Breves Entrevistas com Homens Hediondos foi lançado nos EUA em 1999 e reúne 23 contos. Wallace aborda temas que lhe eram íntimos, como dependência de drogas e depressão, e outros pelos quais ele tinha particular interesse, destacando perversões sexuais, desvios de comportamento, relacionamentos afetivos e o poder nocivo da mídia na vida contemporânea. O autor exercita sua verve satírica e o experimentalismo formal combinando referências eruditas e populares – recorre, a exemplo de Infinite Jest, a extensas notas de rodapé. Companhia das Letras, 2005, R$ 62,00, em média.
38. ¿Dobladores?  									

Se emiten diferentes clases de vocales según varíe la posición de la lengua, tanto a partir de su eje vertical (alta, media y baja), como a partir de su eje horizontal (anterior, central y posterior). Por ejemplo, en español son vocales altas las vocales de la palabra huir; es decir, la [i] y la [u]. Son vocales medias la [e] y la [o]; es decir, las vocales de la palabra pero y es vocal baja la [a] de la palabra va. Así, la lengua va de abajo arriba para pronunciar las dos vocales seguidas de la palabra aire, pero desciende a una posición media para pronunciar su última vocal. Hace el camino contrario de arriba abajo para pronunciar puerta. Son vocales anteriores del español la [i] y la [e]; es decir, las vocales seguidas de la palabra piel; las vocales posteriores son la [o] y la [u]; es decir, las vocales de la palabra muro; la [a] es la vocal central. La lengua se mueve de atrás hacia adelante para emitir las vocales de la palabra totales, y hace el camino contrario para emitir las vocales de la palabra piélago. Las posiciones que mantiene la lengua para emitir las vocales u, i y a constituyen los vértices del llamado esquema vocálico uai.
en Because of the strong similarities between the signs at issue, in particular the visual and phonetic similarities, and the established fact that the services at issue are identical, it is likely that the public will confuse the marks at issue, given that the consumer only rarely has the chance to make a direct comparison between the different marks but must place his trust in the imperfect picture of them that he has kept in his mind ( Lloyd Schuhfabrik Meyer , paragraph 26).
5 minutos Uma fase crucial no desenvolvimento da fala de nossos filhos, que deixa saudades quando passa, é a do balbucio. Como entendê-lo corretamente a fim de ajudar os pequenos nesse momento importantíssimo? É sobre isso que eu falo no vídeo de hoje. Assista! A palavra “balbucio” é frequentemente empregada para se referir a uma das fases do desenvolvimento lingüístico das crianças, o que não é de todo errado. Mas você sabia que há outros tipos de balbucio? Já ouviu falar do balbucio musical? Continue lendo→

6. ¡Y dale: sigue la teoría!…
Os processos fonológicos, que são universais, podem ser examinados sob a ótica diacrônica, sincrônica ou sob ambas. Mikaela Roberto se detém na segunda, com vistas à aplicação aos estudos de aquisição da linguagem, à variação sociolinguística, às práticas de alfabetização e à clínica fonoaudiológica. É importante conhecer tais processos, que são naturais, para não confundi-los com desvios fonológicos. Sabemos da existência de uma tendência em curso nos primeiros anos do ensino fundamental: “patologizar” a criança que apresente algum problema de aprendizagem, particularmente no processo de alfabetização. Rotula-se a criança como disléxica, por exemplo, quando a causa está, muitas vezes, no despreparo do professor, na falha ou ausência de método e/ou na inadequação do material pedagógico. Sem priorizar o enfoque, a autora menciona a importância dos processos fonéticos e fonológicos nas mudanças das línguas (estudo diacrônico). No que se refere aos cursos de Letras, tais fenômenos vinham (e vêm) sendo estudados com o nome de metaplasmos, na disciplina de história (interna) da língua, sob o prisma filológico e como fatos isolados. O capítulo 6 é dedicado ao ensino da ortografia, ao qual os professores de português reservam grande espaço em suas aulas, sem obter os resultados desejados, uma vez que sua didática permanece centrada na memorização de regras e/ou de listas com exceções, sem um fundamento científico baseado nos princípios do sistema alfabético do PB. Mikaela Roberto demonstra que a ortografia pode ser ensinada de uma forma inteligente, valendo-se das generalizações e previsibilidades possíveis, ao se depreender a conversão dos fonemas em grafemas, independentemente do contexto fonológico, e a que pode ser prevista pela morfossintaxe (Scliar-Cabral, 2003). Ao final de cada capítulo, o estudante encontrará uma síntese dos conteúdos principais e atividades para autoavaliação. Ao final do livro, um glossário também auxilia o estudante a compreender o significado básico das palavras especializadas. Cumpre-se, assim, o objetivo da autora de produzir uma obra para iniciantes no estudo da fonética, da fonologia e da ortografia do PB.
O surgimento da civilização, no entanto, modificou a maneira tradicional como as pessoas agiam na realidade e interagiam com ela. As sociedades da Antiguidade ampliavam-se continuamente e havia que registrar, contabilizar, definir normas legais e de convivência social, difundi-las, fazê-las cumprir… Como conseguir isso sem um meio pelo qual a palavra falada pudesse ser convertida, de forma a tornar-se fixada e facilmente transmissível?
PROF. ÊNIO: É uma questão bem interessante e muito atual. Nas línguas que são escritas temos a letra e o fonema, que são coisas diferentes. A letra é uma realidade visual, e o fonema é uma realidade acústica. Mas o fonema é uma abstração, é algo que existe na consciência do falante, e que vai se realizar na forma de um fone. O fone é aquilo que a pessoa concretamente ouve. E esse fone tem variantes, que são os alofones. Quer dizer, um mesmo fonema será pronunciado de maneiras distintas conforme a pessoa ou conforme a região do país. Eu dou o exemplo da palavra “porta”. Haverá pessoas da região de Maringá, Londrina, que pronunciam o “r” um pouquinho retroflexivo, ou seja, a ponta da língua se dobra um pouco para trás; outros pronunciam diferentemente, e os dois estão falando português, obviamente. Não quer dizer que um esteja mais certo do que o outro. É verdade que o alofone muitas vezes vai revelar a região de onde a pessoa vem ou onde ela aprendeu a falar. Então, a dica que eu queria dar é que às vezes a criança aprende a falar numa certa região do país, e com 5 ou 6 anos se muda com a família para outra região. Lá ela vai para a escola e os coleguinhas riem da pronúncia dela, acham que está errada, consideram-na quase um marciano. Porque a infância e a adolescência são implacáveis, estão sempre prontos a pegar no pé de alguém, ou porque tem um defeito físico, ou porque pronuncia desse ou daquele modo. Portanto, vamos ao menos evitar as confusões e as inimizades no campo da linguagem. A língua tem uma folga, permite que você pronuncie o fonema de uma maneira ou de outra, com um ou outro alofone. Existem diversas maneiras de pronunciar o “r” da palavra “rio”, mas o rio continua sendo o mesmo, aquela corrente de água doce. Portanto, essas variantes devem ser toleráveis, devem ser expostas para as crianças. Os pais devem dizer à criança: “Olha, há pessoas que pronunciam assim, outras pronunciam de tal maneira.” São meras variantes, mas todos estão falando português e não há razões para ficar traumatizado ou de traumatizar os outros com a diferença de pronúncia. É um mero alofone, uma mera variação, uma liberdade que o idioma dá. Assim, não existe uma norma específica de pronúncia dos alofones em português. A pronúncia do noticiário da televisão é que provavelmente será a norma, mas isso talvez só saberemos daqui a cem anos. Portanto, convido e convoco os pais a ajudarem os filhos a tolerarem as diferenças de pronúncia, porque isso é bom para a criança, é bom para os colegas e é bom para o aprendizado da língua.
II – Docente responsável: Professor assistente Vicente Martins. E-mail: vicente.martins@uol.com.br. Além deste Programa de Disciplina, foi elaborada uma Programação de Aulas, anexado ao presente documento, indicando e detalhando as datas de aulas e suas respectivas carga horária, atividades acadêmicas, ao longo das 60 horas/aula. O Programa da Disciplina (P.D) mais a Programação de Aulas(P.A) formam o que denominamos, academicamente, de Plano de Trabalho Docente (P.T.D).
pt O órgão jurisdicional de reenvio insta o Tribunal de Justiça, a esclarecer, desde logo, se o conceito de «utilização [...] indireta», na aceção do artigo 16.°, alínea a), deste regulamento pressupõe que a indicação geográfica protegida seja utilizada de uma forma idêntica ou fonética e/ou visualmente semelhante ou se é suficiente que o termo controvertido crie, na mente dos consumidores alvo, qualquer tipo de associação com a referida indicação.
2 minutos Neste vídeo vou apresentar a você uma atividade que faço com meu filho quando vamos ao mercado. Nesta atividade convidamos a criança a identificar e isolar o som inicial das palavras. Uma atividade muito interessante que pode ser praticada por crianças entre 3 e 6 anos, ou até mesmo por crianças mais velhas. Praticando esta atividade, as crianças começam a entender que as palavras são formadas por pequenas unidades: os fonemas – que neste vídeo, para facilitar nossa compreensão, chamarei de sons. Continue lendo→

A fonética do Inglês pode ser bem confusa. Como você deve saber, não há regras de pronúncia obrigatórias no Inglês, então se você ver uma palavra em inglês que você não conhece, você não vai saber como pronunciá-la. A mesma letra no Inglês, ou a mesma combinação de letras, pode ser pronunciada de forma diferente dependendo da palavra. Além disso, a mesma palavra no Inglês pode ser pronunciada de forma diferente por falantes nativos de diferentes países, ou até do mesmo país! É por isso que o idioma do Inglês é tão difícil de se aprender e de se entender. Mas você não tem medo da dificuldade, ou tem?
El aire pasa de los pulmones a los bronquios y después a la tráquea, en cuya parte superior se sitúa la laringe. En la laringe, se sitúan las cuerdas vocales, dos músculos flexibles que vibran con el paso del tiempo de la respiración. Si las cuerdas vocales se aproximan y vibran, se producen los sonidos sonoros. Por el contrario, si las cuerdas vocales no vibran y dejan pasar el aire libremente, se producen los sonidos sordos.
6. ¡Y dale: sigue la teoría!…
en The referring court asks the Court, first of all, to state whether ‘indirect commercial use’, within the meaning of Article 16(a) of that regulation, requires that the protected geographical indication be used in an identical or phonetically and/or visually similar form, or if it is sufficient that the disputed element evokes in the relevant public some kind of association with that indication.
La fonética experimental estudia las propiedades acústicas y físicas de los sonidos del habla, reuniendo y cuantificando los datos sobre la emisión y la producción de las ondas sonoras que configuran el sonido articulado. Utiliza instrumentos como el espectrógrafo, el nasómetro, el glotógrafo, el palatógrafo, etc., que muestran bien sea las ondas sonoras del habla provenientes de la boca o de la nariz o de la laringe, ya descompuestas, o las distintas zonas del paladar donde la lengua ha tocado El conjunto de los datos analizados al medir los sonidos, depende únicamente de la precisión del instrumental, así como de otros conocimientos conexos. En los estudios experimentales, se parte del habla de varios informantes y se utilizan medios estadísticos para establecer las tendencias generales en la naturaleza de los sonidos.
"O respeito mútuo, um respeito sem fingimentos e sem rotinas, um respeito bem intencionado, que todos os dias se ilumina de argumentos novos e todos os dias se sente pequeno diante da sua aspiração, poderá servir de base, dentro da obra educacional, a um movimento de resultados eficientes, no problema urgentíssimo da salvação do mundo pela garantia unânime da paz."

O lingüista americano Bloomfield, propositor do módulo fônico desse método, defende que a aquisição da linguagem é um processo mecânico, ou seja, a criança será sempre estimulada a repetir os sons que absorve do ambiente. Assim, a linguagem seria a formação do hábito de imitar um modelo sonoro. Os usos e funções da linguagem, neste caso, são descartados (em princípio), por se tratarem de elementos não observáveis pelos métodos utilizados por essa teoria, dando-se importância à forma e não ao significado. No tocante à aquisição da linguagem escrita, a fônica é o intuito de fazer com que a criança internalize padrões regulares de correspondência entre som e soletração, por meio da leitura de palavras das quais ela, inconscientemente, inferir as correspondências soletração/som.


2 minutos Neste vídeo vou apresentar a você uma atividade que faço com meu filho quando vamos ao mercado. Nesta atividade convidamos a criança a identificar e isolar o som inicial das palavras. Uma atividade muito interessante que pode ser praticada por crianças entre 3 e 6 anos, ou até mesmo por crianças mais velhas. Praticando esta atividade, as crianças começam a entender que as palavras são formadas por pequenas unidades: os fonemas – que neste vídeo, para facilitar nossa compreensão, chamarei de sons. Continue lendo→
A aquisição da linguagem sempre foi uma das áreas mais atraentes e estudadas da Linguística. Desde o início da sua fundação como ciência, a origem e os mecanismos que governam essa habilidade, tem fascinado não só profissionais da área como pessoas comuns. Talvez seja porque é a habilidade que nos distingue de todos os outros animais, ou até mesmo porque pais e mães de todo o mundo sempre esperaram ansiosamente pelos primeiros sons de seus filhos, balbucios aparentemente aleatórios aos quais se procura dar sentido. É comum os pais esperarem ansiosamente para ouvir o primeiro “papai” ou “mamãe” que a criança irá enunciar, seja em qual língua for.
O professor Vicente Martins é mestre em política educacional (com objeto de estudo em legislação educacional) pela UFC. A partir de 1994, ao ingressar na UVA, em Sobral, passa a dedicar-se às questões de linguagem e suas dificuldades, objeto de interesse acadêmico e de atuação docente. Com o aval da Academia brasileira de Letras, cria a dislexiologia.O termo dislexiologia, criado, em 2001, pelo Professor Vicente Martins (UVA, Sobral, Ceará), refere-se ao ramo da Psicolingüística que trata dos estudos de dislexiologia, isto é, ciência que estuda as dificuldades de aprendizagem relacionadas com a leitura(dislexia), escrita(disgrafia) e ortografia(disortografia). Atualmente, na UVA, em Sobral, ensina Lingüística, Leitura e Escrita e Prática de Pesquisa em Dislexia.Em 2008, o professor Vicente Martins, atendendo convite do Ministério da Educação (MEC), passou a integrar, em Brasília, o Grupo de Trabalho - Transtornos Funcionais Específicos das Secretarias de educação Básica (SEB) e de Educação Especial (SEESP), com a missão de realizar estudos e definir diretrizes voltadas para a escolarização dos alunos com dificuldades em leitura, escrita e ortografia.

A grosso modo, a fonética é a área da linguística que se dedica a estudar os sons da fala no que diz respeito à suas características acústicas e físicas e a fonologia privilegia o estudo da organização dos sons nas diferentes línguas. Historicamente, essas duas faces da mesma “moeda” têm sido consideradas como áreas distintas ou indissociáveis, dependendo da proposição teórica assumida.
21. El teléfono enredado
"Morgan provides a fresh approach, with a focus on real-life Spanish that I have not encountered in any other text. . . . Although many textbooks on Spanish pronunciation and phonetics have been published in recent years, Sonidos en contexto stands above the rest, surpassing, in my view, the quality of even the textbooks that have been mainstays as the most popular over the last few decades. . . . Morgan should be congratulated, as in Sonidos en contexto he has produced a textbook that is the most complete, most engaging, most varied in activities, most connected to real-life Spanish, and has the best audio program of any textbook on this subject."—Timothy L. Face, University of Minnesota, The Modern Language Journal
CATEGORIA:DICAS DE REDAÇÃOMARCADO COM:ALFABETOALFABETO FENÍCIOANTIGUIDADECIVILIZAÇÃOCIVILIZAÇÕESCONSCIÊNCIACONVERSAS AO REDOR DA FOGUEIRACURSO DE REDAÇÃOESCRITA FONÉTICAESCRITA IDEOGRÁFICAHOMO SAPIENSIDADE DA PEDRA LASCADAINSTINTOLENDASLONDRINAMEDO DE ESCREVERMITOSPALAVRA FIXADAPALEOLÍTICOSIGNOS PARA REPRESENTAR SONSSIGNOS PICTÓRICOSSOCIEDADES ORGANIZADASTRIBOS

sem a formação e o conhecimento linguístico necessários para uma atuação eiciente no ensino da escrita e da leitura. Fio condutor é a associação com a oralidade para enfrentar as diiculdades vivenciadas durante o processo de aprendizagem da escrita, principalmente na fase inicial da alfabetização. Ao longo dos capítulos, são feitas observações e relexões sobre o papel do pro -


En Inglés el asunto se complejiza, en tanto existen alrededor de 14 sonidos vocálicos. Estos 14 sonidos vocálicos son encontrados en las siguientes palabras: beet, bit, bait, bet, bat, car, pot (en Inglés Británico), bought, boat, book, boot, bird, but, y la a in ago. Existen también tres diptongos o doble vocales: bite, cow, y boy. Los diptongos involucran off-glides. Puedes oír la y en “bite” y en “boy”, y la w en “cow”. De hecho, los sonidos en “bait” y en “boat” también son diptongos, pero las respectivas primeras partes del diptongo son diferentes a los sonidos cercanos en las palabras “bet” y “bought”.
en That is thus inter alia the case as regards the perception of the degree of phonetic and conceptual similarity, which is likely to vary according to the language and the cultural context of those consumers, or according to their level of knowledge of certain specialist terms, which is sometimes determined by whether they are members of a professional public.
"O respeito mútuo, um respeito sem fingimentos e sem rotinas, um respeito bem intencionado, que todos os dias se ilumina de argumentos novos e todos os dias se sente pequeno diante da sua aspiração, poderá servir de base, dentro da obra educacional, a um movimento de resultados eficientes, no problema urgentíssimo da salvação do mundo pela garantia unânime da paz."
O que falamos nas conversas cotidianas, mais dia, menos dia, cai no esquecimento. O que escrevemos, não. Fica registrado e isso, com maior ou menor intensidade para cada um de nós, acaba significando uma ameaça. Sentimo-nos mais expostos e sujeitos a críticas. Isso  pode nos “travar”, mas também pode ser encarado como um desafio, que todos somos capazes de vencer.
Quando se usa o método fônico se melhora a compreensão do texto. No método ideovisual, onde o professor dá logo o texto, o que acontece é que a criança tende a memorizar as palavras. Porém, o código alfabético não se presta à memorização fácil porque as letras são muito parecidas. Com isso, o que acontece é que a criança troca as palavras quando lê (paralexia) e troca palavras na escrita (paragrafia). Esses erros ocorrem porque o alfabeto não se presta à memorização visual. Ele tem que ser decodificado. Ele foi inventado pelos Fenícios para mapear sons da fala, por isso é eficiente. Se você sabe decodificar não precisa memorizar.
Romance que projetou Wallace no círculo literário dos EUA, em 1996. Por conta da depressão e dos excessos com drogas e álcool, o autor somou passagens por clínicas psiquiátricas. Refletiu essa turbulência na complexa e fragmentada narrativa do livro, uma projeção futurista ambientada na superpotência resultante da unificação de EUA, Canadá e México. Nessa sociedade, uma atração de TV exerce uma espécie de poder hipnótico sobre os espectadores, espelhando a visão mordaz de Wallace sobre a indústria do entretenimento e a publicidade. Será lançado, pela Companhia das Letras, em novembro, sem preço ainda definido.
A Fonologia é o estudo dos Fonemas (os sons) de uma língua. Para a Fonologia, o fonema é uma unidade acústica que não é dotada de significado. Isso significa que os fonemas são os diferentes sons que produzimos para exprimir nossas ideias, sentimentos e emoções a partir da junção de unidades distintas. Essas unidades, juntas, formam as sílabas e as palavras.
No Brasil, Wallace ganha mais força com a chegada às livrarias de seu maior romance, intitulado Graça infinita (apesar de, aos olhos dos leitores acostumados com o estilo de Wallace, o título dado em Portugal seja melhor: A Piada infinita). Após lançar Breves Entrevistas com Homens Hediondos, com 23 contos, em 2005, a Companhia das Letras publicou em 2012 Ficando Longe do Fato de Já Estar Meio que Longe de Tudo, com ensaios, e lançará, em novembro, a tradução de Infinite Jest. Apontado pela revista Time como um dos cem melhores livros em inglês publicados de 1923 até hoje, Infinite Jest é considerada uma obra extremamente complexa de ser vertida para outras línguas e foi, como registrou em seu blog na editora mencionada, um desafio para seu tradutor, o curitibano Caetano W. Galindo, professor de Linguística da Universidade Federal do Paraná. Mas Galindo tinha as credenciais certas: traduziu Thomas Pynchon, a quem Wallace é comparado, e Ulisses, de James Joyce, quase um tabu entre tradutores. Quanto ao porquê do título ser outro na versão brasileira, Galindo registrou: “Infinite Jest (que a princípio pode querer dizer algo como Piada Infinita) é uma citação. De quando Hamlet, do Hamlet, segura nas mãos a caveira de Yorick, o bobo da corte, e lembra que na sua infância conheceu aquele fellow of infinite jest, um camarada que não parava de brincar… (…) Mas um problema recorrente da tradução de citações é que, a não ser em casos muito óbvios (ser ou não ser), elas tendem a se perder. (…) Segundo, Infinite Jest é também, no livro, o título de quatro filmes que teriam sido feitos (eles são mais um boato que um fato) pelo pai do personagem principal, que, na verdade, foi fazendo um atrás do outro, sempre, como tentativa de completar uma obra perfeita, que nunca o satisfez. Infinite Jest IV é o filme que aparentemente existe e está sendo usado por terroristas, dado o seu potencial infinito de diversão. (…) Terceiro, e bem importante, a escolha do título de uma tradução é sempre conjunta. E, na verdade, quem tem (e deve ter) a palavra final são os editores. Eu mesmo devo ter emplacado menos de 20% dos meus títulos sugeridos até hoje. A minha opinião? Ainda não sei. (…) Meu documento de Word se chama Infinda Graça, que inclusive fica perto da Infinita Graça que o Erico lembra que o Millôr usou no Hamlet. Eu gosto da ligeira dupla leitura fonética com ‘fim da graça’ e gosto, sim, até da leve ressonância religiosa do termo ‘graça’. O livro tem ALTAS ressonâncias no mínimo místico-religiosas. Deve ser isso que eu vou propor. Veremos.”
[1] No dia 4 de junho de 2008, o professor Vicente Martins entregou uma cópia deste Plano de Disciplina, acompanhado da Programação de Aulas, à Coordenação do Curso de Letras para que, em reunião do Colegiado, procedesse com a leitura, apreciação crítica e avaliação acadêmica. Uma outra cópia dos dois documentos foi anexada à apostila (textos) dos alunos do 4° período, matriculados na disciplina Fonética e Fonologia da Portuguesa, no turnos matinal.

3. Un poquito de teoría…

Na ministração da disciplina serão desenvolvidas aulas dialogadas e discussões sobre aplicação dos conhecimentos fonéticos e fonológicos ao ensino do português. Para a leitura e publicação de textos on-line, sobre fonética e fonologia do português, os alunos poderão acessar aos textos do professor Vicente Martins bem como de alunos que já apresentaram atividades na área, em semestres anteriores, para que os atuais tomem como referência de estudos e de formatação para edição on-line. O acesso aos textos será feito pelo blog http://fonetica-e-fonologia.blogspot.com/.
5 minutos Publicamos recentemente um vídeo com algumas indicações de atividades para as crianças durante uma viagem. Nos comentários, os leitores nos presentearam com indicações criativas que merecem ser compartilhadas com outros pais. Escolhemos algumas que promovem o desenvolvimento da linguagem, exercitam a memória e o raciocínio lógico. Criando histórias e explorando a ordem alfabética Durante suas viagens, a Raquel Pereira brinca com toda a família de inventar narrativas ou diálogos explorando as letras do alfabeto. Ela diz uma frase cuja primeira palavra começa Continue lendo→
Para o correto diagnóstico é necessário recolher informação relativa a aspetos como os fatores estruturais, a existência de dificuldades de coordenação motora e sensoriais, o desenvolvimento da linguagem e a fatores ambientais ou evolutivos. Para além destes aspetos, é necessário identificar-se os erros articulatórios propriamente ditos. Para isso, analisar amostras de fala espontâneas e aplicar testes de articulação, tais como: Teste de Articulação Verbal (TAV); Teste Fonético-Fonológico – Avaliação da Linguagem Pré-Escolar (TFF-ALPE); Prova de Avaliação da Articulação de Sons em Contexto de Frase para o Português Europeu.

5 minutos Quando uma criança apresenta certos sinais que sugerem dificuldades na comunicação oral é possível fazer alguma coisa para ajudá-la, além de buscar um tratamento especializado? Neste artigo, mostrarei que sim e apontarei algumas das principais formas de estimulação que os pais podem promover nos primeiros anos de vida dos filhos para auxiliá-los no desenvolvimento da comunicação oral. Porém, é preciso permanecer alerta. Se mesmo com a realização sistemática de estímulos e atividades, as dificuldades permanecerem, um profissional capacitado deverá ser consultado. Desde Continue lendo→


A história deve ser contada aos poucos, por partes, apresentando sempre o personagem correspondente e treinando o som com as crianças, a partir da visualização de cada cartaz. Ao final de cada trecho deve-se deixar uma expectativa em torno da continuidade da história, fazer com que o aluno de fato vivencie cada trecho, vibre com as conquistas e espere ansiosamente pelo desfecho.
2.1 Alfabeto Fonético Internacional (IPA)............................................................ 43 2.2 Vogais ............................................................................................................................44 2.3 Consoantes do PB ....................................................................................................54 2.4 Glides ou semivogais ................................................................................................63 Síntese ....................................................................................................................................64 Prática ....................................................................................................................................66 3. Constituintes prosódicos ............................................................................................69
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