II – Docente responsável: Professor assistente Vicente Martins. E-mail: vicente.martins@uol.com.br. Além deste Programa de Disciplina, foi elaborada uma Programação de Aulas, anexado ao presente documento, indicando e detalhando as datas de aulas e suas respectivas carga horária, atividades acadêmicas, ao longo das 60 horas/aula. O Programa da Disciplina (P.D) mais a Programação de Aulas(P.A) formam o que denominamos, academicamente, de Plano de Trabalho Docente (P.T.D).

Há algum tempo já em casa temos uma brincadeira que estimula a linguagem e a fonética das crianças. Chamamos de “Adivinhe o que estou Falando“. Ela começou do nada na verdade, num dia em que os barulhos ao nosso redor estavam tão altos que eu não conseguia entender o que meus filhos estavam falando. Foi a Cururuca que resolveu, então, brincar de descobrir o que ela falava, usando a leitura labial.
De manera de estudiar los sonidos del lenguaje, primero necesitamos estudiar el tracto vocal. El habla comienza con los pulmones, los cuales inspiran y espiran aire.  El propósito inicial fue por supuesto obtener oxigeno y eliminar dióxido de carbono. Pero también es esencial para hablar. Hay morfemas que son  poco más que una inspiración: la h en inglés, por ejemplo.
Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo reúne textos de Wallace publicados na imprensa americana – no formato de grandes reportagens, crônicas e ensaios. Entre os relatos, que seguem a vertente do jornalismo literário temperados com o humor irônico do autor, estão suas impressões sobre uma viagem pelo Caribe a bordo de um cruzeiro de luxo, um perfil do tenista Roger Federer, uma palestra sobre Franz Kafka e coberturas de eventos como uma feira agropecuária e um festival da lagosta. Companhia das Letras, 2012, R$ 31,50, em média.
Se conoce articulación del sonido a la colocación específica de los órganos de la boca (labios, lengua, paladar, velo del paladar, dientes, alvéolos, y paladar duro) en el momento de producirse el sonido. Debido a la movilidad de dos de los órganos de la cavidad bucal, la lengua y los labios, es en ella donde se origina la mayor parte de los sonidos.
5 minutos Quando uma criança apresenta certos sinais que sugerem dificuldades na comunicação oral é possível fazer alguma coisa para ajudá-la, além de buscar um tratamento especializado? Neste artigo, mostrarei que sim e apontarei algumas das principais formas de estimulação que os pais podem promover nos primeiros anos de vida dos filhos para auxiliá-los no desenvolvimento da comunicação oral. Porém, é preciso permanecer alerta. Se mesmo com a realização sistemática de estímulos e atividades, as dificuldades permanecerem, um profissional capacitado deverá ser consultado. Desde Continue lendo→

Exemplo: bala e mala se diferenciam somente pelos fonemas “b” e “m”.                                                                                                                                                                         Não esqueça: Em muitas palavras os fonemas são somente uma letra, porém ele pode ser representado por mais de uma letra e ser um fonema só; afinal fonema é a representação sonora.          


51. A modo de conclusión
36. ¿Dobladores?
1.1 Introdução ....................................................................................................................15 1.2 Início dos estudos fonético-fonológicos ........................................................ 17 1.3 Fonética articulatória .............................................................................................18 1.4 Aparelho fonador ......................................................................................................19 1.5 Fonema e fone.............................................................................................................22 1.6 Variação .........................................................................................................................26 1.7 Traços distintivos......................................................................................................28 Síntese ...................................................................................................................................38 Prática ...................................................................................................................................40 2. Fonemas e alofones do português brasileiro  ................................................43
PROF. ÊNIO: Eu tenho a impressão de que os lingüistas gostam de complicar tudo. O meu primeiro professor de Lingüística uma vez me confidenciou: “Olha, como esses nossos colegas são complicados!” Outro disse: “Às vezes um artigo é compreensível só pelo autor e por Deus.” Tal o emaranhado de palavreado difícil, nomenclatura nova, um enrolar de linguagem que dificulta muito. Eu acho que não pode ser assim. É uma questão de caridade aquele que sabe alguma coisa transmitir para os outros de uma maneira mais tangível, mais simples. Veja as parábolas de Nosso Senhor. Que coisa mais simples do que aquilo! Os conceitos mais elevados transmitidos duma forma simples para pescadores, presumivelmente analfabetos, ou quase. Então, acho que assim é que se deve fazer.
Uma das coisas que aprendi quando fazia aula de canto é a importância da dicção para que as palavras sejam compreendidas pelas pessoas quando você canta. Nada mais chato que alguém que fala “entre os dentes” ou tem preguiça de gesticular as sílabas. Fica bem mais complicado entender, seja uma conversa, seja uma palestra, seja uma aula. E quando as crianças estão aprendendo a falar é o momento de treinarmos a articulação clara das palavras.
Quando se usa o método fônico se melhora a compreensão do texto. No método ideovisual, onde o professor dá logo o texto, o que acontece é que a criança tende a memorizar as palavras. Porém, o código alfabético não se presta à memorização fácil porque as letras são muito parecidas. Com isso, o que acontece é que a criança troca as palavras quando lê (paralexia) e troca palavras na escrita (paragrafia). Esses erros ocorrem porque o alfabeto não se presta à memorização visual. Ele tem que ser decodificado. Ele foi inventado pelos Fenícios para mapear sons da fala, por isso é eficiente. Se você sabe decodificar não precisa memorizar.
2 minutos Neste vídeo vou apresentar a você uma atividade que faço com meu filho quando vamos ao mercado. Nesta atividade convidamos a criança a identificar e isolar o som inicial das palavras. Uma atividade muito interessante que pode ser praticada por crianças entre 3 e 6 anos, ou até mesmo por crianças mais velhas. Praticando esta atividade, as crianças começam a entender que as palavras são formadas por pequenas unidades: os fonemas – que neste vídeo, para facilitar nossa compreensão, chamarei de sons. Continue lendo→
Hermenêutica comunicação starwars afasia internacionalização arbitrariedade vocabulário português-Tupi línguas dragões de garagem percepção do tempo manifestações sociais História da filologia olimpíada de linguística gesto educação indígena redes sociais quilombolas podcast crase Leitura e escrita psicolinguística Análise de discurso o gorila invisível sujeitos de linguagem matemática queermuseu IEL pragmática trabalho de campo primatologia longa metragem libras bilinguismo Virgílio denis villeneuve lei de zipf lgbt scicast discurso surdez para palavras linguista pure word deafness variação linguística linguagem Teoria da tradução pensamento autoconsciência Competição gramática biolinguística metáforas inglês Gumbrecht sincronização da fala escola Teoria da literatura deviante exposição teste do espelho mcgurk enem monumentos ritmo memória transativa cinema atos de fala universidade Walter Benjamin atenção leitura heptapod nim chimpsky psicologia cognitiva evolução aprendizagem de línguas computacional São Jeronimo língua materna Derrida historia da sua vida poesia krenak olimpíada pokemon indigenismo Interpretação subvocalização língua de sinais história das ideias linguísticas frames comunicação animal amy adams zalizniak memes ufscar animais política indigenista OBLing jedi Santo Agostinho divulgação científica dado anedótico kaingang influência das línguas indígenas no português linguística histórica ouro neurolinguistica teoria da mente santander multilinguismo número de dunbar a chegada cultura semântica nerdcast fonética cidade filmes dublados yoda línguas africanas sociolinguística ficção científica the invisible gorilla cognição línguas indígenas prêmio capes de tese 2016 linguística Estudos Clássicos bronze problemas de linguística J. P. Schwindt elo2018 eventos linguísticos discurso urbano obl novas tecnologias de linguagem hashtags ideologia aurelia diversidade linguística linguística indigenista Sir Bobby Robson calão dança das abelhas lakoff insetos feminismo fala de criança Literatura Comparada Teoria da Filologia astrobiolinguística mulheres negras joel santana atenção seletiva gorila profissão linguista fonologia neurolinguística discursiva olimpíada internacional de linguística humanos variação simpbolismo sonoto eventos ETs zipf law educação fala lugares de fala pint of science sotaque joint speech mudança linguística língua Tupi argumentação Gadamer sintaxe iol koko surdos palavras de origem Tupi latim estudantes Origenes percepção da fala enunciação política de línguas dublagem Epistemologia mente efeito comico memória distribuída Hamacher subjetividade aquisição de linguagem Textualidade linguística computacional instrumentos linguísticos web arrival polêmica ted chiang sistemas dinâmicos kamaiurá Escola de Alexandria olimpíada nacional de linguística ciência medalhistas prata
37. ¿Dobladores?
6.1 Ortografia: convenção que exige aprendizagem .................................... 139 6.2 A evolução ortográfica do sistema alfabético do PB ............................143 6.3 Os princípios do sistema alfabético do PB ............................................... 150 6.4 Consciência fonológica e alfabetização ....................................................... 156 6.5 O ensino da ortografia ........................................................................................ 160 Síntese .................................................................................................................................162 Prática ................................................................................................................................. 164 Referências ..............................................................................................................................167 Glossário ...................................................................................................................................171
De forma ilustrada e didática, o conteúdo explica como se dá esse processo: primeiro elas aprendem sons fáceis de pronunciar (P, D, B, M por exemplo), e em um segundo momento evoluem para sons mais complexos (L, R e RR). É comum nessa fase trocar algumas letras, como o P pelo B, por exemplo. O texto explica que as crianças aprendem primeiro a falar palavras completas (mamãe, papai, bola), e só depois aprendem a distinguir os sons individualmente.
PROF. ÊNIO: Eu tenho a impressão de que os lingüistas gostam de complicar tudo. O meu primeiro professor de Lingüística uma vez me confidenciou: “Olha, como esses nossos colegas são complicados!” Outro disse: “Às vezes um artigo é compreensível só pelo autor e por Deus.” Tal o emaranhado de palavreado difícil, nomenclatura nova, um enrolar de linguagem que dificulta muito. Eu acho que não pode ser assim. É uma questão de caridade aquele que sabe alguma coisa transmitir para os outros de uma maneira mais tangível, mais simples. Veja as parábolas de Nosso Senhor. Que coisa mais simples do que aquilo! Os conceitos mais elevados transmitidos duma forma simples para pescadores, presumivelmente analfabetos, ou quase. Então, acho que assim é que se deve fazer.
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