Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo reúne textos de Wallace publicados na imprensa americana – no formato de grandes reportagens, crônicas e ensaios. Entre os relatos, que seguem a vertente do jornalismo literário temperados com o humor irônico do autor, estão suas impressões sobre uma viagem pelo Caribe a bordo de um cruzeiro de luxo, um perfil do tenista Roger Federer, uma palestra sobre Franz Kafka e coberturas de eventos como uma feira agropecuária e um festival da lagosta. Companhia das Letras, 2012, R$ 31,50, em média. 									

41. Entonando…
Fazer exercícios é a única e melhor forma de aprender. Há sistemas de ensino espalhados no Brasil que propagam entre seus alunos a ideia de que aula dada é aula estudada. E é isso mesmo. Pensando neste aspecto do ensino, trazemos algumas questões interessantes de Língua Portuguesa enfocando a fonética e a fonologia. A única ressalva que faço é de que as questões de acentuação ainda estão grafadas segundo a ortografia corrente antes do acordo ortográfico.

10. Usando la radio


O professor Vicente Martins é mestre em política educacional (com objeto de estudo em legislação educacional) pela UFC. A partir de 1994, ao ingressar na UVA, em Sobral, passa a dedicar-se às questões de linguagem e suas dificuldades, objeto de interesse acadêmico e de atuação docente. Com o aval da Academia brasileira de Letras, cria a dislexiologia.O termo dislexiologia, criado, em 2001, pelo Professor Vicente Martins (UVA, Sobral, Ceará), refere-se ao ramo da Psicolingüística que trata dos estudos de dislexiologia, isto é, ciência que estuda as dificuldades de aprendizagem relacionadas com a leitura(dislexia), escrita(disgrafia) e ortografia(disortografia). Atualmente, na UVA, em Sobral, ensina Lingüística, Leitura e Escrita e Prática de Pesquisa em Dislexia.Em 2008, o professor Vicente Martins, atendendo convite do Ministério da Educação (MEC), passou a integrar, em Brasília, o Grupo de Trabalho - Transtornos Funcionais Específicos das Secretarias de educação Básica (SEB) e de Educação Especial (SEESP), com a missão de realizar estudos e definir diretrizes voltadas para a escolarização dos alunos com dificuldades em leitura, escrita e ortografia.

"O respeito mútuo, um respeito sem fingimentos e sem rotinas, um respeito bem intencionado, que todos os dias se ilumina de argumentos novos e todos os dias se sente pequeno diante da sua aspiração, poderá servir de base, dentro da obra educacional, a um movimento de resultados eficientes, no problema urgentíssimo da salvação do mundo pela garantia unânime da paz."
3 minutos O ano de 2016 está chegando ao final. Foi um ano produtivo e cheio de novidades. Publicamos vídeos e artigos sobre alfabetização, leitura em voz alta, memória, habilidades cognitivas, interação verbal, comportamento infantil, música, psicomotricidade, ginástica, brinquedos e brincadeiras, dentre outros assuntos. Para relembrar o que aconteceu no blog em 2016, fizemos uma retrospectiva com os 10 conteúdos mais populares do ano no blog, nas redes sociais e no Youtube. Confira a seleção! Entrevista com Olavo de Carvalho Começamos o ano publicando Continue lendo→
52. Bibliografía
O surgimento da civilização, no entanto, modificou a maneira tradicional como as pessoas agiam na realidade e interagiam com ela. As sociedades da Antiguidade ampliavam-se continuamente e havia que registrar, contabilizar, definir normas legais e de convivência social, difundi-las, fazê-las cumprir… Como conseguir isso sem um meio pelo qual a palavra falada pudesse ser convertida, de forma a tornar-se fixada e facilmente transmissível?
pt 26 Resulta igualmente da jurisprudência que, duas marcas são semelhantes quando, do ponto de vista do público pertinente, exista entre elas uma igualdade, pelo menos parcial, relativamente a um ou vários aspectos pertinentes, ou seja, os aspectos visual, fonético e conceptual (acórdãos MATRATZEN, já referido no n.° 19, supra, n.° 30, e CAPIO, já referido no n.° 17, supra, n.° 89; v. igualmente, por analogia, acórdão SABEL, já referido no n.° 18, supra, n. ° 23).
en The referring court asks the Court, first of all, to state whether ‘indirect commercial use’, within the meaning of Article 16(a) of that regulation, requires that the protected geographical indication be used in an identical or phonetically and/or visually similar form, or if it is sufficient that the disputed element evokes in the relevant public some kind of association with that indication.
Os resultados não refutam nem confirmam as proposições teóricas mencionadas, mas sugerem que esse processo pode depender de características individuais de cada criança e apontam para a necessidade de mais estudos que investiguem não só o papel da influência do ambiente, como também a interação entre criança e adulto durante o processo de aquisição.

A fonética do Inglês pode ser bem confusa. Como você deve saber, não há regras de pronúncia obrigatórias no Inglês, então se você ver uma palavra em inglês que você não conhece, você não vai saber como pronunciá-la. A mesma letra no Inglês, ou a mesma combinação de letras, pode ser pronunciada de forma diferente dependendo da palavra. Além disso, a mesma palavra no Inglês pode ser pronunciada de forma diferente por falantes nativos de diferentes países, ou até do mesmo país! É por isso que o idioma do Inglês é tão difícil de se aprender e de se entender. Mas você não tem medo da dificuldade, ou tem?
Iode = É o agrupamento de uma semivogal entre duas vogais. São aia, eia, oia, uia, aie, eie, oie, uie, aio, eio, oio, uio, uiu, em qualquer lugar da palavra - começo, meio ou fim. Foneticamente, ocorre duplo ditongo ou tritongo + ditongo, conforme o número de semivogais. A Iode será representada com duplo Y: ay-ya, ey-ya, representando o "y" um fonema apenas, e não dois como possa parecer. A palavra vaia, então, tem quatro letras (v - a - i - a) e quatro fonemas (v - a - y - a), sendo que o "y" pertence a duas sílabas, não havendo, no entanto, "silêncio" entre as duas no momento de pronunciar a palavra.
Os processos fonológicos, que são universais, podem ser examinados sob a ótica diacrônica, sincrônica ou sob ambas. Mikaela Roberto se detém na segunda, com vistas à aplicação aos estudos de aquisição da linguagem, à variação sociolinguística, às práticas de alfabetização e à clínica fonoaudiológica. É importante conhecer tais processos, que são naturais, para não confundi-los com desvios fonológicos. Sabemos da existência de uma tendência em curso nos primeiros anos do ensino fundamental: “patologizar” a criança que apresente algum problema de aprendizagem, particularmente no processo de alfabetização. Rotula-se a criança como disléxica, por exemplo, quando a causa está, muitas vezes, no despreparo do professor, na falha ou ausência de método e/ou na inadequação do material pedagógico. Sem priorizar o enfoque, a autora menciona a importância dos processos fonéticos e fonológicos nas mudanças das línguas (estudo diacrônico). No que se refere aos cursos de Letras, tais fenômenos vinham (e vêm) sendo estudados com o nome de metaplasmos, na disciplina de história (interna) da língua, sob o prisma filológico e como fatos isolados. O capítulo 6 é dedicado ao ensino da ortografia, ao qual os professores de português reservam grande espaço em suas aulas, sem obter os resultados desejados, uma vez que sua didática permanece centrada na memorização de regras e/ou de listas com exceções, sem um fundamento científico baseado nos princípios do sistema alfabético do PB. Mikaela Roberto demonstra que a ortografia pode ser ensinada de uma forma inteligente, valendo-se das generalizações e previsibilidades possíveis, ao se depreender a conversão dos fonemas em grafemas, independentemente do contexto fonológico, e a que pode ser prevista pela morfossintaxe (Scliar-Cabral, 2003). Ao final de cada capítulo, o estudante encontrará uma síntese dos conteúdos principais e atividades para autoavaliação. Ao final do livro, um glossário também auxilia o estudante a compreender o significado básico das palavras especializadas. Cumpre-se, assim, o objetivo da autora de produzir uma obra para iniciantes no estudo da fonética, da fonologia e da ortografia do PB.
O surgimento da civilização, no entanto, modificou a maneira tradicional como as pessoas agiam na realidade e interagiam com ela. As sociedades da Antiguidade ampliavam-se continuamente e havia que registrar, contabilizar, definir normas legais e de convivência social, difundi-las, fazê-las cumprir… Como conseguir isso sem um meio pelo qual a palavra falada pudesse ser convertida, de forma a tornar-se fixada e facilmente transmissível?
Dessa forma, ao descrever um som, por exemplo, o [ p ] que aparece em pato, dizemos que é uma consoante oclusiva bilabial desvozeada. Isso significa que, durante sua produção, não ocorre vibração das cordas vocais (não-vozeada) e que a corrente de ar passa pela cavidade oral, e não nasal, caracterizando-a como uma consoante oral. Além disso, seu tipo de obstrução é total (oclusão), sendo produzida pelo lábios superior e inferior (bilabial).
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