português brasileiro, destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Mais do que revisitar teorias e apresentar orientações práticas de transcrição ou análise de processos fonológicos, este livro apresenta em linguagem bastante acessível as noções mais elementares da área a professores da educação básica e a estudantes de graduação em Letras e áreas a ins, muitas vezes
Por ejemplo, la sílaba yi puede tener muchos significados. Con el tono 1 significa trapo, con el tono 2 significa sospechar, con el tono 3 significa silla, con el tono 4 significa significado. La sílaba wu significa casa, nadie, cinco y niebla, respectivamente. Y ma significa madre, cañamo, caballo y reprender, respectivamente. En la trascripción oficial, los cuatro tonos son indicados a través de ¯, ´, ˇ, y `.
3.1 Sílaba ..............................................................................................................................70 3.2 Pé métrico ....................................................................................................................86 3.3 Palavra fonológica e grupo clítico ....................................................................90 3.4 Demais níveis da hierarquia prosódica ........................................................91 Síntese ....................................................................................................................................91 Prática ....................................................................................................................................94 4. Transcrições no PB: praticar para entender  .................................................97

7.1. Entendemos «Avaliação» como o conjunto de procedimentos e ações que, em contexto de ensino-aprendizagem, determina o grau de aquisição pelos estudantes do conjunto de conhecimentos, aptidões e competências, previamente estabelecidos nos objetivos da aprendizagem de uma determinada unidade curricular ou no conjunto de um curso, correspondendo à apreciação dos resultados.
Fonética A Fonética, ou Fonologia, estuda os sons emitidos pelo ser humano, para efetivar a comunicação. Diferentemente d... Pressione TAB e depois F para ouvir o conteúdo principal desta tela. Para pular essa leitura pressione TAB e depois F. Para pausar a leitura pressione D (primeira tecla à esquerda do F), para continuar pressione G (primeira tecla à direita do F). Para ir ao menu principal pressione a tecla J e depois F. Pressione F para ouvir essa instrução novamente.
português brasileiro, destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Mais do que revisitar teorias e apresentar orientações práticas de transcrição ou análise de processos fonológicos, este livro apresenta em linguagem bastante acessível as noções mais elementares da área a professores da educação básica e a estudantes de graduação em Letras e áreas a ins, muitas vezes
Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo reúne textos de Wallace publicados na imprensa americana – no formato de grandes reportagens, crônicas e ensaios. Entre os relatos, que seguem a vertente do jornalismo literário temperados com o humor irônico do autor, estão suas impressões sobre uma viagem pelo Caribe a bordo de um cruzeiro de luxo, um perfil do tenista Roger Federer, uma palestra sobre Franz Kafka e coberturas de eventos como uma feira agropecuária e um festival da lagosta. Companhia das Letras, 2012, R$ 31,50, em média.

A grosso modo, a fonética é a área da linguística que se dedica a estudar os sons da fala no que diz respeito à suas características acústicas e físicas e a fonologia privilegia o estudo da organização dos sons nas diferentes línguas. Historicamente, essas duas faces da mesma “moeda” têm sido consideradas como áreas distintas ou indissociáveis, dependendo da proposição teórica assumida.

pt («Marca comunitária - Processo de oposição - Pedido de marca figurativa comunitária GELENKGOLD - Marca figurativa comunitária anterior que representa um tigre - Motivo relativo de recusa - Risco de confusão - Alteração do caráter distintivo da marca anterior - Semelhança dos sinais no plano fonético - Artigo 8.o, n.o 1, alínea b), do Regulamento (CE) n.o 207/2009»)
What sets this book apart from other phonetics texts is its emphasis on real-world examples of spoken Spanish, using native pronunciation modeled in natural contexts. While other available texts stress phonetic theory, this one provides hands-on activities that are entertaining, culturally framed, and relevant to students’ interests and experiences.
– A forma "adição", que era uma adaptação possível e com uso frequente de addiction, parece ter sido preterida por adicção, que é a forma registada pelos dicionários mais recentes – ver, por exemplo,. dicionário da Porto Editora e dicionário Priberam – para denotar o estado de dependência física e psíquica. A forma adicção tem também a vantagem de manter o c, tal como em adicto, o que significa que adictivo é também forma preferível a "aditivo" («que causa dependência, habituação, vício»), pela desvantagem de esta última se confundir com aditivo («componente adicional»).
Eu nasci 3 meses mais cedo e os médicos disseram à minha mãe que eu não iria conseguir, que ia morrer. A resposta da minha mãe foi: "Não, não, não, ele vai ficar bem ..." Ela não estava muito preocupada. E talvez seja porque ela tinha acabado de dar à luz e era meio maluca. De qualquer maneira eles fizeram meu pai se ligar e doar um monte de sangue e eu acho que deu certo, eu vivi. Eu fiquei no hospital por um tempo depois. Minha mãe ficou comigo e uma noite ela acordou do nada pensando: "É melhor eu dar uma olhada nele". Eu estava em uma incubadora. E note que é assim que ela me disse que foi. Ela disse que ela aleatoriamente sentiu algo que a fez querer se levantar e ir ver. Então ela olha e olha pela janela e vê que eu estou azul. Então ela chama a enfermeira e a enfermeira diz: "Ele está bem, ele está bem". Minha mãe disse: "Não, ele está azul!" então eles entram e descobrem que uma corda se soltou ou foi desfeita (eu estava ligado a todos os tipos de coisas), então, felizmente, eles entraram e consertaram-me. Ela deve ter tido a intuição da mãe.
La palabra clave aquí es distinguir. De hecho hacemos discriminaciones mucho más finas entre los sonidos, pero el idioma Inglés requiere sólo 40 (averiguar en Español). Las otras discriminaciones son las que nos permiten detectar las diferencias entre acentos, dialectos, identificar individuos, y diferenciar pequeños matices en el habla que indican mensajes más allá del significado obvio de las palabras.  			

A grosso modo, a fonética é a área da linguística que se dedica a estudar os sons da fala no que diz respeito à suas características acústicas e físicas e a fonologia privilegia o estudo da organização dos sons nas diferentes línguas. Historicamente, essas duas faces da mesma “moeda” têm sido consideradas como áreas distintas ou indissociáveis, dependendo da proposição teórica assumida.
“This textbook is an introduction to the sounds of Spanish and provides a comprehensive account appropriate for students with little background in linguistics and phonetics. . . . A strength of this textbook is the clear presentation of the main concepts as well as the comparisons drawn between the sounds of Spanish and those of English from a theory-independent perspective. Compared to many other phonology textbooks, the explanations are quite brief and straightforward, and are always accessible to the student. . . . What most distinguishes this book from other recently published textbooks is the considerable breadth and range of activities that accompany each chapter. In most chapters there are more pages dedicated to transcription practice, aural comprehension activities, and phonological problems than are dedicated to the actual exposition of the material. The author strives to provide engaging, culturally driven activities taken from real-life modern Spanish sources. The full-color photographs of Spanish billboards, newspaper headlines, and product packaging provide examples of phonological processes (e.g. assimilation, lenition) that complement the prose of the chapter. . . . Learners will gain a solid understanding of the sound system and improve their pronunciation of Spanish from the clarity of the explanations, from the extensive written and oral practice exercises, and from the high-quality audio program that features speakers from across the Spanish-speaking world. This book showcases the author’s unique ability to provide fresh, relevant examples to explain the fundamental concepts of Spanish phonetics.”—Jason Doroga, University of Wisconsin-Madison, eLanguage
pt 26 Resulta igualmente da jurisprudência que, duas marcas são semelhantes quando, do ponto de vista do público pertinente, exista entre elas uma igualdade, pelo menos parcial, relativamente a um ou vários aspectos pertinentes, ou seja, os aspectos visual, fonético e conceptual (acórdãos MATRATZEN, já referido no n.° 19, supra, n.° 30, e CAPIO, já referido no n.° 17, supra, n.° 89; v. igualmente, por analogia, acórdão SABEL, já referido no n.° 18, supra, n. ° 23).
38. ¿Dobladores?
PROF. ÊNIO: Eu tenho a impressão de que os lingüistas gostam de complicar tudo. O meu primeiro professor de Lingüística uma vez me confidenciou: “Olha, como esses nossos colegas são complicados!” Outro disse: “Às vezes um artigo é compreensível só pelo autor e por Deus.” Tal o emaranhado de palavreado difícil, nomenclatura nova, um enrolar de linguagem que dificulta muito. Eu acho que não pode ser assim. É uma questão de caridade aquele que sabe alguma coisa transmitir para os outros de uma maneira mais tangível, mais simples. Veja as parábolas de Nosso Senhor. Que coisa mais simples do que aquilo! Os conceitos mais elevados transmitidos duma forma simples para pescadores, presumivelmente analfabetos, ou quase. Então, acho que assim é que se deve fazer.
Expresso, ainda, meu eterno agradecimento à professora Leonor Scliar-Cabral (UFSC), primeiramente pelas primorosas aulas e orientações, que tanto fizeram diferença em minha formação acadêmica, mas também pelas riquíssimas e cuidadosas críticas e contribuições a esta obra, para que enfim chegasse à versão final e, também, por honrar-me aceitando o convite de prefaciá-la. Finalmente, agradeço a Deus pela oportunidade de cooperar, com este livro, para a formação linguística de professores, somando esforços para a melhoria da educação no Brasil.
No método fônico, a alfabetização se dá através da associação entre símbolo e som. Para que a criança se torne capaz de decifrar milhares de palavras, ela aprende a reconhecer o som de cada letra. De outra forma, ela teria que memorizar visualmente todo o léxico, algo ineficiente do ponto de vista dos defensores do método fônico. O método parte da regra para a exceção.
en 34 As is clear from settled case-law, the global assessment of the likelihood of confusion, as far as concerns the visual, phonetic or conceptual similarity of the opposing signs, must be based on the overall impression given by the signs, bearing in mind, inter alia, their distinctive and dominant components (see Case T-292/01 Phillips-Van Heusen v OHIM – Pash Textilvertrieb und Einzelhandel (BASS) [2003] ECR II-4335, paragraph 47 and the case-law cited).
Aunque se hable de tres fonéticas, no hay que pensar que son tres aspectos separados. La fonética es una sola. Esas tres partes son tres puntos de vista del mismo fenómeno. En cada momento se podrá adoptar el punto de vista más adecuado para describir un fenómeno, pero forzosamente esa perspectiva estará relacionada con los otros dos aspectos. De hecho, la onda sonora, aunque haya sido situada fuera del emisor y del receptor, se origina en el primero y es recibida por el segundo.
Quanto à avaliação, conforme mais adiante em seção específica sobre o assunto, à medida do possível, tentaremos aplicar uma avaliação formativa em função do atendimento às aulas, das leituras obrigatórias e sugeridas na bibliografia, das atividades de transcrição e produção de sons da fala, dos exercícios propostos e de uma pequena monografia sobre tema sugerido pelo professor no decorrer
29. Cada acento en su sitio…

El proceso de comunicación tiene seis elementos fundamentales: emisor, receptor, código, mensaje, canal y fenómenos extralingüísticos. La articulación, que es la última etapa del mensaje en el emisor, la estudia la la llamada fonética articulatoria. Se ha avanzado mucho en el área acústica. Esta pertenece al dominio de la física, ya que el fenómeno del sonido es un hecho puramente físico, en la etapa que va de la boca del emisor al oído del receptor. La fonética auditiva estudia el comportamiento de la onda sonora en el oído, pues se sabe que hasta el oído interno continúa estando la onda sonora; a partir del órgano de Corti, que conecta con el nervio auditivo, ya no existirán ondas sonoras, sino solo impulsos nerviosos.
en Essentially, it held that, in view of, inter alia, the important elements of similarity between the mark applied for and the earlier word mark PAM-PAM, the very strong similarity between the goods and the intrinsic distinctive nature of the earlier word mark PAM-PAM, the visual and phonetic differences highlighted were not such as to avoid a likelihood of confusion (paragraph 28 of the contested decision).
Gracias a la fonética experimental se sabe que la mayoría de los sonidos, en especial las vocales, están constituidos por combinaciones de unas pocas frecuencias, los llamados formantes, que permiten al oído reconocer dicho sonido. La existencia de formantes está relacionada con el hecho de que dichos sonidos son de hecho ondas sonoras. Otros sonidos como las fricativas carecen de formantes y presentan una combinación de ondas aperiódicas en una banda amplia de frecuencias.
32. Cada acento en su sitio…
É oportuna  a iniciativa de publicar uma obra de introdução aos estudos de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro (PB), destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como os de Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Evidentemente, adequar o registro de teorias muito complexas e específicas a estudantes iniciantes não é tarefa fácil, mesmo porque ainda há muita controvérsia entre as próprias teorias e subsistem algumas questões polêmicas da fonologia do PB, como é o caso da existência ou não de vogais nasais. No entanto, é conveniente que, até para o iniciante, sejam expostas várias teorias, embora discrepantes, para que ele desenvolva seu espírito crítico e não aceite nenhuma delas como verdade absoluta e inquestionável. Ao abordar as teorias fonológicas, Mikaela Roberto apresenta não só a proposta de Chomsky e Halle no The Sound Pattern of English, mas também as chamadas fonologias não lineares: a teoria autossegmental, a teoria métrica, a teoria lexical, a teoria da sílaba e a teoria prosódica. Grande espaço é dedicado no livro à variação fonética já descrita nas pesquisas sociolinguísticas brasileiras (capítulo 2) e, no capítulo 3, são apresentadas recentes teorias sobre os constituintes prosódicos, aplicadas à descrição do PB. A preocupação didática da autora perpassa o livro. No capítulo 4, ela exemplifica as transcrições fonéticas e fonológicas de palavras do PB, utilizando o IPA e se valendo da proposta de Cristófaro-Silva (2010). Prefácio
Fazer exercícios é a única e melhor forma de aprender. Há sistemas de ensino espalhados no Brasil que propagam entre seus alunos a ideia de que aula dada é aula estudada. E é isso mesmo. Pensando neste aspecto do ensino, trazemos algumas questões interessantes de Língua Portuguesa enfocando a fonética e a fonologia. A única ressalva que faço é de que as questões de acentuação ainda estão grafadas segundo a ortografia corrente antes do acordo ortográfico.
en Essentially, it held that, in view of, inter alia, the important elements of similarity between the mark applied for and the earlier word mark PAM-PAM, the very strong similarity between the goods and the intrinsic distinctive nature of the earlier word mark PAM-PAM, the visual and phonetic differences highlighted were not such as to avoid a likelihood of confusion (paragraph 28 of the contested decision).
PROF. ÊNIO: Eu tenho a impressão de que os lingüistas gostam de complicar tudo. O meu primeiro professor de Lingüística uma vez me confidenciou: “Olha, como esses nossos colegas são complicados!” Outro disse: “Às vezes um artigo é compreensível só pelo autor e por Deus.” Tal o emaranhado de palavreado difícil, nomenclatura nova, um enrolar de linguagem que dificulta muito. Eu acho que não pode ser assim. É uma questão de caridade aquele que sabe alguma coisa transmitir para os outros de uma maneira mais tangível, mais simples. Veja as parábolas de Nosso Senhor. Que coisa mais simples do que aquilo! Os conceitos mais elevados transmitidos duma forma simples para pescadores, presumivelmente analfabetos, ou quase. Então, acho que assim é que se deve fazer.
[1] No dia 4 de junho de 2008, o professor Vicente Martins entregou uma cópia deste Plano de Disciplina, acompanhado da Programação de Aulas, à Coordenação do Curso de Letras para que, em reunião do Colegiado, procedesse com a leitura, apreciação crítica e avaliação acadêmica. Uma outra cópia dos dois documentos foi anexada à apostila (textos) dos alunos do 4° período, matriculados na disciplina Fonética e Fonologia da Portuguesa, no turnos matinal.
Se emiten diferentes clases de vocales según varíe la posición de la lengua, tanto a partir de su eje vertical (alta, media y baja), como a partir de su eje horizontal (anterior, central y posterior). Por ejemplo, en español son vocales altas las vocales de la palabra huir; es decir, la [i] y la [u]. Son vocales medias la [e] y la [o]; es decir, las vocales de la palabra pero y es vocal baja la [a] de la palabra va. Así, la lengua va de abajo arriba para pronunciar las dos vocales seguidas de la palabra aire, pero desciende a una posición media para pronunciar su última vocal. Hace el camino contrario de arriba abajo para pronunciar puerta. Son vocales anteriores del español la [i] y la [e]; es decir, las vocales seguidas de la palabra piel; las vocales posteriores son la [o] y la [u]; es decir, las vocales de la palabra muro; la [a] es la vocal central. La lengua se mueve de atrás hacia adelante para emitir las vocales de la palabra totales, y hace el camino contrario para emitir las vocales de la palabra piélago. Las posiciones que mantiene la lengua para emitir las vocales u, i y a constituyen los vértices del llamado esquema vocálico uai.

La palabra clave aquí es distinguir. De hecho hacemos discriminaciones mucho más finas entre los sonidos, pero el idioma Inglés requiere sólo 40 (averiguar en Español). Las otras discriminaciones son las que nos permiten detectar las diferencias entre acentos, dialectos, identificar individuos, y diferenciar pequeños matices en el habla que indican mensajes más allá del significado obvio de las palabras.


Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo reúne textos de Wallace publicados na imprensa americana – no formato de grandes reportagens, crônicas e ensaios. Entre os relatos, que seguem a vertente do jornalismo literário temperados com o humor irônico do autor, estão suas impressões sobre uma viagem pelo Caribe a bordo de um cruzeiro de luxo, um perfil do tenista Roger Federer, uma palestra sobre Franz Kafka e coberturas de eventos como uma feira agropecuária e um festival da lagosta. Companhia das Letras, 2012, R$ 31,50, em média.
PROF. ÊNIO: É uma questão bem interessante e muito atual. Nas línguas que são escritas temos a letra e o fonema, que são coisas diferentes. A letra é uma realidade visual, e o fonema é uma realidade acústica. Mas o fonema é uma abstração, é algo que existe na consciência do falante, e que vai se realizar na forma de um fone. O fone é aquilo que a pessoa concretamente ouve. E esse fone tem variantes, que são os alofones. Quer dizer, um mesmo fonema será pronunciado de maneiras distintas conforme a pessoa ou conforme a região do país. Eu dou o exemplo da palavra “porta”. Haverá pessoas da região de Maringá, Londrina, que pronunciam o “r” um pouquinho retroflexivo, ou seja, a ponta da língua se dobra um pouco para trás; outros pronunciam diferentemente, e os dois estão falando português, obviamente. Não quer dizer que um esteja mais certo do que o outro. É verdade que o alofone muitas vezes vai revelar a região de onde a pessoa vem ou onde ela aprendeu a falar. Então, a dica que eu queria dar é que às vezes a criança aprende a falar numa certa região do país, e com 5 ou 6 anos se muda com a família para outra região. Lá ela vai para a escola e os coleguinhas riem da pronúncia dela, acham que está errada, consideram-na quase um marciano. Porque a infância e a adolescência são implacáveis, estão sempre prontos a pegar no pé de alguém, ou porque tem um defeito físico, ou porque pronuncia desse ou daquele modo. Portanto, vamos ao menos evitar as confusões e as inimizades no campo da linguagem. A língua tem uma folga, permite que você pronuncie o fonema de uma maneira ou de outra, com um ou outro alofone. Existem diversas maneiras de pronunciar o “r” da palavra “rio”, mas o rio continua sendo o mesmo, aquela corrente de água doce. Portanto, essas variantes devem ser toleráveis, devem ser expostas para as crianças. Os pais devem dizer à criança: “Olha, há pessoas que pronunciam assim, outras pronunciam de tal maneira.” São meras variantes, mas todos estão falando português e não há razões para ficar traumatizado ou de traumatizar os outros com a diferença de pronúncia. É um mero alofone, uma mera variação, uma liberdade que o idioma dá. Assim, não existe uma norma específica de pronúncia dos alofones em português. A pronúncia do noticiário da televisão é que provavelmente será a norma, mas isso talvez só saberemos daqui a cem anos. Portanto, convido e convoco os pais a ajudarem os filhos a tolerarem as diferenças de pronúncia, porque isso é bom para a criança, é bom para os colegas e é bom para o aprendizado da língua.

Quanto à avaliação, conforme mais adiante em seção específica sobre o assunto, à medida do possível, tentaremos aplicar uma avaliação formativa em função do atendimento às aulas, das leituras obrigatórias e sugeridas na bibliografia, das atividades de transcrição e produção de sons da fala, dos exercícios propostos e de uma pequena monografia sobre tema sugerido pelo professor no decorrer
Especialista em Toxicologia e Mestre em Pediatria; Assessora e Consultora em Transtornos Globais do Desenvolvimento/ Autismo; Professora de Cursos de Pós-Graduação e Pesquisadora em Saúde, Educação e Inclusão. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7847860199653966. Para ações formativas e informativas, entre em contato: vivianwmissaglia@gmail.com Celular: (51) 9187-7801
O professor Vicente Martins é mestre em política educacional (com objeto de estudo em legislação educacional) pela UFC. A partir de 1994, ao ingressar na UVA, em Sobral, passa a dedicar-se às questões de linguagem e suas dificuldades, objeto de interesse acadêmico e de atuação docente. Com o aval da Academia brasileira de Letras, cria a dislexiologia.O termo dislexiologia, criado, em 2001, pelo Professor Vicente Martins (UVA, Sobral, Ceará), refere-se ao ramo da Psicolingüística que trata dos estudos de dislexiologia, isto é, ciência que estuda as dificuldades de aprendizagem relacionadas com a leitura(dislexia), escrita(disgrafia) e ortografia(disortografia). Atualmente, na UVA, em Sobral, ensina Lingüística, Leitura e Escrita e Prática de Pesquisa em Dislexia.Em 2008, o professor Vicente Martins, atendendo convite do Ministério da Educação (MEC), passou a integrar, em Brasília, o Grupo de Trabalho - Transtornos Funcionais Específicos das Secretarias de educação Básica (SEB) e de Educação Especial (SEESP), com a missão de realizar estudos e definir diretrizes voltadas para a escolarização dos alunos com dificuldades em leitura, escrita e ortografia.
PROF. ÊNIO: A criança talvez não esteja percebendo que “z” é uma coisa e “v” é outra. Então ela terá de fazer exercícios com palavras que tenham “v” e palavras que tenham “z”. Assim vai haver a diferença entre elas, como quando a gente aprende uma língua estrangeira. Imagino que para a criança será a mesma coisa. Terá de se fazer um treinamento para distinguir um fonema de outro, exercícios de consciência fonológica e consciência fonêmica.
Quando se usa o método fônico se melhora a compreensão do texto. No método ideovisual, onde o professor dá logo o texto, o que acontece é que a criança tende a memorizar as palavras. Porém, o código alfabético não se presta à memorização fácil porque as letras são muito parecidas. Com isso, o que acontece é que a criança troca as palavras quando lê (paralexia) e troca palavras na escrita (paragrafia). Esses erros ocorrem porque o alfabeto não se presta à memorização visual. Ele tem que ser decodificado. Ele foi inventado pelos Fenícios para mapear sons da fala, por isso é eficiente. Se você sabe decodificar não precisa memorizar.
pt 26 Resulta igualmente da jurisprudência que, duas marcas são semelhantes quando, do ponto de vista do público pertinente, exista entre elas uma igualdade, pelo menos parcial, relativamente a um ou vários aspectos pertinentes, ou seja, os aspectos visual, fonético e conceptual (acórdãos MATRATZEN, já referido no n.° 19, supra, n.° 30, e CAPIO, já referido no n.° 17, supra, n.° 89; v. igualmente, por analogia, acórdão SABEL, já referido no n.° 18, supra, n. ° 23).
En algunas lenguas, tales como en Francés, hay otra cualidad de las vocales, y es la nasalidad. Algunas vocales son pronunciadas con un flujo de aire a través de la nariz y de la boca. Originalmente, estos sonidos fueron simplemente vocales seguidas por consonantes nasales. Pero a través del tiempo, el Francés mezcló las vocales y las consonantes nasales en una unidad.
pt («Marca comunitária - Processo de oposição - Pedido de marca figurativa comunitária GELENKGOLD - Marca figurativa comunitária anterior que representa um tigre - Motivo relativo de recusa - Risco de confusão - Alteração do caráter distintivo da marca anterior - Semelhança dos sinais no plano fonético - Artigo 8.o, n.o 1, alínea b), do Regulamento (CE) n.o 207/2009»)
Para aprender é necessário decodificar. Decodificar nada mais é do que converter os grafemas em fonemas. Aprender a pronunciar a palavra em presença da escrita. Quando pensamos em palavras usamos nossa voz interna. Quando lemos em voz baixa escutamos nossa voz. Isto é o processo fônico: a invocação da fala interna em presença do texto. O método ideovisual desestimula esta fala interna. Ele tenta estimular a leitura visual direta, portanto, a memorização. Só que não é possível memorizar ideograficamente todas essas palavras. A forma correta é aprender a decodificar. Quando fazemos isso, naturalmente se consegue produzir a fala e entender o que se está lendo.
Agradecimentos Agradeço a todos os que ajudaram para que este guia se transformasse em uma contribuição consistente à formação linguística dos leitores. Agradeço especialmente a meus alunos da primeira turma de mestrado do ProfLetras (2013) na UFRRJ, por suas observações à versão preliminar desta obra, adotada na disciplina “Fonologia, variação e ensino”; e aos alunos de fonética e fonologia do 5º período do curso de Letras da UFRRJ, turma 2013-2, que também estudaram uma versão preliminar desta obra. Agradeço a dedicação de Letícia Martins, bolsista em revisão do Laboratório de Assessoria Linguística (LAL) do Departamento de Letras e Comunicação (DLC) da UFRRJ, que ajudou a revisar a obra e a elaborar o glossário. Não posso deixar de registrar meu agradecimento a João Carlos Lopes, professor de língua inglesa da UFRRJ, pelo incentivo à publicação; e a Mônica Toledo Piza, professora de língua portuguesa da UFRRJ, pelo olhar crítico na avaliação das atividades propostas. Agradeço a Marli Hermenegilda Pereira, também professora de língua portuguesa na UFRRJ, por revisar com seu crivo técnico as várias versões que o texto ganhou, até estar pronto. Registro, ainda, meus agradecimentos a Gabriel Paz, aluno do curso de Belas Artes da UFRRJ, pela valiosa ilustração, e a seu orientador, Alexandre Guedes, por toda a dedicação e carinho em seu trabalho. À minha orientanda, Leda Loth, sou grata pelo auxílio nas reflexões relativas ao sexto capítulo. Ao professor José Magalhães (UFU), coordenador da área de “Fonologia, variação e ensino” do ProfLetras, agradeço por não ter poupado esforços para me auxiliar durante o processo de elaboração desta obra, com suas construtivas e preciosas sugestões, além de seu amplo incentivo para a publicação. Agradecimentos
What sets this book apart from other phonetics texts is its emphasis on real-world examples of spoken Spanish, using native pronunciation modeled in natural contexts. While other available texts stress phonetic theory, this one provides hands-on activities that are entertaining, culturally framed, and relevant to students’ interests and experiences.
Por ejemplo, la sílaba yi puede tener muchos significados. Con el tono 1 significa trapo, con el tono 2 significa sospechar, con el tono 3 significa silla, con el tono 4 significa significado. La sílaba wu significa casa, nadie, cinco y niebla, respectivamente. Y ma significa madre, cañamo, caballo y reprender, respectivamente. En la trascripción oficial, los cuatro tonos son indicados a través de ¯, ´, ˇ, y `.
Quando eu estava no jardim de infância, meu pai era professor e eles queriam alguém para ensinar por alguns anos no Japão. Então meus pais decidiram ir. Nós moramos no Japão por um ano. As crianças aprendem idiomas muito mais fácil, então fomos para a escola lá. Lembro-me de ouvir fitas de áudio para tentar aprender japonês, mas acho que muito disso foi apenas interação. Quando voltamos, eu tive que fazer "viciado em fonética", como eu tinha ficado para trás na leitura de Inglês.
Os resultados não refutam nem confirmam as proposições teóricas mencionadas, mas sugerem que esse processo pode depender de características individuais de cada criança e apontam para a necessidade de mais estudos que investiguem não só o papel da influência do ambiente, como também a interação entre criança e adulto durante o processo de aquisição.
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