativas carecen de formantes y presentan una combinación de ondas aperiódicas en una banda amplia de frecuencias.
19. El teléfono enredado
21. El teléfono enredado 

pt É assim, designadamente no que diz respeito à percepção do grau de semelhança sob os ângulos fonético e conceptual, que pode variar consoante a língua e o contexto cultural desses consumidores, ou até mesmo consoante o seu nível de conhecimento de certos termos especializados, que é por vezes determinado pela sua qualidade de público profissional.

A fonética do Inglês pode ser bem confusa. Como você deve saber, não há regras de pronúncia obrigatórias no Inglês, então se você ver uma palavra em inglês que você não conhece, você não vai saber como pronunciá-la. A mesma letra no Inglês, ou a mesma combinação de letras, pode ser pronunciada de forma diferente dependendo da palavra. Além disso, a mesma palavra no Inglês pode ser pronunciada de forma diferente por falantes nativos de diferentes países, ou até do mesmo país! É por isso que o idioma do Inglês é tão difícil de se aprender e de se entender. Mas você não tem medo da dificuldade, ou tem?


Síntese ..................................................................................................................................112 Prática ..................................................................................................................................114 5. Processos fonológicos .................................................................................................117
Agradecimentos Agradeço a todos os que ajudaram para que este guia se transformasse em uma contribuição consistente à formação linguística dos leitores. Agradeço especialmente a meus alunos da primeira turma de mestrado do ProfLetras (2013) na UFRRJ, por suas observações à versão preliminar desta obra, adotada na disciplina “Fonologia, variação e ensino”; e aos alunos de fonética e fonologia do 5º período do curso de Letras da UFRRJ, turma 2013-2, que também estudaram uma versão preliminar desta obra. Agradeço a dedicação de Letícia Martins, bolsista em revisão do Laboratório de Assessoria Linguística (LAL) do Departamento de Letras e Comunicação (DLC) da UFRRJ, que ajudou a revisar a obra e a elaborar o glossário. Não posso deixar de registrar meu agradecimento a João Carlos Lopes, professor de língua inglesa da UFRRJ, pelo incentivo à publicação; e a Mônica Toledo Piza, professora de língua portuguesa da UFRRJ, pelo olhar crítico na avaliação das atividades propostas. Agradeço a Marli Hermenegilda Pereira, também professora de língua portuguesa na UFRRJ, por revisar com seu crivo técnico as várias versões que o texto ganhou, até estar pronto. Registro, ainda, meus agradecimentos a Gabriel Paz, aluno do curso de Belas Artes da UFRRJ, pela valiosa ilustração, e a seu orientador, Alexandre Guedes, por toda a dedicação e carinho em seu trabalho. À minha orientanda, Leda Loth, sou grata pelo auxílio nas reflexões relativas ao sexto capítulo. Ao professor José Magalhães (UFU), coordenador da área de “Fonologia, variação e ensino” do ProfLetras, agradeço por não ter poupado esforços para me auxiliar durante o processo de elaboração desta obra, com suas construtivas e preciosas sugestões, além de seu amplo incentivo para a publicação. Agradecimentos
Dessa forma, ao descrever um som, por exemplo, o [ p ] que aparece em pato, dizemos que é uma consoante oclusiva bilabial desvozeada. Isso significa que, durante sua produção, não ocorre vibração das cordas vocais (não-vozeada) e que a corrente de ar passa pela cavidade oral, e não nasal, caracterizando-a como uma consoante oral. Além disso, seu tipo de obstrução é total (oclusão), sendo produzida pelo lábios superior e inferior (bilabial).
Você também pode criar a sua própria lista de vocabulário. Para isso, clique nas palavras que você não conhece. Depois de selecionar todas, clique no botão laranja "Criar Lista de Vocabulário". Você precisará digitar o significado e a transcrição de cada palavra que você selecionou. Nós sugermos que você escolha um ou dois significados baseando-se no contexto. Depois disso, você pode exportar a sua lista de vocabulário para um arquivo (Word, Excel, PDF, HTML).
Luego, tenemos la laringe, o caja de la voz. Se sitúa en la conjuntura entre la tráquea que sube de los pulmones, y el esófago que sube desde el estomago. En la laringe, tenemos una abertura llamada glotis, una epiglotis que cubre la glotis durante la deglución, y las cuerdas vocales. Las cuerdas vocales consisten en dos membranas mucosas estiradas a lo largo de la glotis, como muestra la siguiente fotografía:

Vale salientar que serão feitas atividades acadêmicas, seguindo a sistemática da UVA e levando-se em conta a participação nas atividades orientadas pelo professor, freqüência às aulas (75 por cento de presença) e contribuição dos alunos para o aprofundamento de estudos dos colegas de aula. Salientamos que o sentido que damos, aqui, à avaliação, é a aprendizagem como princípio da avaliação. A avaliação não tem por fim aferição, atribuição de notas, mas a observação do pensamento próprio do aluno em se tratando de situações em que o aluno tenha que ocorrer, em sala de aula, aportes teóricos de fonética e fonologia para explicações didático-pedagógicas (questões ortográficas, por exemplo) envolvendo o ensino da língua materna. A construção da Média Final do aluno pode ser assim detalhada:

Os processos fonológicos, que são universais, podem ser examinados sob a ótica diacrônica, sincrônica ou sob ambas. Mikaela Roberto se detém na segunda, com vistas à aplicação aos estudos de aquisição da linguagem, à variação sociolinguística, às práticas de alfabetização e à clínica fonoaudiológica. É importante conhecer tais processos, que são naturais, para não confundi-los com desvios fonológicos. Sabemos da existência de uma tendência em curso nos primeiros anos do ensino fundamental: “patologizar” a criança que apresente algum problema de aprendizagem, particularmente no processo de alfabetização. Rotula-se a criança como disléxica, por exemplo, quando a causa está, muitas vezes, no despreparo do professor, na falha ou ausência de método e/ou na inadequação do material pedagógico. Sem priorizar o enfoque, a autora menciona a importância dos processos fonéticos e fonológicos nas mudanças das línguas (estudo diacrônico). No que se refere aos cursos de Letras, tais fenômenos vinham (e vêm) sendo estudados com o nome de metaplasmos, na disciplina de história (interna) da língua, sob o prisma filológico e como fatos isolados. O capítulo 6 é dedicado ao ensino da ortografia, ao qual os professores de português reservam grande espaço em suas aulas, sem obter os resultados desejados, uma vez que sua didática permanece centrada na memorização de regras e/ou de listas com exceções, sem um fundamento científico baseado nos princípios do sistema alfabético do PB. Mikaela Roberto demonstra que a ortografia pode ser ensinada de uma forma inteligente, valendo-se das generalizações e previsibilidades possíveis, ao se depreender a conversão dos fonemas em grafemas, independentemente do contexto fonológico, e a que pode ser prevista pela morfossintaxe (Scliar-Cabral, 2003). Ao final de cada capítulo, o estudante encontrará uma síntese dos conteúdos principais e atividades para autoavaliação. Ao final do livro, um glossário também auxilia o estudante a compreender o significado básico das palavras especializadas. Cumpre-se, assim, o objetivo da autora de produzir uma obra para iniciantes no estudo da fonética, da fonologia e da ortografia do PB.
Com base nestes resultados de pesquisas semelhantes, é vital que pais e educadores entendam que, tanto as habilidades de consciência fonológica quanto fonêmica sejam desenvolvidas na primeira infância. É necessário que essas habilidades sejam explicitamente avaliadas no final da pré-escola, no primeiro ano de escolaridade formal e novamente no segundo ano.
Essa postagem é dedicada a amiga e educadora, alfabetizadora dedicada, leitora contumaz, Profª Angélica. Antes dela, além de escutar daqui e dali falarem de um método denominado Fônico ou "Da Abelhinha" eu, apesar de já ter alfabetizado várias e várias classes, sequer o havia experimentado. Passamos do medo às experiências com silabação e palavração, vivemos as angústias do chamado Construtivismo, à época tão tábua de salvação quanto completamente ignorado pela grande maioria dos alfabetizadores. Dele, sabia-se apenas o jargão "não é método, é postura"..... Bem, minha experiência com o Método Fônico foi inesquecível. É claro que as dúvidas surgiam, o receio de não ver logo os resultados, a cobrança por parte dos pais e também a necessidade de cumprir os conteúdos propostos pela unidade escolar fazem a cabeça do professor girar. Mas, como disse anteriormente, Angélica, tão anjo quanto o próprio nome, trazia em si uma vivacidade, uma vontade, uma alegria! Sempre disposta a demonstrar as etapas, os sons, a dar dicas de atividades interessantes, foi, nesta época e continuará sempre sendo uma pessoa extremamente cara e especial. A experiência foi um sucesso, a turma lia e lia, em pouquíssimo tempo, e com gosto! Como gostavam de ler, descobriam os sons, juntavam e simplesmente nunca mais se esqueciam! Foi um ano inesquecível aquele! Angélica, essa partezinha do Blog é dedicada a você, amiga! (Liza)
ABC Kids Games - Aprenda letras do alfabeto e fonética é um divertido aplicativo de aprendizagem para crianças. Este aplicativo para crianças é carregado com vários pequenos jogos de aprendizagem para crianças, e crianças pré-escolares para apresentá-los ao aprendizado do alfabeto Inglês em fonética ABC. Cada jogo de crianças neste aplicativo educacional para crianças vai ensinar carta correspondente em inglês para criança com um belo design de atividade de aprendizagem para as crianças em mente. Com uma atividade dedicada para cada alfabeto, este jogo é divertido para as crianças e também se inclina. O que torna este aplicativo diferente dos jogos educativos de outras crianças é que ele faz com que o seu filho aprenda jogando jogos bonitos e não com atividades no estilo de caderno de notas, o que às vezes não é uma maneira muito interessante de ensinar crianças pequenas. Lista de atividades dentro deste aplicativo: * Jogo de tiro Arrow Use suas habilidades de arco e flecha e atire as frutas penduradas nas árvores. Essa atividade não apenas ajuda a aumentar o foco e a concentração, mas também ensina o alfabeto A com a associação fônica e de objetos. * Jogo de basquete Esta atividade ensina o alfabeto B com fonética enquanto o garoto está jogando com uma bola de basquete. * Carro fazendo jogo As crianças adoram carros, por isso criamos uma atividade onde as crianças têm que montar seu próprio carro enquanto aprendem o alfabeto C e a fonética. * Dog jump game Ajude o cão a encontrar sua comida favorita (osso), mas, cuidado com os obstáculos que vêm ao longo do caminho. Essa atividade não apenas melhora o poder de concentração, mas também os ensina o alfabeto D junto com a associação fonética e de objetos. * Elephant run game Vá em uma viagem com um elefante amigável e ajude-o a coletar cana-de-açúcar. Assista aqueles carros velozes ao longo do caminho. Esta atividade não apenas melhora o poder de concentração, mas também os ensina o alfabeto E junto com a associação fônica e de objetos. -------------------------------------------------- -------------------------------------------------- --------------------- PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS JOGOS EDUCACIONAIS PARA CRIANÇAS: -------------------------------------------------- -------------------------------------------------- --------------------- ➢ Muitos jogos interativos para crianças e atividades para crianças e pré-escolares para educação infantil. ➢ Lindamente projetado com personagens de desenhos animados coloridos e interessantes. ➢ Grandes efeitos sonoros e animações impressionantes. ➢ Ajude seus filhos a aprender ABC usando atividades educativas para crianças. ➢ Jogos educativos envolventes e divertidos para crianças dos 2 aos 6 anos. ➢ Controle de toque intuitivo especialmente projetado para crianças, pré-escolares e crianças do jardim de infância. Este aplicativo altamente educacional não é projetado apenas para crianças 2+ (incluindo crianças com necessidades especiais), mas também para todos os pais, professores ou outros profissionais que trabalham no campo do desenvolvimento infantil. Então, se você é pais ou professores à procura de jogos interativos de aprendizagem para seus filhos ou alunos de 2 a 6 anos, o Kids Preschool Learning Activities é o aplicativo perfeito para você. Seus filhos não ficarão entediados experimentando jogos e atividades diferentes e aprenderão muito com esses jogos.
É oportuna  a iniciativa de publicar uma obra de introdução aos estudos de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro (PB), destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como os de Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Evidentemente, adequar o registro de teorias muito complexas e específicas a estudantes iniciantes não é tarefa fácil, mesmo porque ainda há muita controvérsia entre as próprias teorias e subsistem algumas questões polêmicas da fonologia do PB, como é o caso da existência ou não de vogais nasais. No entanto, é conveniente que, até para o iniciante, sejam expostas várias teorias, embora discrepantes, para que ele desenvolva seu espírito crítico e não aceite nenhuma delas como verdade absoluta e inquestionável. Ao abordar as teorias fonológicas, Mikaela Roberto apresenta não só a proposta de Chomsky e Halle no The Sound Pattern of English, mas também as chamadas fonologias não lineares: a teoria autossegmental, a teoria métrica, a teoria lexical, a teoria da sílaba e a teoria prosódica. Grande espaço é dedicado no livro à variação fonética já descrita nas pesquisas sociolinguísticas brasileiras (capítulo 2) e, no capítulo 3, são apresentadas recentes teorias sobre os constituintes prosódicos, aplicadas à descrição do PB. A preocupação didática da autora perpassa o livro. No capítulo 4, ela exemplifica as transcrições fonéticas e fonológicas de palavras do PB, utilizando o IPA e se valendo da proposta de Cristófaro-Silva (2010). Prefácio
38. ¿Dobladores? 

"O respeito mútuo, um respeito sem fingimentos e sem rotinas, um respeito bem intencionado, que todos os dias se ilumina de argumentos novos e todos os dias se sente pequeno diante da sua aspiração, poderá servir de base, dentro da obra educacional, a um movimento de resultados eficientes, no problema urgentíssimo da salvação do mundo pela garantia unânime da paz."


É oportuna  a iniciativa de publicar uma obra de introdução aos estudos de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro (PB), destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como os de Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Evidentemente, adequar o registro de teorias muito complexas e específicas a estudantes iniciantes não é tarefa fácil, mesmo porque ainda há muita controvérsia entre as próprias teorias e subsistem algumas questões polêmicas da fonologia do PB, como é o caso da existência ou não de vogais nasais. No entanto, é conveniente que, até para o iniciante, sejam expostas várias teorias, embora discrepantes, para que ele desenvolva seu espírito crítico e não aceite nenhuma delas como verdade absoluta e inquestionável. Ao abordar as teorias fonológicas, Mikaela Roberto apresenta não só a proposta de Chomsky e Halle no The Sound Pattern of English, mas também as chamadas fonologias não lineares: a teoria autossegmental, a teoria métrica, a teoria lexical, a teoria da sílaba e a teoria prosódica. Grande espaço é dedicado no livro à variação fonética já descrita nas pesquisas sociolinguísticas brasileiras (capítulo 2) e, no capítulo 3, são apresentadas recentes teorias sobre os constituintes prosódicos, aplicadas à descrição do PB. A preocupação didática da autora perpassa o livro. No capítulo 4, ela exemplifica as transcrições fonéticas e fonológicas de palavras do PB, utilizando o IPA e se valendo da proposta de Cristófaro-Silva (2010). Prefácio
"A palavra Ortografia é formada por "orto", elemento de origem grega, usado como prefixo, com o significado de direito, reto, exato e "grafia", elemento de composição de origem grega com o significado de ação de escrever; ortografia, então, significa ação de escrever direito" (Folha Online)². É na Ortografia que se vê o emprego das letras s, z, x, ch, g, j e as infindáveis exceções.
Durante a ministração da disciplina, a avaliação assumirá os modos de avaliação formativa, avaliação contínua e avaliação somativa final. A avaliação formativa (aspectos qualitativos) tem por base a realização alunos pelos alunos de atividades propostas especialmente para que estes possa ajuizar dos seus progressos e não tem propósitos quantitativos, efetivados através de notas de O a 10).
Los fonemas están configurados también por unidades mínimas que los diferencian entre sí y son los llamados rasgos distintivos. La única diferencia que existe entre el fonema /p/ que corresponde a una consonante bilabial, oclusiva, sorda y el fonema /b/ que corresponde a una consonante bilabial, oclusiva sonora, es su sonoridad: sorda la primera, frente a la segunda que es sonora. No siempre se mantienen como fonemas distintos las diferencias que proceden de un solo rasgo distintivo, por ejemplo la primera de la palabra corresponde a una consonante dental oclusiva sonora [d], y la segunda es dental fricativa sonora [ð]. En este caso no estamos ante dos fonemas sino ante dos valores del mismo fonema.
2.1 Alfabeto Fonético Internacional (IPA)............................................................ 43 2.2 Vogais ............................................................................................................................44 2.3 Consoantes do PB ....................................................................................................54 2.4 Glides ou semivogais ................................................................................................63 Síntese ....................................................................................................................................64 Prática ....................................................................................................................................66 3. Constituintes prosódicos ............................................................................................69
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