en The referring court asks the Court, first of all, to state whether ‘indirect commercial use’, within the meaning of Article 16(a) of that regulation, requires that the protected geographical indication be used in an identical or phonetically and/or visually similar form, or if it is sufficient that the disputed element evokes in the relevant public some kind of association with that indication.
(2) Para Nota de Avaliação Parcial nº 02, será solicitada aos alunos, em grupo, uma iniciação à pesquisa lingüística. A proposta de analisar os erros ortográficos de textos de alunos do ensino fundamental e a partir de hipóteses fonético-fonológicas sobre a troca de consoantes oclusivas surdas e sonoras. Para esta Avaliação, será solicitada aos alunos, em grupo, a elaboração de um artigo científico a partir da iniciação à pesquisa

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10. Usando la radio
Quando se usa o método fônico se melhora a compreensão do texto. No método ideovisual, onde o professor dá logo o texto, o que acontece é que a criança tende a memorizar as palavras. Porém, o código alfabético não se presta à memorização fácil porque as letras são muito parecidas. Com isso, o que acontece é que a criança troca as palavras quando lê (paralexia) e troca palavras na escrita (paragrafia). Esses erros ocorrem porque o alfabeto não se presta à memorização visual. Ele tem que ser decodificado. Ele foi inventado pelos Fenícios para mapear sons da fala, por isso é eficiente. Se você sabe decodificar não precisa memorizar.
"O respeito mútuo, um respeito sem fingimentos e sem rotinas, um respeito bem intencionado, que todos os dias se ilumina de argumentos novos e todos os dias se sente pequeno diante da sua aspiração, poderá servir de base, dentro da obra educacional, a um movimento de resultados eficientes, no problema urgentíssimo da salvação do mundo pela garantia unânime da paz."

2.1 Alfabeto Fonético Internacional (IPA)............................................................ 43 2.2 Vogais ............................................................................................................................44 2.3 Consoantes do PB ....................................................................................................54 2.4 Glides ou semivogais ................................................................................................63 Síntese ....................................................................................................................................64 Prática ....................................................................................................................................66 3. Constituintes prosódicos ............................................................................................69 									

10. Usando la radio
O lingüista americano Bloomfield, propositor do módulo fônico desse método, defende que a aquisição da linguagem é um processo mecânico, ou seja, a criança será sempre estimulada a repetir os sons que absorve do ambiente. Assim, a linguagem seria a formação do hábito de imitar um modelo sonoro. Os usos e funções da linguagem, neste caso, são descartados (em princípio), por se tratarem de elementos não observáveis pelos métodos utilizados por essa teoria, dando-se importância à forma e não ao significado. No tocante à aquisição da linguagem escrita, a fônica é o intuito de fazer com que a criança internalize padrões regulares de correspondência entre som e soletração, por meio da leitura de palavras das quais ela, inconscientemente, inferir as correspondências soletração/som.
51. A modo de conclusión
A evidência na memorização dos sons e a preocupação com a leitura são características fundamentais do “Método da Abelhinha”, que foi assim denominado em razão da História da Abelhinha que acompanha o Guia do Mestre e o Guia de Aplicação, cujo o personagem da abelhinha tem grande importância no enredo da história. Na utilização do método em estudo são usados prioritariamente recursos fônicos e visuais
PROF. ÊNIO: É uma questão bem interessante e muito atual. Nas línguas que são escritas temos a letra e o fonema, que são coisas diferentes. A letra é uma realidade visual, e o fonema é uma realidade acústica. Mas o fonema é uma abstração, é algo que existe na consciência do falante, e que vai se realizar na forma de um fone. O fone é aquilo que a pessoa concretamente ouve. E esse fone tem variantes, que são os alofones. Quer dizer, um mesmo fonema será pronunciado de maneiras distintas conforme a pessoa ou conforme a região do país. Eu dou o exemplo da palavra “porta”. Haverá pessoas da região de Maringá, Londrina, que pronunciam o “r” um pouquinho retroflexivo, ou seja, a ponta da língua se dobra um pouco para trás; outros pronunciam diferentemente, e os dois estão falando português, obviamente. Não quer dizer que um esteja mais certo do que o outro. É verdade que o alofone muitas vezes vai revelar a região de onde a pessoa vem ou onde ela aprendeu a falar. Então, a dica que eu queria dar é que às vezes a criança aprende a falar numa certa região do país, e com 5 ou 6 anos se muda com a família para outra região. Lá ela vai para a escola e os coleguinhas riem da pronúncia dela, acham que está errada, consideram-na quase um marciano. Porque a infância e a adolescência são implacáveis, estão sempre prontos a pegar no pé de alguém, ou porque tem um defeito físico, ou porque pronuncia desse ou daquele modo. Portanto, vamos ao menos evitar as confusões e as inimizades no campo da linguagem. A língua tem uma folga, permite que você pronuncie o fonema de uma maneira ou de outra, com um ou outro alofone. Existem diversas maneiras de pronunciar o “r” da palavra “rio”, mas o rio continua sendo o mesmo, aquela corrente de água doce. Portanto, essas variantes devem ser toleráveis, devem ser expostas para as crianças. Os pais devem dizer à criança: “Olha, há pessoas que pronunciam assim, outras pronunciam de tal maneira.” São meras variantes, mas todos estão falando português e não há razões para ficar traumatizado ou de traumatizar os outros com a diferença de pronúncia. É um mero alofone, uma mera variação, uma liberdade que o idioma dá. Assim, não existe uma norma específica de pronúncia dos alofones em português. A pronúncia do noticiário da televisão é que provavelmente será a norma, mas isso talvez só saberemos daqui a cem anos. Portanto, convido e convoco os pais a ajudarem os filhos a tolerarem as diferenças de pronúncia, porque isso é bom para a criança, é bom para os colegas e é bom para o aprendizado da língua.
1.1. A disciplina Fonética e Fonologia do Português com 04 créditos teóricos, tem uma carga horária de 60 horas/aula, prevista no 5º período da Estrutura Curricular do Curso de Licenciatura em Letras – Habilitação em Língua Portuguesa, conforme o que estabelece a Resolução Nº 92/2005 – CEPE, de 16 de dezembro de 2005. A disciplina supracitada é um dos componentes pedagógicos da chamada base de formação acadêmica específica, conforme o Projeto Pedagógico do Curso de Letras (p.19).
en Because of the strong similarities between the signs at issue, in particular the visual and phonetic similarities, and the established fact that the services at issue are identical, it is likely that the public will confuse the marks at issue, given that the consumer only rarely has the chance to make a direct comparison between the different marks but must place his trust in the imperfect picture of them that he has kept in his mind ( Lloyd Schuhfabrik Meyer , paragraph 26).
É oportuna  a iniciativa de publicar uma obra de introdução aos estudos de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro (PB), destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como os de Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Evidentemente, adequar o registro de teorias muito complexas e específicas a estudantes iniciantes não é tarefa fácil, mesmo porque ainda há muita controvérsia entre as próprias teorias e subsistem algumas questões polêmicas da fonologia do PB, como é o caso da existência ou não de vogais nasais. No entanto, é conveniente que, até para o iniciante, sejam expostas várias teorias, embora discrepantes, para que ele desenvolva seu espírito crítico e não aceite nenhuma delas como verdade absoluta e inquestionável. Ao abordar as teorias fonológicas, Mikaela Roberto apresenta não só a proposta de Chomsky e Halle no The Sound Pattern of English, mas também as chamadas fonologias não lineares: a teoria autossegmental, a teoria métrica, a teoria lexical, a teoria da sílaba e a teoria prosódica. Grande espaço é dedicado no livro à variação fonética já descrita nas pesquisas sociolinguísticas brasileiras (capítulo 2) e, no capítulo 3, são apresentadas recentes teorias sobre os constituintes prosódicos, aplicadas à descrição do PB. A preocupação didática da autora perpassa o livro. No capítulo 4, ela exemplifica as transcrições fonéticas e fonológicas de palavras do PB, utilizando o IPA e se valendo da proposta de Cristófaro-Silva (2010). Prefácio
3 minutos Existe um tipo de balbucio praticamente desconhecido pela maioria dos pais: o balbucio do homem trabalhador (termo cunhado por Maria Montessori). Por desconhecê-lo, nós geralmente cometemos um erro grave na educação de nossos filhos. É sobre isso que eu falo no segundo e último vídeo da minissérie sobre balbucio. Assista! Este artigo é uma continuação do artigo anterior. Nem só de sons verbais e musicais vivem as crianças. Existe também nelas uma inclinação às ações dos adultos. Desde pequenas, observam seus pais Continue lendo→ 									

13. Usando la radio
Quando se usa o método fônico se melhora a compreensão do texto. No método ideovisual, onde o professor dá logo o texto, o que acontece é que a criança tende a memorizar as palavras. Porém, o código alfabético não se presta à memorização fácil porque as letras são muito parecidas. Com isso, o que acontece é que a criança troca as palavras quando lê (paralexia) e troca palavras na escrita (paragrafia). Esses erros ocorrem porque o alfabeto não se presta à memorização visual. Ele tem que ser decodificado. Ele foi inventado pelos Fenícios para mapear sons da fala, por isso é eficiente. Se você sabe decodificar não precisa memorizar.

El aire pasa de los pulmones a los bronquios y después a la tráquea, en cuya parte superior se sitúa la laringe. En la laringe, se sitúan las cuerdas vocales, dos músculos flexibles que vibran con el paso del tiempo de la respiración. Si las cuerdas vocales se aproximan y vibran, se producen los sonidos sonoros. Por el contrario, si las cuerdas vocales no vibran y dejan pasar el aire libremente, se producen los sonidos sordos.
pt Com efeito, devido às fortes semelhanças entre os sinais em causa, nomeadamente visuais e fonéticas, e à identidade verificada entre os serviços em causa, é provável que o público confunda as marcas em causa, atendendo ao facto de o consumidor raramente ter a possibilidade de proceder a uma comparação directa entre as diferentes marcas, devendo confiar na imagem imperfeita que conservou na memória (acórdão Lloyd Schuhfabrik Meyer, já referido, n.o 26).

27. El bingo de los fonemas


1.1 Introdução ....................................................................................................................15 1.2 Início dos estudos fonético-fonológicos ........................................................ 17 1.3 Fonética articulatória .............................................................................................18 1.4 Aparelho fonador ......................................................................................................19 1.5 Fonema e fone.............................................................................................................22 1.6 Variação .........................................................................................................................26 1.7 Traços distintivos......................................................................................................28 Síntese ...................................................................................................................................38 Prática ...................................................................................................................................40 2. Fonemas e alofones do português brasileiro  ................................................43
Romance que projetou Wallace no círculo literário dos EUA, em 1996. Por conta da depressão e dos excessos com drogas e álcool, o autor somou passagens por clínicas psiquiátricas. Refletiu essa turbulência na complexa e fragmentada narrativa do livro, uma projeção futurista ambientada na superpotência resultante da unificação de EUA, Canadá e México. Nessa sociedade, uma atração de TV exerce uma espécie de poder hipnótico sobre os espectadores, espelhando a visão mordaz de Wallace sobre a indústria do entretenimento e a publicidade. Será lançado, pela Companhia das Letras, em novembro, sem preço ainda definido.
As transcrições aqui utilizadas obedecem às normas do Alfabeto Internacional de Fonética de 2005 para os vários idiomas cujas palavras integram este dicionário. Esse alfabeto visa auxiliar o usuário a pronunciar palavras e está organizado com base em símbolos que representam vogais, consoantes e ditongos de maneira aproximada. Em sua maioria, os símbolos baseiam-se no alfabeto latino ou no grego e, em certos casos, em adaptações de ambos.
EnergiaCivilizaçãoCurso De Redação Londrina Redação Para Vestibular Poema De Amor Dica De Redação Aulas De Informática Terceira Idade Aulas De Informática Para A Terceira Idade Poema Sobre Cidades Mensagens Para WhatsApp Mensagens De Bom Dia Poema Sobre O Viver Haicai Sobre A Natureza Biografia Resumida Mar Observador Elementos Atômicos Realidade Fernando Pessoa Futuro Presente Passado Aceitação Hífen Dicas Imaginação Reflexão Associação De Ideias Mente Ideias Alfabeto Confiança Reflexões Quânticas Poder Medos Conteúdo Coerência Lógica Clareza Frase Bom Senso Curiosidade Humor Oceano Navegação Mundo Interatividade Computador Fórum Nova Era Antiguidade Felicidade Inventividade Chip Números Crônica Namorados Sonhos Determinação Numerologia Estilo Como Escrever Bons Textos Textos Objetivos Medo Redação Para Concurso Citações Carpe Diem Vocabulário Redação Para Concursos Paradoxos Textos Precisos Jeito De Ser Estilo Literário Poemas Sobre O Amor Poemas De Amor Poemas Românticos Poema De Fim De Ano Reflexão Filosófica Sobre A Vida Vida Poesia De Amor Poesia De Namorados Poema Romântico Poema New Age Poesia Filosófica Concursos Apresentação De Um Texto Poemas Sobre O Mar Estrutura Lógica Do Texto A Lógica Do Texto Escrita Curso De Redação Com Ana Setti Aulas De Redação Em Londrina Coaching O Que É Coaching Poesia Moderna Poema Sobre Mágoa Poema Sobre Dor Poema Triste Poema Sobre Perdas Poema Urbano Poemas Sobre O Homem Poemas Sobre O Viver Mensagens Para Amigos Mensagens Filosóficas Mensagens Sobre O Viver Mensagens Positivas Dica De Leitura Poema Curto Sobre A Natureza Como Pontuar Um Texto Aulas De Redação Com Ana Setti Rosa Poema Sobre O Tempo Poeira De Estrelas Azul Cor Safira Pintora Azul-Marinho Desejo Sonho Afeto Autoestima Mágoa Rejeição Posicionamento Base Minissaia Autorretrato Antessala Antirrugas Prefixo Antiesportiva Autoanálise Inspiração Viajar Com Palavras Fantasia Faz-De-Conta Ideia Amores Dama De Copas Valete De Espadas Histórias Fantasiosas Lágrimas Nuvens Escuras Trovões Gente Domingo Fog Alfazema Literatura Revista Exercício Guarda-Sol Protetor Espelho Pó De Arroz Prefixos Anteprojeto Multimídia Hiper-Realista Super-Racional Co-Herdeiro Super-Homem Pré-Histórico Micro-Ônibus Micro-Ondas Anti-Inflação Pré-Estreia Sub-Região Pan-Americano Hiatos Oo Ee Forma Eem Enjoo Voo Zoo Perdoo Abençoo Deem Creem Leem Homógrafas Para Pela Pelo Polo Pôr Pôde Fôrma Ditongos Abertos Plateia Estreia Heroico Colmeia Azaleia Panaceia Jiboia Claraboia Herói Anzóis Chapéu

(20)HARRIS, Theodore L, HODGES, Ricvhard E. Dicionário de alfabetização: vocabulário de leitura e escrita. Porto Aklegre: Artes Médicas Sul,. 1999 (Fonação, fone, fonema, fonêmica, fonêmica sistemática, fonética, fonética acústica, fonética articulatória, fonética auditiva, fonético, fônica, fônica analítica, fônica de letras, fônica de palavras inteiras, fônica expressiva, fônica intrínseca, fônica seqüencial, fônica sintática, fonograma, fonograma composto, fonologia, fonologia gerativa, fonologia métrica e fonotática)

pt 26 Resulta igualmente da jurisprudência que, duas marcas são semelhantes quando, do ponto de vista do público pertinente, exista entre elas uma igualdade, pelo menos parcial, relativamente a um ou vários aspectos pertinentes, ou seja, os aspectos visual, fonético e conceptual (acórdãos MATRATZEN, já referido no n.° 19, supra, n.° 30, e CAPIO, já referido no n.° 17, supra, n.° 89; v. igualmente, por analogia, acórdão SABEL, já referido no n.° 18, supra, n. ° 23).

O trato vocal feminino, por ser menor do que o trato vocal masculino, produz formantes com altas frequências. Sendo assim, uma vez que se assume que os formantes da fala feminina são mais altos se comparados com aqueles da fala masculina, assume-se, também, que o F3 de um /R/ produzido por uma mulher não deve estar situado abaixo de 2000 Hz, mas que esse F3 apresentaria um abaixamento proporcional, conforme afirma Hagiwara (1995). O exemplo acima, que sintetiza o padrão encontrado nos dados da informante PC, se enquadra nos resultados encontrados pelo referido autor para o /R/ retroflexo pós-vocálico do inglês, a partir de dados de fala feminina.
23. El bingo de los fonemas
pt O órgão jurisdicional de reenvio insta o Tribunal de Justiça, a esclarecer, desde logo, se o conceito de «utilização [...] indireta», na aceção do artigo 16.°, alínea a), deste regulamento pressupõe que a indicação geográfica protegida seja utilizada de uma forma idêntica ou fonética e/ou visualmente semelhante ou se é suficiente que o termo controvertido crie, na mente dos consumidores alvo, qualquer tipo de associação com a referida indicação.
Dessa forma, ao descrever um som, por exemplo, o [ p ] que aparece em pato, dizemos que é uma consoante oclusiva bilabial desvozeada. Isso significa que, durante sua produção, não ocorre vibração das cordas vocais (não-vozeada) e que a corrente de ar passa pela cavidade oral, e não nasal, caracterizando-a como uma consoante oral. Além disso, seu tipo de obstrução é total (oclusão), sendo produzida pelo lábios superior e inferior (bilabial).
Agradecimentos Agradeço a todos os que ajudaram para que este guia se transformasse em uma contribuição consistente à formação linguística dos leitores. Agradeço especialmente a meus alunos da primeira turma de mestrado do ProfLetras (2013) na UFRRJ, por suas observações à versão preliminar desta obra, adotada na disciplina “Fonologia, variação e ensino”; e aos alunos de fonética e fonologia do 5º período do curso de Letras da UFRRJ, turma 2013-2, que também estudaram uma versão preliminar desta obra. Agradeço a dedicação de Letícia Martins, bolsista em revisão do Laboratório de Assessoria Linguística (LAL) do Departamento de Letras e Comunicação (DLC) da UFRRJ, que ajudou a revisar a obra e a elaborar o glossário. Não posso deixar de registrar meu agradecimento a João Carlos Lopes, professor de língua inglesa da UFRRJ, pelo incentivo à publicação; e a Mônica Toledo Piza, professora de língua portuguesa da UFRRJ, pelo olhar crítico na avaliação das atividades propostas. Agradeço a Marli Hermenegilda Pereira, também professora de língua portuguesa na UFRRJ, por revisar com seu crivo técnico as várias versões que o texto ganhou, até estar pronto. Registro, ainda, meus agradecimentos a Gabriel Paz, aluno do curso de Belas Artes da UFRRJ, pela valiosa ilustração, e a seu orientador, Alexandre Guedes, por toda a dedicação e carinho em seu trabalho. À minha orientanda, Leda Loth, sou grata pelo auxílio nas reflexões relativas ao sexto capítulo. Ao professor José Magalhães (UFU), coordenador da área de “Fonologia, variação e ensino” do ProfLetras, agradeço por não ter poupado esforços para me auxiliar durante o processo de elaboração desta obra, com suas construtivas e preciosas sugestões, além de seu amplo incentivo para a publicação. Agradecimentos

52. Bibliografía
Os símbolos fonéticos estão definidos no Alfabeto Fonético Internacional (IPA - The International Phonetic Alphabet). Estão diretamente relacionados com as letras do alfabeto, salvo algumas exceções. Nas transcrições, os símbolos fonéticos são escritos dentro de colchetes [ ]. O uso do til indica a nasalização da vogal e o uso do apóstrofo antes de uma sílaba indica a sua tonicidade.
en Essentially, it held that, in view of, inter alia, the important elements of similarity between the mark applied for and the earlier word mark PAM-PAM, the very strong similarity between the goods and the intrinsic distinctive nature of the earlier word mark PAM-PAM, the visual and phonetic differences highlighted were not such as to avoid a likelihood of confusion (paragraph 28 of the contested decision).
A aquisição da linguagem sempre foi uma das áreas mais atraentes e estudadas da Linguística. Desde o início da sua fundação como ciência, a origem e os mecanismos que governam essa habilidade, tem fascinado não só profissionais da área como pessoas comuns. Talvez seja porque é a habilidade que nos distingue de todos os outros animais, ou até mesmo porque pais e mães de todo o mundo sempre esperaram ansiosamente pelos primeiros sons de seus filhos, balbucios aparentemente aleatórios aos quais se procura dar sentido. É comum os pais esperarem ansiosamente para ouvir o primeiro “papai” ou “mamãe” que a criança irá enunciar, seja em qual língua for.
3 minutos Para que a criança fale com desenvoltura, ela precisa ter um bom controle da respiração. Mas dá para aprender isso de maneira divertida? Sim! Neste vídeo vou ensinar a você duas atividades que, além de muito divertidas, vão estimular a linguagem de seu filho, ajudando-o a controlar a respiração. Respiração e voz estão intimamente relacionadas, conectadas, pois, para controlar a fala, articulando as palavras com mais clareza, com mais desenvoltura, por exemplo, saber respirar é uma das condições básicas. Tanto isso é Continue lendo→

A Fonologia é o estudo dos Fonemas (os sons) de uma língua. Para a Fonologia, o fonema é uma unidade acústica que não é dotada de significado. Isso significa que os fonemas são os diferentes sons que produzimos para exprimir nossas ideias, sentimentos e emoções a partir da junção de unidades distintas. Essas unidades, juntas, formam as sílabas e as palavras.


Quando se usa o método fônico se melhora a compreensão do texto. No método ideovisual, onde o professor dá logo o texto, o que acontece é que a criança tende a memorizar as palavras. Porém, o código alfabético não se presta à memorização fácil porque as letras são muito parecidas. Com isso, o que acontece é que a criança troca as palavras quando lê (paralexia) e troca palavras na escrita (paragrafia). Esses erros ocorrem porque o alfabeto não se presta à memorização visual. Ele tem que ser decodificado. Ele foi inventado pelos Fenícios para mapear sons da fala, por isso é eficiente. Se você sabe decodificar não precisa memorizar.
Exemplo: bala e mala se diferenciam somente pelos fonemas “b” e “m”.                                                                                                                                                                         Não esqueça: Em muitas palavras os fonemas são somente uma letra, porém ele pode ser representado por mais de uma letra e ser um fonema só; afinal fonema é a representação sonora.          

26. El bingo de los fonemas Listado 1 2 3 4 5 cero, cerro tasa, taza bata, pata día, tía guiso, quiso hiero, hierro masa, maza baño, paño codo, coto gorra, corra caro, carro cosido, cocido vino, pino dorso, torso galgo, calco para, parra caso, cazo beso, peso de, te toga, toca pera, perra seno, ceno cava, capa nada, nata gallo, callo coral, corral sima, cima van, pan deja, teja gol, col vara, barra siervo, ciervo viso, piso moda, mota gata, cata pero, perro as, haz velo, pelo hada, ata gana, cana coro, corro sueco, zueco vez, pez denso, tenso gama, cama
pt 26 Resulta igualmente da jurisprudência que, duas marcas são semelhantes quando, do ponto de vista do público pertinente, exista entre elas uma igualdade, pelo menos parcial, relativamente a um ou vários aspectos pertinentes, ou seja, os aspectos visual, fonético e conceptual (acórdãos MATRATZEN, já referido no n.° 19, supra, n.° 30, e CAPIO, já referido no n.° 17, supra, n.° 89; v. igualmente, por analogia, acórdão SABEL, já referido no n.° 18, supra, n. ° 23).
5 minutos Ao observar seu filho falando, você já teve a sensação de que alguma coisa não está como deveria? Notou que ele fala “embolado” demais (de maneira ininteligível), omite alguns sons ou fala como o Cebolinha? Não se preocupe, isso acontece freqüentemente. E é comum que os pais apresentem inúmeras dúvidas, especialmente no período de 0 a 5 anos. Para responder a algumas delas, falarei um pouco sobre as fases do desenvolvimento normal da fala. Ao final da leitura, você provavelmente saberá discernir Continue lendo→
De forma ilustrada e didática, o conteúdo explica como se dá esse processo: primeiro elas aprendem sons fáceis de pronunciar (P, D, B, M por exemplo), e em um segundo momento evoluem para sons mais complexos (L, R e RR). É comum nessa fase trocar algumas letras, como o P pelo B, por exemplo. O texto explica que as crianças aprendem primeiro a falar palavras completas (mamãe, papai, bola), e só depois aprendem a distinguir os sons individualmente.

A fonética do Inglês pode ser bem confusa. Como você deve saber, não há regras de pronúncia obrigatórias no Inglês, então se você ver uma palavra em inglês que você não conhece, você não vai saber como pronunciá-la. A mesma letra no Inglês, ou a mesma combinação de letras, pode ser pronunciada de forma diferente dependendo da palavra. Além disso, a mesma palavra no Inglês pode ser pronunciada de forma diferente por falantes nativos de diferentes países, ou até do mesmo país! É por isso que o idioma do Inglês é tão difícil de se aprender e de se entender. Mas você não tem medo da dificuldade, ou tem?

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