11. Usando la radio
A consciência fonológica refere-se ao desenvolvimento de diferentes componentes fonológicos da língua falada (Lane & Pullen, 2004, p.6)[1]. Os alunos que têm um alto nível de consciência fonológica reconhecem facilmente palavras que rimam, reconhecem as barreiras silábicas em padrões de palavras. As habilidades de consciência fonológica estão diretamente relacionadas ao sucesso (fluência) na leitura. Não é de se surpreender que leitores pobres em consciência fonológica concluam a alfabetização sem saberem ler, ou se o fazem, esta é fraca e sofrida.
Can someone please help me find the sound that doesn’t fit for each set, for instance, one sound may be the only sound that is [-voice] among sounds that are [+voice], or it may be the only [+labial] sound among sounds that are [+dorsal]. Basically pick out the sound that does not fit in and state why it does not fit in including natural class. would help alot thankyou and keep up the amazing work.
Os processos fonológicos, que são universais, podem ser examinados sob a ótica diacrônica, sincrônica ou sob ambas. Mikaela Roberto se detém na segunda, com vistas à aplicação aos estudos de aquisição da linguagem, à variação sociolinguística, às práticas de alfabetização e à clínica fonoaudiológica. É importante conhecer tais processos, que são naturais, para não confundi-los com desvios fonológicos. Sabemos da existência de uma tendência em curso nos primeiros anos do ensino fundamental: “patologizar” a criança que apresente algum problema de aprendizagem, particularmente no processo de alfabetização. Rotula-se a criança como disléxica, por exemplo, quando a causa está, muitas vezes, no despreparo do professor, na falha ou ausência de método e/ou na inadequação do material pedagógico. Sem priorizar o enfoque, a autora menciona a importância dos processos fonéticos e fonológicos nas mudanças das línguas (estudo diacrônico). No que se refere aos cursos de Letras, tais fenômenos vinham (e vêm) sendo estudados com o nome de metaplasmos, na disciplina de história (interna) da língua, sob o prisma filológico e como fatos isolados. O capítulo 6 é dedicado ao ensino da ortografia, ao qual os professores de português reservam grande espaço em suas aulas, sem obter os resultados desejados, uma vez que sua didática permanece centrada na memorização de regras e/ou de listas com exceções, sem um fundamento científico baseado nos princípios do sistema alfabético do PB. Mikaela Roberto demonstra que a ortografia pode ser ensinada de uma forma inteligente, valendo-se das generalizações e previsibilidades possíveis, ao se depreender a conversão dos fonemas em grafemas, independentemente do contexto fonológico, e a que pode ser prevista pela morfossintaxe (Scliar-Cabral, 2003). Ao final de cada capítulo, o estudante encontrará uma síntese dos conteúdos principais e atividades para autoavaliação. Ao final do livro, um glossário também auxilia o estudante a compreender o significado básico das palavras especializadas. Cumpre-se, assim, o objetivo da autora de produzir uma obra para iniciantes no estudo da fonética, da fonologia e da ortografia do PB.
Um fonema em uma língua é uma abstração, faz parte do sistema fonológico que está na mente dos falantes. Nunca se realiza porque não é pronunciado. A produção dos falantes são os fones da língua, o fone é algo concreto realizado em um momento real por um falante. Sempre que for tratar da pronúncia de som usa-se o termo fone, porém, para facilitar o entendimento e não confundir as crianças usa-se som.
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