2.1 Alfabeto Fonético Internacional (IPA)............................................................ 43 2.2 Vogais ............................................................................................................................44 2.3 Consoantes do PB ....................................................................................................54 2.4 Glides ou semivogais ................................................................................................63 Síntese ....................................................................................................................................64 Prática ....................................................................................................................................66 3. Constituintes prosódicos ............................................................................................69
1.1. A disciplina Fonética e Fonologia do Português com 04 créditos teóricos, tem uma carga horária de 60 horas/aula, prevista no 5º período da Estrutura Curricular do Curso de Licenciatura em Letras – Habilitação em Língua Portuguesa, conforme o que estabelece a Resolução Nº 92/2005 – CEPE, de 16 de dezembro de 2005. A disciplina supracitada é um dos componentes pedagógicos da chamada base de formação acadêmica específica, conforme o Projeto Pedagógico do Curso de Letras (p.19).
PROF. ÊNIO: É uma questão bem interessante e muito atual. Nas línguas que são escritas temos a letra e o fonema, que são coisas diferentes. A letra é uma realidade visual, e o fonema é uma realidade acústica. Mas o fonema é uma abstração, é algo que existe na consciência do falante, e que vai se realizar na forma de um fone. O fone é aquilo que a pessoa concretamente ouve. E esse fone tem variantes, que são os alofones. Quer dizer, um mesmo fonema será pronunciado de maneiras distintas conforme a pessoa ou conforme a região do país. Eu dou o exemplo da palavra “porta”. Haverá pessoas da região de Maringá, Londrina, que pronunciam o “r” um pouquinho retroflexivo, ou seja, a ponta da língua se dobra um pouco para trás; outros pronunciam diferentemente, e os dois estão falando português, obviamente. Não quer dizer que um esteja mais certo do que o outro. É verdade que o alofone muitas vezes vai revelar a região de onde a pessoa vem ou onde ela aprendeu a falar. Então, a dica que eu queria dar é que às vezes a criança aprende a falar numa certa região do país, e com 5 ou 6 anos se muda com a família para outra região. Lá ela vai para a escola e os coleguinhas riem da pronúncia dela, acham que está errada, consideram-na quase um marciano. Porque a infância e a adolescência são implacáveis, estão sempre prontos a pegar no pé de alguém, ou porque tem um defeito físico, ou porque pronuncia desse ou daquele modo. Portanto, vamos ao menos evitar as confusões e as inimizades no campo da linguagem. A língua tem uma folga, permite que você pronuncie o fonema de uma maneira ou de outra, com um ou outro alofone. Existem diversas maneiras de pronunciar o “r” da palavra “rio”, mas o rio continua sendo o mesmo, aquela corrente de água doce. Portanto, essas variantes devem ser toleráveis, devem ser expostas para as crianças. Os pais devem dizer à criança: “Olha, há pessoas que pronunciam assim, outras pronunciam de tal maneira.” São meras variantes, mas todos estão falando português e não há razões para ficar traumatizado ou de traumatizar os outros com a diferença de pronúncia. É um mero alofone, uma mera variação, uma liberdade que o idioma dá. Assim, não existe uma norma específica de pronúncia dos alofones em português. A pronúncia do noticiário da televisão é que provavelmente será a norma, mas isso talvez só saberemos daqui a cem anos. Portanto, convido e convoco os pais a ajudarem os filhos a tolerarem as diferenças de pronúncia, porque isso é bom para a criança, é bom para os colegas e é bom para o aprendizado da língua.
Um fonema em uma língua é uma abstração, faz parte do sistema fonológico que está na mente dos falantes. Nunca se realiza porque não é pronunciado. A produção dos falantes são os fones da língua, o fone é algo concreto realizado em um momento real por um falante. Sempre que for tratar da pronúncia de som usa-se o termo fone, porém, para facilitar o entendimento e não confundir as crianças usa-se som.

Algo interesante de hacer notar es que la tonalidad cruza las líneas de familias. En Asia, por ejemplo, la tonalidad se encuentra en la lengua China, Tai y  Vietnamita, las cuales son lenguas no relacionadas entre sí. Por otro lado, la lengua Tibetana y Burmesa están emparentadas al Chino, pero no son tonales. Tampoco lo es la lengua Khmer, emparentada al Vietnamita. La mayoría de las lenguas africanas son tonales, pero la lengua Swahili no lo es. La lengua Hausa, hablada en Nigeria, es tonal, pero lenguas emparentadas, como el Árabe, no lo son. Es posible que una u otra familia lingüística influenció otras a su alrededor, o fue original de un lugar antes de ser invadidos por hablantes de otra lengua.

Es la que estudia los sonidos de una lengua desde el punto de vista fisiológico; es decir, describe qué órganos orales intervienen en su producción, en qué posición se encuentran y cómo esas posiciones varían los distintos caminos que puede seguir el aire cuando sale por la boca, nariz, o garganta, para que se produzcan sonidos diferentes. No se ocupa de todas las actividades que intervienen en la producción de un sonido, sino que selecciona sólo las que tienen que ver con el lugar y la forma de articulación. Los símbolos fonéticos y sus definiciones articulatorias son las descripciones abreviadas de tales actividades. Los símbolos fonéticos que se usan más frecuentemente son los adoptados por la Asociación Fonética Internacional en el alfabeto fonético internacional (AFI) que se escriben entre corchetes.


A Fonologia é o estudo dos Fonemas (os sons) de uma língua. Para a Fonologia, o fonema é uma unidade acústica que não é dotada de significado. Isso significa que os fonemas são os diferentes sons que produzimos para exprimir nossas ideias, sentimentos e emoções a partir da junção de unidades distintas. Essas unidades, juntas, formam as sílabas e as palavras.
3. Un poquito de teoría…
7.1. Entendemos «Avaliação» como o conjunto de procedimentos e ações que, em contexto de ensino-aprendizagem, determina o grau de aquisição pelos estudantes do conjunto de conhecimentos, aptidões e competências, previamente estabelecidos nos objetivos da aprendizagem de uma determinada unidade curricular ou no conjunto de um curso, correspondendo à apreciação dos resultados.
A aquisição da linguagem sempre foi uma das áreas mais atraentes e estudadas da Linguística. Desde o início da sua fundação como ciência, a origem e os mecanismos que governam essa habilidade, tem fascinado não só profissionais da área como pessoas comuns. Talvez seja porque é a habilidade que nos distingue de todos os outros animais, ou até mesmo porque pais e mães de todo o mundo sempre esperaram ansiosamente pelos primeiros sons de seus filhos, balbucios aparentemente aleatórios aos quais se procura dar sentido. É comum os pais esperarem ansiosamente para ouvir o primeiro “papai” ou “mamãe” que a criança irá enunciar, seja em qual língua for.
En los labios podemos hacer muchos sonidos también. Los más simples, tal vez, son los sonidos bilabiales, producidos al juntar los labios y luego liberar el sonido, tales como p y b, o al mantener los labios juntos y liberar el aire a través de la nariz, produciendo el sonido bilabial nasal m. También podemos oponer los dientes superiores con el labio inferior para los sonidos labiodentales, tales como la f.
Do segundo ao quinto capítulo da História ou Início da Alfabetização as consoantes são apresentadas seguindo a seqüência do “Método da Abelhinha”, no entanto, sendo introduzidas uma de cada vez e paralelamente são realizados exercícios de fixação, interligando os sons aos personagens da história. Dentre as atividades que podem ser realizadas podemos destacar: leitura oral, cópia de sons, identificação do som inicial, união de consoantes e vogais, ditado, identificação das vogais e consoantes maiúsculas e minúsculas e a utilização dos cartazes e código de sons. 
Por ejemplo, la sílaba yi puede tener muchos significados. Con el tono 1 significa trapo, con el tono 2 significa sospechar, con el tono 3 significa silla, con el tono 4 significa significado. La sílaba wu significa casa, nadie, cinco y niebla, respectivamente. Y ma significa madre, cañamo, caballo y reprender, respectivamente. En la trascripción oficial, los cuatro tonos son indicados a través de ¯, ´, ˇ, y `.
A aquisição da linguagem sempre foi uma das áreas mais atraentes e estudadas da Linguística. Desde o início da sua fundação como ciência, a origem e os mecanismos que governam essa habilidade, tem fascinado não só profissionais da área como pessoas comuns. Talvez seja porque é a habilidade que nos distingue de todos os outros animais, ou até mesmo porque pais e mães de todo o mundo sempre esperaram ansiosamente pelos primeiros sons de seus filhos, balbucios aparentemente aleatórios aos quais se procura dar sentido. É comum os pais esperarem ansiosamente para ouvir o primeiro “papai” ou “mamãe” que a criança irá enunciar, seja em qual língua for.
consciência fonêmica e a sua relação com o processo de alfabetização. O capítulo termina com uma reflexão sobre o ensino da ortografia. Todos os capítulos apresentam uma síntese dos conteúdos estudados e exercícios. Ao final do livro, há um glossário com a definição dos termos que aparecem destacados ao longo da obra, e uma chave de respostas comentadas pode ser baixada gratuitamente do site da Parábola Editorial, desde a página do livro no link   a seguir: https://goo.gl/TnFnke. Mais do que revisitar teorias e apresentar orientações práticas de transcrição ou análise de processos fonológicos, nosso objetivo é apresentar em uma linguagem bastante acessível as noções mais elementares da área a professores da educação básica e a estudantes de graduação em Letras e áreas afins, muitas vezes sem a formação e o conhecimento linguístico necessários para uma atuação eficiente no ensino da escrita e da leitura. Nosso fio condutor é a associação com a oralidade para enfrentar as dificuldades vivenciadas durante o processo de aprendizagem da escrita, principalmente na fase inicial da alfabetização. Não apenas no capítulo final, mas ao longo dos demais capítulos, são feitas observações e reflexões sobre o papel do professor frente a diferentes fenômenos abordados no livro. Esperamos que esta obra seja de real proveito aos que dela fizerem uso. Mikaela Roberto

O que falamos nas conversas cotidianas, mais dia, menos dia, cai no esquecimento. O que escrevemos, não. Fica registrado e isso, com maior ou menor intensidade para cada um de nós, acaba significando uma ameaça. Sentimo-nos mais expostos e sujeitos a críticas. Isso  pode nos “travar”, mas também pode ser encarado como um desafio, que todos somos capazes de vencer.
5 minutos Publicamos recentemente um vídeo com algumas indicações de atividades para as crianças durante uma viagem. Nos comentários, os leitores nos presentearam com indicações criativas que merecem ser compartilhadas com outros pais. Escolhemos algumas que promovem o desenvolvimento da linguagem, exercitam a memória e o raciocínio lógico. Criando histórias e explorando a ordem alfabética Durante suas viagens, a Raquel Pereira brinca com toda a família de inventar narrativas ou diálogos explorando as letras do alfabeto. Ela diz uma frase cuja primeira palavra começa Continue lendo→ 									

en 26 It also follows from the case-law that two marks are similar where, from the point of view of the relevant public, they are at least partially identical as regards one or more relevant aspects, namely the visual, aural and conceptual aspects (MATRATZEN, paragraph 19 above, paragraph 30, and CAPIO, paragraph 17 above, paragraph 89; see also, by analogy, SABEL, paragraph 18 above, paragraph 23).

El aire pasa de los pulmones a los bronquios y después a la tráquea, en cuya parte superior se sitúa la laringe. En la laringe, se sitúan las cuerdas vocales, dos músculos flexibles que vibran con el paso del tiempo de la respiración. Si las cuerdas vocales se aproximan y vibran, se producen los sonidos sonoros. Por el contrario, si las cuerdas vocales no vibran y dejan pasar el aire libremente, se producen los sonidos sordos.
De acuerdo con todo esto hay que distinguir entre sonidos (fonos), fonemas y letras (grafemas), aunque existen muchas coincidencias también hay desacuerdos muy importantes que apoyan esta diferencia. El fonema es un concepto mental, el fono es descriptible en términos de fonética articulatoria y acústica y la escritura es un sistema convencional para representar el nivel fonológico. Sin embargo, la escritura basada generalmente en grafemas o "letras" generalmente no es una representación en la que cada grafema corresponda a un fonema. Por ejemplo, la letra del español actual corresponde al fonema /b/ que es una consonante bilabial, oclusiva, sonora; pero el fonema /v/ que corresponde a una consonante labiodental, fricativa, sonora ha desaparecido en el sistema fonético actual, sobre el que se discute si estuvo presente en el castellano antiguo. Además hay letras que no representan fonema alguno como es el caso de la letra que es muda en nuestra lengua. La escribimos como recuerdo histórico de una aspiración o de una inicial del latín, pero no tiene valor fonético. Por otro lado, algunas letras representan varios sonidos, como la : [θ] y [k] en España, y [s] y [k] en Hispanoamérica, zonas de Andalucía y Canarias.

PROF. ÊNIO: É uma questão bem interessante e muito atual. Nas línguas que são escritas temos a letra e o fonema, que são coisas diferentes. A letra é uma realidade visual, e o fonema é uma realidade acústica. Mas o fonema é uma abstração, é algo que existe na consciência do falante, e que vai se realizar na forma de um fone. O fone é aquilo que a pessoa concretamente ouve. E esse fone tem variantes, que são os alofones. Quer dizer, um mesmo fonema será pronunciado de maneiras distintas conforme a pessoa ou conforme a região do país. Eu dou o exemplo da palavra “porta”. Haverá pessoas da região de Maringá, Londrina, que pronunciam o “r” um pouquinho retroflexivo, ou seja, a ponta da língua se dobra um pouco para trás; outros pronunciam diferentemente, e os dois estão falando português, obviamente. Não quer dizer que um esteja mais certo do que o outro. É verdade que o alofone muitas vezes vai revelar a região de onde a pessoa vem ou onde ela aprendeu a falar. Então, a dica que eu queria dar é que às vezes a criança aprende a falar numa certa região do país, e com 5 ou 6 anos se muda com a família para outra região. Lá ela vai para a escola e os coleguinhas riem da pronúncia dela, acham que está errada, consideram-na quase um marciano. Porque a infância e a adolescência são implacáveis, estão sempre prontos a pegar no pé de alguém, ou porque tem um defeito físico, ou porque pronuncia desse ou daquele modo. Portanto, vamos ao menos evitar as confusões e as inimizades no campo da linguagem. A língua tem uma folga, permite que você pronuncie o fonema de uma maneira ou de outra, com um ou outro alofone. Existem diversas maneiras de pronunciar o “r” da palavra “rio”, mas o rio continua sendo o mesmo, aquela corrente de água doce. Portanto, essas variantes devem ser toleráveis, devem ser expostas para as crianças. Os pais devem dizer à criança: “Olha, há pessoas que pronunciam assim, outras pronunciam de tal maneira.” São meras variantes, mas todos estão falando português e não há razões para ficar traumatizado ou de traumatizar os outros com a diferença de pronúncia. É um mero alofone, uma mera variação, uma liberdade que o idioma dá. Assim, não existe uma norma específica de pronúncia dos alofones em português. A pronúncia do noticiário da televisão é que provavelmente será a norma, mas isso talvez só saberemos daqui a cem anos. Portanto, convido e convoco os pais a ajudarem os filhos a tolerarem as diferenças de pronúncia, porque isso é bom para a criança, é bom para os colegas e é bom para o aprendizado da língua.

tudo das chamadas vogais nasais. Em sequência, os fonemas e alofones consonantais são apresentados, com destaque para os róticos. O capítulo é concluído com o estudo dos  glides ou semivogais . O terceiro capítulo explora os constituintes prosódicos, especificamente o estudo da sílaba e do acento no PB. São apresentados os elementos possíveis nas diferentes posições silábicas (ataque, núcleo e coda). A partir da posição na estrutura silábica, retoma-se o estudo dos  glides ou semivogais e se resgatam conceitos como os de ditongo, hiato, dígrafo e encontros consonantais. Os demais constituintes prosódicos são brevemente explorados. O quarto capítulo é um detalhado exercício de transcrição das variações do português brasileiro. Após rápida explanação do uso de diacríticos e da diferença entre os dois tipos de transcrição, um quadro com palavras da língua é apresentado, contendo transcrições que merecem estudo. Algumas possíveis transcrições de cada uma das palavras apresentadas são explicadas em detalhes, contemplando diferentes fenômenos de variação sociolinguística, preparando para a leitura do capítulo seguinte. No quinto capítulo, são estudados os processos fonológicos característicos da língua. O capítulo retoma fenômenos mencionados no quarto capítulo, durante o detalhamento das transcrições. Os processos são organizados em quatro categorias: por apagamento ou supressão, por acréscimo, por transposição e por substituição. A noção de ressilabação é explorada, além da noção de desvio fonológico, relevante para a formação de professores. Por fim, o sexto capítulo trata das relações entre fonemas e grafemas e explana a organização do sistema alfabético do PB. Aqui se inicia o estudo da relação entre oralidade e escrita a partir do caráter convencional da norma ortográfica. Apresenta-se, em sequência, a noção de transparência/opacidade do sistema alfabético do português brasileiro (doravante, PB), resgatando a evolução ortográfica da língua e explorando introdutoriamente o impacto da última alteração no sistema oficial da escrita do PB, pelo Acordo de 1990. O foco central do capítulo são os princípios de correspondência grafêmico-fonológica e fonológico-grafêmica do sistema alfabético do PB, aplicados à leitura e à escrita. Especial destaque é dado à noção de consciência fonológica, também conhecida como metafonologia, especificamente ao desenvolvimento da 12
Es el estudio de la fonética desde el punto de vista de las ondas sonoras. Se ocupa de la medición científica de las ondas de sonido que se crean en el aire cuando hablamos. Así como a los fonemas les atribuimos unos rasgos articulatorios, a los sonidos les podremos atribuir unos rasgos acústicos: vocálico/no vocálico y consonántico/no consonántico, compacto/difuso sonoro/sordo, nasal/oral, intercepto/continuo, estridente/mate, grave/agudo. Estas mediciones se reflejan en espectrogramas, en los que quedan reflejados los distintos formantes en que se descomponen los sonidos.
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