en Because of the strong similarities between the signs at issue, in particular the visual and phonetic similarities, and the established fact that the services at issue are identical, it is likely that the public will confuse the marks at issue, given that the consumer only rarely has the chance to make a direct comparison between the different marks but must place his trust in the imperfect picture of them that he has kept in his mind ( Lloyd Schuhfabrik Meyer , paragraph 26).
5 minutos Quando uma criança apresenta certos sinais que sugerem dificuldades na comunicação oral é possível fazer alguma coisa para ajudá-la, além de buscar um tratamento especializado? Neste artigo, mostrarei que sim e apontarei algumas das principais formas de estimulação que os pais podem promover nos primeiros anos de vida dos filhos para auxiliá-los no desenvolvimento da comunicação oral. Porém, é preciso permanecer alerta. Se mesmo com a realização sistemática de estímulos e atividades, as dificuldades permanecerem, um profissional capacitado deverá ser consultado. Desde Continue lendo→
2.1 Alfabeto Fonético Internacional (IPA)............................................................ 43 2.2 Vogais ............................................................................................................................44 2.3 Consoantes do PB ....................................................................................................54 2.4 Glides ou semivogais ................................................................................................63 Síntese ....................................................................................................................................64 Prática ....................................................................................................................................66 3. Constituintes prosódicos ............................................................................................69
De manera de estudiar los sonidos del lenguaje, primero necesitamos estudiar el tracto vocal. El habla comienza con los pulmones, los cuales inspiran y espiran aire.  El propósito inicial fue por supuesto obtener oxigeno y eliminar dióxido de carbono. Pero también es esencial para hablar. Hay morfemas que son  poco más que una inspiración: la h en inglés, por ejemplo. 

3. Un poquito de teoría…
pt No essencial, considerou que, atendendo nomeadamente aos elementos importantes de semelhança entre a marca pedida e a marca nominativa anterior PAM‐PAM, à enorme semelhança entre os produtos e ao carácter distintivo intrínseco da marca nominativa anterior PAM‐PAM, as diferenças visuais e fonéticas referidas não eram suficientes para afastar a existência de risco de confusão (n.° 28 da decisão impugnada).

A Perturbação Fonológica, relaciona-se com a dificuldade que a criança apresenta na organização mental dos sons da sua língua, e em perceber como estes estão organizados para formarem uma sílaba ou palavras com significado. Ao contrário da perturbação fonética ou articulatória, a execução dos movimentos motores encontra-se adequada, e o erro poderá ser consistente ou inconsistente, podendo aparecer no início, no meio ou no fim da palavra.


Romance que projetou Wallace no círculo literário dos EUA, em 1996. Por conta da depressão e dos excessos com drogas e álcool, o autor somou passagens por clínicas psiquiátricas. Refletiu essa turbulência na complexa e fragmentada narrativa do livro, uma projeção futurista ambientada na superpotência resultante da unificação de EUA, Canadá e México. Nessa sociedade, uma atração de TV exerce uma espécie de poder hipnótico sobre os espectadores, espelhando a visão mordaz de Wallace sobre a indústria do entretenimento e a publicidade. Será lançado, pela Companhia das Letras, em novembro, sem preço ainda definido.


9. Usando la radio
Segundo dados da ASHA, em 2006 cerca de 91% dos terapeutas da fala acompanhavam casos de perturbações fonológicas ou articulatórias. Bowen (2009) afirma que cerca de 15% das crianças com 3 anos apresentam limitações ao nível da inteligibilidade do seu discurso e que 8% das crianças entre os 3 e os 11 anos de idade evidenciam algum tipo de perturbação fonológica.
38. ¿Dobladores?
É oportuna  a iniciativa de publicar uma obra de introdução aos estudos de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro (PB), destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como os de Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Evidentemente, adequar o registro de teorias muito complexas e específicas a estudantes iniciantes não é tarefa fácil, mesmo porque ainda há muita controvérsia entre as próprias teorias e subsistem algumas questões polêmicas da fonologia do PB, como é o caso da existência ou não de vogais nasais. No entanto, é conveniente que, até para o iniciante, sejam expostas várias teorias, embora discrepantes, para que ele desenvolva seu espírito crítico e não aceite nenhuma delas como verdade absoluta e inquestionável. Ao abordar as teorias fonológicas, Mikaela Roberto apresenta não só a proposta de Chomsky e Halle no The Sound Pattern of English, mas também as chamadas fonologias não lineares: a teoria autossegmental, a teoria métrica, a teoria lexical, a teoria da sílaba e a teoria prosódica. Grande espaço é dedicado no livro à variação fonética já descrita nas pesquisas sociolinguísticas brasileiras (capítulo 2) e, no capítulo 3, são apresentadas recentes teorias sobre os constituintes prosódicos, aplicadas à descrição do PB. A preocupação didática da autora perpassa o livro. No capítulo 4, ela exemplifica as transcrições fonéticas e fonológicas de palavras do PB, utilizando o IPA e se valendo da proposta de Cristófaro-Silva (2010). Prefácio

O trato vocal feminino, por ser menor do que o trato vocal masculino, produz formantes com altas frequências. Sendo assim, uma vez que se assume que os formantes da fala feminina são mais altos se comparados com aqueles da fala masculina, assume-se, também, que o F3 de um /R/ produzido por uma mulher não deve estar situado abaixo de 2000 Hz, mas que esse F3 apresentaria um abaixamento proporcional, conforme afirma Hagiwara (1995). O exemplo acima, que sintetiza o padrão encontrado nos dados da informante PC, se enquadra nos resultados encontrados pelo referido autor para o /R/ retroflexo pós-vocálico do inglês, a partir de dados de fala feminina.

Dessa forma, ao descrever um som, por exemplo, o [ p ] que aparece em pato, dizemos que é uma consoante oclusiva bilabial desvozeada. Isso significa que, durante sua produção, não ocorre vibração das cordas vocais (não-vozeada) e que a corrente de ar passa pela cavidade oral, e não nasal, caracterizando-a como uma consoante oral. Além disso, seu tipo de obstrução é total (oclusão), sendo produzida pelo lábios superior e inferior (bilabial).
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