Dessa forma, ao descrever um som, por exemplo, o [ p ] que aparece em pato, dizemos que é uma consoante oclusiva bilabial desvozeada. Isso significa que, durante sua produção, não ocorre vibração das cordas vocais (não-vozeada) e que a corrente de ar passa pela cavidade oral, e não nasal, caracterizando-a como uma consoante oral. Além disso, seu tipo de obstrução é total (oclusão), sendo produzida pelo lábios superior e inferior (bilabial).
31. Cada acento en su sitio…
Este é um serviço gracioso e sem fins comerciais, de esclarecimento, informação e debate sobre a língua portuguesa, o idioma oficial de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Sem outros apoios senão a generosidade dos seus consulentes, ajude-nos a dar-lhe continuidade: Pela viabilização do Ciberdúvidas. Os nossos agradecimentos antecipados.
As transcrições aqui utilizadas obedecem às normas do Alfabeto Internacional de Fonética de 2005 para os vários idiomas cujas palavras integram este dicionário. Esse alfabeto visa auxiliar o usuário a pronunciar palavras e está organizado com base em símbolos que representam vogais, consoantes e ditongos de maneira aproximada. Em sua maioria, os símbolos baseiam-se no alfabeto latino ou no grego e, em certos casos, em adaptações de ambos.
Os resultados não refutam nem confirmam as proposições teóricas mencionadas, mas sugerem que esse processo pode depender de características individuais de cada criança e apontam para a necessidade de mais estudos que investiguem não só o papel da influência do ambiente, como também a interação entre criança e adulto durante o processo de aquisição.
Os processos fonológicos, que são universais, podem ser examinados sob a ótica diacrônica, sincrônica ou sob ambas. Mikaela Roberto se detém na segunda, com vistas à aplicação aos estudos de aquisição da linguagem, à variação sociolinguística, às práticas de alfabetização e à clínica fonoaudiológica. É importante conhecer tais processos, que são naturais, para não confundi-los com desvios fonológicos. Sabemos da existência de uma tendência em curso nos primeiros anos do ensino fundamental: “patologizar” a criança que apresente algum problema de aprendizagem, particularmente no processo de alfabetização. Rotula-se a criança como disléxica, por exemplo, quando a causa está, muitas vezes, no despreparo do professor, na falha ou ausência de método e/ou na inadequação do material pedagógico. Sem priorizar o enfoque, a autora menciona a importância dos processos fonéticos e fonológicos nas mudanças das línguas (estudo diacrônico). No que se refere aos cursos de Letras, tais fenômenos vinham (e vêm) sendo estudados com o nome de metaplasmos, na disciplina de história (interna) da língua, sob o prisma filológico e como fatos isolados. O capítulo 6 é dedicado ao ensino da ortografia, ao qual os professores de português reservam grande espaço em suas aulas, sem obter os resultados desejados, uma vez que sua didática permanece centrada na memorização de regras e/ou de listas com exceções, sem um fundamento científico baseado nos princípios do sistema alfabético do PB. Mikaela Roberto demonstra que a ortografia pode ser ensinada de uma forma inteligente, valendo-se das generalizações e previsibilidades possíveis, ao se depreender a conversão dos fonemas em grafemas, independentemente do contexto fonológico, e a que pode ser prevista pela morfossintaxe (Scliar-Cabral, 2003). Ao final de cada capítulo, o estudante encontrará uma síntese dos conteúdos principais e atividades para autoavaliação. Ao final do livro, um glossário também auxilia o estudante a compreender o significado básico das palavras especializadas. Cumpre-se, assim, o objetivo da autora de produzir uma obra para iniciantes no estudo da fonética, da fonologia e da ortografia do PB.
2 minutos Neste vídeo vou apresentar a você uma atividade que faço com meu filho quando vamos ao mercado. Nesta atividade convidamos a criança a identificar e isolar o som inicial das palavras. Uma atividade muito interessante que pode ser praticada por crianças entre 3 e 6 anos, ou até mesmo por crianças mais velhas. Praticando esta atividade, as crianças começam a entender que as palavras são formadas por pequenas unidades: os fonemas – que neste vídeo, para facilitar nossa compreensão, chamarei de sons. Continue lendo→
7.1. Entendemos «Avaliação» como o conjunto de procedimentos e ações que, em contexto de ensino-aprendizagem, determina o grau de aquisição pelos estudantes do conjunto de conhecimentos, aptidões e competências, previamente estabelecidos nos objetivos da aprendizagem de uma determinada unidade curricular ou no conjunto de um curso, correspondendo à apreciação dos resultados.
5 minutos Uma fase crucial no desenvolvimento da fala de nossos filhos, que deixa saudades quando passa, é a do balbucio. Como entendê-lo corretamente a fim de ajudar os pequenos nesse momento importantíssimo? É sobre isso que eu falo no vídeo de hoje. Assista! A palavra “balbucio” é frequentemente empregada para se referir a uma das fases do desenvolvimento lingüístico das crianças, o que não é de todo errado. Mas você sabia que há outros tipos de balbucio? Já ouviu falar do balbucio musical? Continue lendo→

8 Número de fonemas e número de letras  Chuva – tem 5 letras e 4 fonemas, já que o “ch” tem um único som.  Hipopótamo – tem 10 letras e 9 fonemas, já que o “h” não tem som.  Galinha – tem 7 letras e 6 fonemas, já que o “nh” tem um único som.  Pássaro – tem 7 letras e 6 fonemas, já que o “ss” só tem um único som.  Nascimento – 10 letras e 8 fonemas, já que não se pronuncia o “s” e o “en” tem um único som.  Exceção – 7 letras e 6 fonemas, já que não tem som o “x”.


en ((Community trade mark - Opposition proceedings - Application for Community figurative mark GELENKGOLD - Earlier Community figurative mark representing a tiger - Relative ground for refusal - Likelihood of confusion - Alteration of the distinctive character of the earlier mark - Phonetic similarity of the signs - Article 8(1)(b) of Regulation (EC) No 207/2009))
Se conoce articulación del sonido a la colocación específica de los órganos de la boca (labios, lengua, paladar, velo del paladar, dientes, alvéolos, y paladar duro) en el momento de producirse el sonido. Debido a la movilidad de dos de los órganos de la cavidad bucal, la lengua y los labios, es en ella donde se origina la mayor parte de los sonidos.
É oportuna  a iniciativa de publicar uma obra de introdução aos estudos de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro (PB), destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como os de Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Evidentemente, adequar o registro de teorias muito complexas e específicas a estudantes iniciantes não é tarefa fácil, mesmo porque ainda há muita controvérsia entre as próprias teorias e subsistem algumas questões polêmicas da fonologia do PB, como é o caso da existência ou não de vogais nasais. No entanto, é conveniente que, até para o iniciante, sejam expostas várias teorias, embora discrepantes, para que ele desenvolva seu espírito crítico e não aceite nenhuma delas como verdade absoluta e inquestionável. Ao abordar as teorias fonológicas, Mikaela Roberto apresenta não só a proposta de Chomsky e Halle no The Sound Pattern of English, mas também as chamadas fonologias não lineares: a teoria autossegmental, a teoria métrica, a teoria lexical, a teoria da sílaba e a teoria prosódica. Grande espaço é dedicado no livro à variação fonética já descrita nas pesquisas sociolinguísticas brasileiras (capítulo 2) e, no capítulo 3, são apresentadas recentes teorias sobre os constituintes prosódicos, aplicadas à descrição do PB. A preocupação didática da autora perpassa o livro. No capítulo 4, ela exemplifica as transcrições fonéticas e fonológicas de palavras do PB, utilizando o IPA e se valendo da proposta de Cristófaro-Silva (2010). Prefácio

"Morgan provides a fresh approach, with a focus on real-life Spanish that I have not encountered in any other text. . . . Although many textbooks on Spanish pronunciation and phonetics have been published in recent years, Sonidos en contexto stands above the rest, surpassing, in my view, the quality of even the textbooks that have been mainstays as the most popular over the last few decades. . . . Morgan should be congratulated, as in Sonidos en contexto he has produced a textbook that is the most complete, most engaging, most varied in activities, most connected to real-life Spanish, and has the best audio program of any textbook on this subject."—Timothy L. Face, University of Minnesota, The Modern Language Journal
1.1. A disciplina Fonética e Fonologia do Português com 04 créditos teóricos, tem uma carga horária de 60 horas/aula, prevista no 5º período da Estrutura Curricular do Curso de Licenciatura em Letras – Habilitação em Língua Portuguesa, conforme o que estabelece a Resolução Nº 92/2005 – CEPE, de 16 de dezembro de 2005. A disciplina supracitada é um dos componentes pedagógicos da chamada base de formação acadêmica específica, conforme o Projeto Pedagógico do Curso de Letras (p.19).
38. ¿Dobladores?
What sets this book apart from other phonetics texts is its emphasis on real-world examples of spoken Spanish, using native pronunciation modeled in natural contexts. While other available texts stress phonetic theory, this one provides hands-on activities that are entertaining, culturally framed, and relevant to students’ interests and experiences.
33. ¿Dobladores?

An enhanced pedagogical framework provides a sophisticated and expedient set of linguistic tools. Written and oral exercises help students sharpen their pronunciation. Numerous maps, tables, figures, and illustrations guide students to an intuitive understanding of Spanish as used around the world. Augmented by online supplemental resources—including plentiful audio and video samples, class discussion topics, and group exercises— this textbook is designed to build students’ confidence while encouraging their participation and sharpening of conversational skills.
En algunas lenguas, tales como en Francés, hay otra cualidad de las vocales, y es la nasalidad. Algunas vocales son pronunciadas con un flujo de aire a través de la nariz y de la boca. Originalmente, estos sonidos fueron simplemente vocales seguidas por consonantes nasales. Pero a través del tiempo, el Francés mezcló las vocales y las consonantes nasales en una unidad.
De manera de estudiar los sonidos del lenguaje, primero necesitamos estudiar el tracto vocal. El habla comienza con los pulmones, los cuales inspiran y espiran aire.  El propósito inicial fue por supuesto obtener oxigeno y eliminar dióxido de carbono. Pero también es esencial para hablar. Hay morfemas que son  poco más que una inspiración: la h en inglés, por ejemplo.
Enquanto a Teoria Molde/Conteúdo procura explicar as preferências CV por fatores puramente biomecânicos através de mecanismos relacionados à nutrição e mastigação do bebê, a Fonologia Articulatória oferece uma explicação alternativa que concebe os movimentos da mandíbula e língua como gestos interiorizados. Segundo essa teoria, a co-ocorrência CV pode estar ligada à sinergia entre os gestos chamados consonantais e os vocálicos, que possuem durações diferentes.
Do segundo ao quinto capítulo da História ou Início da Alfabetização as consoantes são apresentadas seguindo a seqüência do “Método da Abelhinha”, no entanto, sendo introduzidas uma de cada vez e paralelamente são realizados exercícios de fixação, interligando os sons aos personagens da história. Dentre as atividades que podem ser realizadas podemos destacar: leitura oral, cópia de sons, identificação do som inicial, união de consoantes e vogais, ditado, identificação das vogais e consoantes maiúsculas e minúsculas e a utilização dos cartazes e código de sons. 
en Community trade mark – Definition and acquisition of the Community trade mark – Relative grounds for refusal – Opposition by the proprietor of an earlier identical or similar mark registered for identical or similar goods or services – Likelihood of confusion with the earlier mark – Similarity of the marks concerned – Whether conceptual differences may neutralise visual or aural similarities – Conditions (Council Regulation No 40/94, Art. 8(1)(b)) (see para.
4. Un poquito de teoría…
4.1. São estes os objetivos da disciplina Fonética e Fonologia do Português: (1) introdução aos estudos de fonética e de fonologia e (2) - treinamento em análise fonética e fonológica do Português. Mais especificamente, objetivamos o seguinte: (1) Levar o aluno a argumentar a favor ou contra hipóteses descritivas sobre a estruturação do sistema fonológico de línguas naturais;(2) Dar ao aluno um conjunto de noções teóricas que lhe permita desenvolver hipóteses explicativas para os processos fonológicos; (3) Apresentar aos alunos desde um ponto de vista histórico e descritivos os aspectos fundamentais da fonologia da língua portuguesa e (4) Levar o(a ) aluno(a) a aprimorar sua transcrição fonética com ênfase no Português Brasileiro(PB).

3 minutos Esta é uma atividade que você pode propôr a seu filho de 3 a 6 anos, antes mesmo de ele aprender as letras e seus nomes. Ela desenvolve a consciência fonêmica, mais especificamente a consciência dos sons iniciais das palavras. Saber identificar os “sonzinhos” das palavras (fones) e manipulá-los é uma habilidade muito importante no processo de aprendizado da leitura e da escrita. Para saber mais sobre o treino da consciência fonológica, a habilidade de ouvir, reconhecer e manipular as unidades sonoras Continue lendo→
Gracias a la fonética experimental se sabe que la mayoría de los sonidos, en especial las vocales, están constituidos por combinaciones de unas pocas frecuencias, los llamados formantes, que permiten al oído reconocer dicho sonido. La existencia de formantes está relacionada con el hecho de que dichos sonidos son de hecho ondas sonoras. Otros sonidos como las fricativas carecen de formantes y presentan una combinación de ondas aperiódicas en una banda amplia de frecuencias.
1.1 Introdução ....................................................................................................................15 1.2 Início dos estudos fonético-fonológicos ........................................................ 17 1.3 Fonética articulatória .............................................................................................18 1.4 Aparelho fonador ......................................................................................................19 1.5 Fonema e fone.............................................................................................................22 1.6 Variação .........................................................................................................................26 1.7 Traços distintivos......................................................................................................28 Síntese ...................................................................................................................................38 Prática ...................................................................................................................................40 2. Fonemas e alofones do português brasileiro  ................................................43
En los labios podemos hacer muchos sonidos también. Los más simples, tal vez, son los sonidos bilabiales, producidos al juntar los labios y luego liberar el sonido, tales como p y b, o al mantener los labios juntos y liberar el aire a través de la nariz, produciendo el sonido bilabial nasal m. También podemos oponer los dientes superiores con el labio inferior para los sonidos labiodentales, tales como la f.

2.1 Alfabeto Fonético Internacional (IPA)............................................................ 43 2.2 Vogais ............................................................................................................................44 2.3 Consoantes do PB ....................................................................................................54 2.4 Glides ou semivogais ................................................................................................63 Síntese ....................................................................................................................................64 Prática ....................................................................................................................................66 3. Constituintes prosódicos ............................................................................................69
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