A fonética refere-se ao ensino das associações letra-som e aos padrões de letras usados ​​para soletrar palavras (Snow, Burns e Griffin, 1998 p.51). A instrução fonética pressupõe que o aluno tenha consciência fonológica. Também pressupõe que o aluno possui o princípio alfabético, que se refere a entender que existem relações consistentes entre “símbolos de letras” e “sons de letras”.

As transcrições aqui utilizadas obedecem às normas do Alfabeto Internacional de Fonética de 2005 para os vários idiomas cujas palavras integram este dicionário. Esse alfabeto visa auxiliar o usuário a pronunciar palavras e está organizado com base em símbolos que representam vogais, consoantes e ditongos de maneira aproximada. Em sua maioria, os símbolos baseiam-se no alfabeto latino ou no grego e, em certos casos, em adaptações de ambos.
4. Un poquito de teoría…
2.1 Alfabeto Fonético Internacional (IPA)............................................................ 43 2.2 Vogais ............................................................................................................................44 2.3 Consoantes do PB ....................................................................................................54 2.4 Glides ou semivogais ................................................................................................63 Síntese ....................................................................................................................................64 Prática ....................................................................................................................................66 3. Constituintes prosódicos ............................................................................................69
Segundo a professora, é interessante notar que os defensores do método fônico no Brasil são psicólogos, em sua maioria. “Eles não lidam com a língua enquanto sistema em implementação. Eles estão preocupados em encontrar uma metodologia que seja objetiva e controlada, para ensinar a ler e a escrever. Mas só isso não é suficiente hoje em dia”, afirma. De acordo com Colello, pode-se até ensinar a criança a ler e a escrever, mas se anulará o gosto que ela poderia vir a ter pela leitura.

5.1 Processos fonológicos por apagamento ou supressão .........................119 5.2 Processos fonológicos por acréscimo .......................................................... 121 5.3 Processos fonológicos por transposição .................................................... 122 5.4 Processos fonológicos por substituição...................................................... 123 5.5 Ressilabação ............................................................................................................. 126 5.6 Regras fonológicas ................................................................................................ 128 5.7 A fase de aquisição da linguagem ................................................................. 129 5.8 Os chamados desvios fonológicos ................................................................. 130 Síntese ................................................................................................................................. 134 Prática ................................................................................................................................. 135 6. Ortografia: repensar seu ensino   ....................................................................... 139
El conjunto de sonidos alófonos fonéticamente distintos de una lengua puede ser muy amplio, sin embargo, desde el punto de vista lingüístico no todos estos sonidos deben ser considerados independientes. De hecho la fonología aduce razones estructurales por las cuales deben ser considerados "equivalentes" o simples variantes de una entidad más abstracta llamada fonema. De hecho un fonema puede ser entendido como una clase de equivalencia de sonidos.
4 minutos Já comprou um desses livros que ensinam os nomes das letras? Veja neste vídeo como utilizá-lo da melhor maneira com seu filho. Hoje vou passar mais uma dica para você que quer promover em sua casa atividades voltadas para o desenvolvimento lingüístico de seus filhos e que farão com que eles tenham muita facilidade durante a alfabetização. Por falar em alfabetização, gostaria de fazer um convite: participe da próxima Jornada da Alfabetização em Casa, um evento com muito conteúdo para que você comece Continue lendo→

A grosso modo, a fonética é a área da linguística que se dedica a estudar os sons da fala no que diz respeito à suas características acústicas e físicas e a fonologia privilegia o estudo da organização dos sons nas diferentes línguas. Historicamente, essas duas faces da mesma “moeda” têm sido consideradas como áreas distintas ou indissociáveis, dependendo da proposição teórica assumida.
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Agradecimentos Agradeço a todos os que ajudaram para que este guia se transformasse em uma contribuição consistente à formação linguística dos leitores. Agradeço especialmente a meus alunos da primeira turma de mestrado do ProfLetras (2013) na UFRRJ, por suas observações à versão preliminar desta obra, adotada na disciplina “Fonologia, variação e ensino”; e aos alunos de fonética e fonologia do 5º período do curso de Letras da UFRRJ, turma 2013-2, que também estudaram uma versão preliminar desta obra. Agradeço a dedicação de Letícia Martins, bolsista em revisão do Laboratório de Assessoria Linguística (LAL) do Departamento de Letras e Comunicação (DLC) da UFRRJ, que ajudou a revisar a obra e a elaborar o glossário. Não posso deixar de registrar meu agradecimento a João Carlos Lopes, professor de língua inglesa da UFRRJ, pelo incentivo à publicação; e a Mônica Toledo Piza, professora de língua portuguesa da UFRRJ, pelo olhar crítico na avaliação das atividades propostas. Agradeço a Marli Hermenegilda Pereira, também professora de língua portuguesa na UFRRJ, por revisar com seu crivo técnico as várias versões que o texto ganhou, até estar pronto. Registro, ainda, meus agradecimentos a Gabriel Paz, aluno do curso de Belas Artes da UFRRJ, pela valiosa ilustração, e a seu orientador, Alexandre Guedes, por toda a dedicação e carinho em seu trabalho. À minha orientanda, Leda Loth, sou grata pelo auxílio nas reflexões relativas ao sexto capítulo. Ao professor José Magalhães (UFU), coordenador da área de “Fonologia, variação e ensino” do ProfLetras, agradeço por não ter poupado esforços para me auxiliar durante o processo de elaboração desta obra, com suas construtivas e preciosas sugestões, além de seu amplo incentivo para a publicação. Agradecimentos
O English4Brazil vai muito mais além do “the book is on the table” e do “verbo to be” que são “aprendidos” no colégio. Aqui, compreendi que, além da gramática e da ortografia, saber COMO se fala o Inglês é fundamental. A fonética, até então por mim desconhecida, passou a ser uma das principais ferramentas de aprendizado, aliada à interação constante com os professores e colegas e curso.

8. Trabalenguas


3 minutos Existe um tipo de balbucio praticamente desconhecido pela maioria dos pais: o balbucio do homem trabalhador (termo cunhado por Maria Montessori). Por desconhecê-lo, nós geralmente cometemos um erro grave na educação de nossos filhos. É sobre isso que eu falo no segundo e último vídeo da minissérie sobre balbucio. Assista! Este artigo é uma continuação do artigo anterior. Nem só de sons verbais e musicais vivem as crianças. Existe também nelas uma inclinação às ações dos adultos. Desde pequenas, observam seus pais Continue lendo→
5 minutos Ao observar seu filho falando, você já teve a sensação de que alguma coisa não está como deveria? Notou que ele fala “embolado” demais (de maneira ininteligível), omite alguns sons ou fala como o Cebolinha? Não se preocupe, isso acontece freqüentemente. E é comum que os pais apresentem inúmeras dúvidas, especialmente no período de 0 a 5 anos. Para responder a algumas delas, falarei um pouco sobre as fases do desenvolvimento normal da fala. Ao final da leitura, você provavelmente saberá discernir Continue lendo→
CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ R548f  Roberto, Tania Mikaela Garcia Fonologia, fonética e ensino : guia introdutório / Mikaela Roberto. - 1. ed. - São Paulo : Parábola Editorial, 2016. 176 p. ; 23 cm. (Estratégias de ensino ; 55) Inclui bibliografia, índice e glossário ISBN 978-85-7934-124-3 1. Língua portuguesa - Fonética. 2. Língua portuguesa - Fonologia. 3. Língua portuguesa - Ortografia e soletração. I. Título. II. Série. 16-36168
De manera de estudiar los sonidos del lenguaje, primero necesitamos estudiar el tracto vocal. El habla comienza con los pulmones, los cuales inspiran y espiran aire.  El propósito inicial fue por supuesto obtener oxigeno y eliminar dióxido de carbono. Pero también es esencial para hablar. Hay morfemas que son  poco más que una inspiración: la h en inglés, por ejemplo.
Eu nasci 3 meses mais cedo e os médicos disseram à minha mãe que eu não iria conseguir, que ia morrer. A resposta da minha mãe foi: "Não, não, não, ele vai ficar bem ..." Ela não estava muito preocupada. E talvez seja porque ela tinha acabado de dar à luz e era meio maluca. De qualquer maneira eles fizeram meu pai se ligar e doar um monte de sangue e eu acho que deu certo, eu vivi. Eu fiquei no hospital por um tempo depois. Minha mãe ficou comigo e uma noite ela acordou do nada pensando: "É melhor eu dar uma olhada nele". Eu estava em uma incubadora. E note que é assim que ela me disse que foi. Ela disse que ela aleatoriamente sentiu algo que a fez querer se levantar e ir ver. Então ela olha e olha pela janela e vê que eu estou azul. Então ela chama a enfermeira e a enfermeira diz: "Ele está bem, ele está bem". Minha mãe disse: "Não, ele está azul!" então eles entram e descobrem que uma corda se soltou ou foi desfeita (eu estava ligado a todos os tipos de coisas), então, felizmente, eles entraram e consertaram-me. Ela deve ter tido a intuição da mãe.

PROF. ÊNIO: Eu tenho a impressão de que os lingüistas gostam de complicar tudo. O meu primeiro professor de Lingüística uma vez me confidenciou: “Olha, como esses nossos colegas são complicados!” Outro disse: “Às vezes um artigo é compreensível só pelo autor e por Deus.” Tal o emaranhado de palavreado difícil, nomenclatura nova, um enrolar de linguagem que dificulta muito. Eu acho que não pode ser assim. É uma questão de caridade aquele que sabe alguma coisa transmitir para os outros de uma maneira mais tangível, mais simples. Veja as parábolas de Nosso Senhor. Que coisa mais simples do que aquilo! Os conceitos mais elevados transmitidos duma forma simples para pescadores, presumivelmente analfabetos, ou quase. Então, acho que assim é que se deve fazer.
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