De forma ilustrada e didática, o conteúdo explica como se dá esse processo: primeiro elas aprendem sons fáceis de pronunciar (P, D, B, M por exemplo), e em um segundo momento evoluem para sons mais complexos (L, R e RR). É comum nessa fase trocar algumas letras, como o P pelo B, por exemplo. O texto explica que as crianças aprendem primeiro a falar palavras completas (mamãe, papai, bola), e só depois aprendem a distinguir os sons individualmente.
É oportuna  a iniciativa de publicar uma obra de introdução aos estudos de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro (PB), destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como os de Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Evidentemente, adequar o registro de teorias muito complexas e específicas a estudantes iniciantes não é tarefa fácil, mesmo porque ainda há muita controvérsia entre as próprias teorias e subsistem algumas questões polêmicas da fonologia do PB, como é o caso da existência ou não de vogais nasais. No entanto, é conveniente que, até para o iniciante, sejam expostas várias teorias, embora discrepantes, para que ele desenvolva seu espírito crítico e não aceite nenhuma delas como verdade absoluta e inquestionável. Ao abordar as teorias fonológicas, Mikaela Roberto apresenta não só a proposta de Chomsky e Halle no The Sound Pattern of English, mas também as chamadas fonologias não lineares: a teoria autossegmental, a teoria métrica, a teoria lexical, a teoria da sílaba e a teoria prosódica. Grande espaço é dedicado no livro à variação fonética já descrita nas pesquisas sociolinguísticas brasileiras (capítulo 2) e, no capítulo 3, são apresentadas recentes teorias sobre os constituintes prosódicos, aplicadas à descrição do PB. A preocupação didática da autora perpassa o livro. No capítulo 4, ela exemplifica as transcrições fonéticas e fonológicas de palavras do PB, utilizando o IPA e se valendo da proposta de Cristófaro-Silva (2010). Prefácio
El proceso de comunicación tiene seis elementos fundamentales: emisor, receptor, código, mensaje, canal y fenómenos extralingüísticos. La articulación, que es la última etapa del mensaje en el emisor, la estudia la la llamada fonética articulatoria. Se ha avanzado mucho en el área acústica. Esta pertenece al dominio de la física, ya que el fenómeno del sonido es un hecho puramente físico, en la etapa que va de la boca del emisor al oído del receptor. La fonética auditiva estudia el comportamiento de la onda sonora en el oído, pues se sabe que hasta el oído interno continúa estando la onda sonora; a partir del órgano de Corti, que conecta con el nervio auditivo, ya no existirán ondas sonoras, sino solo impulsos nerviosos.
A consciência fonêmica refere-se ao conhecimento sobre um fonema e a capacidade de um indivíduo detectar, misturar, segmentar e manipular sons isolados em palavras. Como fonoaudiólogos, sabemos que um fonema é apenas um som. Existem 41 fonemas em inglês que usamos para combinar em sílabas e palavras quando falamos. Enquanto um fonema é apenas um som e é o menor nível de produção de fala, de acordo com especialistas em leitura, é o mais alto nível de habilidades fonológicas. Eles dizem que ele se desenvolve depois que as crianças aprendem a manipular palavras e sílabas. As crianças que não têm consciência fonológica terão problemas para aprender fonética e decodificação, especialmente quando precisam oralizar e misturar letras para formar novas palavras.
A Fonologia é o estudo dos Fonemas (os sons) de uma língua. Para a Fonologia, o fonema é uma unidade acústica que não é dotada de significado. Isso significa que os fonemas são os diferentes sons que produzimos para exprimir nossas ideias, sentimentos e emoções a partir da junção de unidades distintas. Essas unidades, juntas, formam as sílabas e as palavras.
5 minutos Quando uma criança apresenta certos sinais que sugerem dificuldades na comunicação oral é possível fazer alguma coisa para ajudá-la, além de buscar um tratamento especializado? Neste artigo, mostrarei que sim e apontarei algumas das principais formas de estimulação que os pais podem promover nos primeiros anos de vida dos filhos para auxiliá-los no desenvolvimento da comunicação oral. Porém, é preciso permanecer alerta. Se mesmo com a realização sistemática de estímulos e atividades, as dificuldades permanecerem, um profissional capacitado deverá ser consultado. Desde Continue lendo→

51. A modo de conclusión

O English4Brazil vai muito mais além do “the book is on the table” e do “verbo to be” que são “aprendidos” no colégio. Aqui, compreendi que, além da gramática e da ortografia, saber COMO se fala o Inglês é fundamental. A fonética, até então por mim desconhecida, passou a ser uma das principais ferramentas de aprendizado, aliada à interação constante com os professores e colegas e curso.
A forma "adição" é uma das adaptações do inglês addiction, do verbo addict, que são, afinal, adaptações do latim ADDICTIO e ADDICERE, respetivamente. O verbo latino significa «dar o seu assentimento, aprovar, adjudicar (em lanço), vender; adjudicar a pessoa do devedor ao credor, para que este use daquela como seu escravo» (Dicionário Houaiss, 1.ª edição brasileira, 2001). As formas inglesas, por seu turno, desenvolveram ainda outros significados e com estes passaram ao português e a outras línguas, o que explica que tenham acabado por interferir na semântica de adicto. Esta situação é relativamente recente (não terá mais de quatro décadas) e tem-se caracterizado por certas oscilações na realização fonética – com e sem [k] –, o que explica que ocorram as formas "adição" e "aditivo" em alternância com adicção e adictivo. Estas últimas têm a vantagem de não se confundirem com adição e aditivo, que vêm do latim ADDITIO e ADDITIVUS, palavras que se relacionam com o latim ADDĔRE («acrescentar»).

A fonética refere-se ao ensino das associações letra-som e aos padrões de letras usados ​​para soletrar palavras (Snow, Burns e Griffin, 1998 p.51). A instrução fonética pressupõe que o aluno tenha consciência fonológica. Também pressupõe que o aluno possui o princípio alfabético, que se refere a entender que existem relações consistentes entre “símbolos de letras” e “sons de letras”.


8. Trabalenguas
Há alguns anos, conheci um homem verdadeiramente impressionante: prof. Ênio Toniolo. Ele consegue transformar um assunto cabeludo, como a fonética, em algo simples e inteligível. Foi por isso que o convidei para ministrar uma série de aulas em meu curso de pré-alfabetização, pois, se você deseja alfabetizar seus filhos por meio do método fônico, conhecer os princípios da fonética é algo fundamental. Assista!
Síntese ..................................................................................................................................112 Prática ..................................................................................................................................114 5. Processos fonológicos .................................................................................................117
Fazer exercícios é a única e melhor forma de aprender. Há sistemas de ensino espalhados no Brasil que propagam entre seus alunos a ideia de que aula dada é aula estudada. E é isso mesmo. Pensando neste aspecto do ensino, trazemos algumas questões interessantes de Língua Portuguesa enfocando a fonética e a fonologia. A única ressalva que faço é de que as questões de acentuação ainda estão grafadas segundo a ortografia corrente antes do acordo ortográfico.

PROF. ÊNIO: É uma questão bem interessante e muito atual. Nas línguas que são escritas temos a letra e o fonema, que são coisas diferentes. A letra é uma realidade visual, e o fonema é uma realidade acústica. Mas o fonema é uma abstração, é algo que existe na consciência do falante, e que vai se realizar na forma de um fone. O fone é aquilo que a pessoa concretamente ouve. E esse fone tem variantes, que são os alofones. Quer dizer, um mesmo fonema será pronunciado de maneiras distintas conforme a pessoa ou conforme a região do país. Eu dou o exemplo da palavra “porta”. Haverá pessoas da região de Maringá, Londrina, que pronunciam o “r” um pouquinho retroflexivo, ou seja, a ponta da língua se dobra um pouco para trás; outros pronunciam diferentemente, e os dois estão falando português, obviamente. Não quer dizer que um esteja mais certo do que o outro. É verdade que o alofone muitas vezes vai revelar a região de onde a pessoa vem ou onde ela aprendeu a falar. Então, a dica que eu queria dar é que às vezes a criança aprende a falar numa certa região do país, e com 5 ou 6 anos se muda com a família para outra região. Lá ela vai para a escola e os coleguinhas riem da pronúncia dela, acham que está errada, consideram-na quase um marciano. Porque a infância e a adolescência são implacáveis, estão sempre prontos a pegar no pé de alguém, ou porque tem um defeito físico, ou porque pronuncia desse ou daquele modo. Portanto, vamos ao menos evitar as confusões e as inimizades no campo da linguagem. A língua tem uma folga, permite que você pronuncie o fonema de uma maneira ou de outra, com um ou outro alofone. Existem diversas maneiras de pronunciar o “r” da palavra “rio”, mas o rio continua sendo o mesmo, aquela corrente de água doce. Portanto, essas variantes devem ser toleráveis, devem ser expostas para as crianças. Os pais devem dizer à criança: “Olha, há pessoas que pronunciam assim, outras pronunciam de tal maneira.” São meras variantes, mas todos estão falando português e não há razões para ficar traumatizado ou de traumatizar os outros com a diferença de pronúncia. É um mero alofone, uma mera variação, uma liberdade que o idioma dá. Assim, não existe uma norma específica de pronúncia dos alofones em português. A pronúncia do noticiário da televisão é que provavelmente será a norma, mas isso talvez só saberemos daqui a cem anos. Portanto, convido e convoco os pais a ajudarem os filhos a tolerarem as diferenças de pronúncia, porque isso é bom para a criança, é bom para os colegas e é bom para o aprendizado da língua.


Es el estudio de la fonética desde el punto de vista de las ondas sonoras. Se ocupa de la medición científica de las ondas de sonido que se crean en el aire cuando hablamos. Así como a los fonemas les atribuimos unos rasgos articulatorios, a los sonidos les podremos atribuir unos rasgos acústicos: vocálico/no vocálico y consonántico/no consonántico, compacto/difuso sonoro/sordo, nasal/oral, intercepto/continuo, estridente/mate, grave/agudo. Estas mediciones se reflejan en espectrogramas, en los que quedan reflejados los distintos formantes en que se descomponen los sonidos.

7.1. Entendemos «Avaliação» como o conjunto de procedimentos e ações que, em contexto de ensino-aprendizagem, determina o grau de aquisição pelos estudantes do conjunto de conhecimentos, aptidões e competências, previamente estabelecidos nos objetivos da aprendizagem de uma determinada unidade curricular ou no conjunto de um curso, correspondendo à apreciação dos resultados.

32. Cada acento en su sitio…
O grande argumento contra os parâmetros construtivistas é o péssimo desempenho do Brasil em diversas avaliações nacionais e internacionais, como no Sistema de Avaliação do Ensino Básico (Saeb) e em avaliações da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) e da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) desde que o conceito foi incorporado nos PCNs, em 1996.

É oportuna  a iniciativa de publicar uma obra de introdução aos estudos de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro (PB), destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como os de Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Evidentemente, adequar o registro de teorias muito complexas e específicas a estudantes iniciantes não é tarefa fácil, mesmo porque ainda há muita controvérsia entre as próprias teorias e subsistem algumas questões polêmicas da fonologia do PB, como é o caso da existência ou não de vogais nasais. No entanto, é conveniente que, até para o iniciante, sejam expostas várias teorias, embora discrepantes, para que ele desenvolva seu espírito crítico e não aceite nenhuma delas como verdade absoluta e inquestionável. Ao abordar as teorias fonológicas, Mikaela Roberto apresenta não só a proposta de Chomsky e Halle no The Sound Pattern of English, mas também as chamadas fonologias não lineares: a teoria autossegmental, a teoria métrica, a teoria lexical, a teoria da sílaba e a teoria prosódica. Grande espaço é dedicado no livro à variação fonética já descrita nas pesquisas sociolinguísticas brasileiras (capítulo 2) e, no capítulo 3, são apresentadas recentes teorias sobre os constituintes prosódicos, aplicadas à descrição do PB. A preocupação didática da autora perpassa o livro. No capítulo 4, ela exemplifica as transcrições fonéticas e fonológicas de palavras do PB, utilizando o IPA e se valendo da proposta de Cristófaro-Silva (2010). Prefácio
8. Trabalenguas
9. Usando la radio
Síntese ..................................................................................................................................112 Prática ..................................................................................................................................114 5. Processos fonológicos .................................................................................................117
A fonética do Inglês pode ser bem confusa. Como você deve saber, não há regras de pronúncia obrigatórias no Inglês, então se você ver uma palavra em inglês que você não conhece, você não vai saber como pronunciá-la. A mesma letra no Inglês, ou a mesma combinação de letras, pode ser pronunciada de forma diferente dependendo da palavra. Além disso, a mesma palavra no Inglês pode ser pronunciada de forma diferente por falantes nativos de diferentes países, ou até do mesmo país! É por isso que o idioma do Inglês é tão difícil de se aprender e de se entender. Mas você não tem medo da dificuldade, ou tem?
Dessa forma, ao descrever um som, por exemplo, o [ p ] que aparece em pato, dizemos que é uma consoante oclusiva bilabial desvozeada. Isso significa que, durante sua produção, não ocorre vibração das cordas vocais (não-vozeada) e que a corrente de ar passa pela cavidade oral, e não nasal, caracterizando-a como uma consoante oral. Além disso, seu tipo de obstrução é total (oclusão), sendo produzida pelo lábios superior e inferior (bilabial).
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