Agradecimentos Agradeço a todos os que ajudaram para que este guia se transformasse em uma contribuição consistente à formação linguística dos leitores. Agradeço especialmente a meus alunos da primeira turma de mestrado do ProfLetras (2013) na UFRRJ, por suas observações à versão preliminar desta obra, adotada na disciplina “Fonologia, variação e ensino”; e aos alunos de fonética e fonologia do 5º período do curso de Letras da UFRRJ, turma 2013-2, que também estudaram uma versão preliminar desta obra. Agradeço a dedicação de Letícia Martins, bolsista em revisão do Laboratório de Assessoria Linguística (LAL) do Departamento de Letras e Comunicação (DLC) da UFRRJ, que ajudou a revisar a obra e a elaborar o glossário. Não posso deixar de registrar meu agradecimento a João Carlos Lopes, professor de língua inglesa da UFRRJ, pelo incentivo à publicação; e a Mônica Toledo Piza, professora de língua portuguesa da UFRRJ, pelo olhar crítico na avaliação das atividades propostas. Agradeço a Marli Hermenegilda Pereira, também professora de língua portuguesa na UFRRJ, por revisar com seu crivo técnico as várias versões que o texto ganhou, até estar pronto. Registro, ainda, meus agradecimentos a Gabriel Paz, aluno do curso de Belas Artes da UFRRJ, pela valiosa ilustração, e a seu orientador, Alexandre Guedes, por toda a dedicação e carinho em seu trabalho. À minha orientanda, Leda Loth, sou grata pelo auxílio nas reflexões relativas ao sexto capítulo. Ao professor José Magalhães (UFU), coordenador da área de “Fonologia, variação e ensino” do ProfLetras, agradeço por não ter poupado esforços para me auxiliar durante o processo de elaboração desta obra, com suas construtivas e preciosas sugestões, além de seu amplo incentivo para a publicação. Agradecimentos
O English4Brazil vai muito mais além do “the book is on the table” e do “verbo to be” que são “aprendidos” no colégio. Aqui, compreendi que, além da gramática e da ortografia, saber COMO se fala o Inglês é fundamental. A fonética, até então por mim desconhecida, passou a ser uma das principais ferramentas de aprendizado, aliada à interação constante com os professores e colegas e curso.

A aquisição da linguagem sempre foi uma das áreas mais atraentes e estudadas da Linguística. Desde o início da sua fundação como ciência, a origem e os mecanismos que governam essa habilidade, tem fascinado não só profissionais da área como pessoas comuns. Talvez seja porque é a habilidade que nos distingue de todos os outros animais, ou até mesmo porque pais e mães de todo o mundo sempre esperaram ansiosamente pelos primeiros sons de seus filhos, balbucios aparentemente aleatórios aos quais se procura dar sentido. É comum os pais esperarem ansiosamente para ouvir o primeiro “papai” ou “mamãe” que a criança irá enunciar, seja em qual língua for.
A fonética refere-se ao ensino das associações letra-som e aos padrões de letras usados ​​para soletrar palavras (Snow, Burns e Griffin, 1998 p.51). A instrução fonética pressupõe que o aluno tenha consciência fonológica. Também pressupõe que o aluno possui o princípio alfabético, que se refere a entender que existem relações consistentes entre “símbolos de letras” e “sons de letras”.
Apresentação Este livro surgiu da necessidade de sistematizar os estudos previstos em disciplinas introdutórias aos estudos de fonética e fonologia em nível de graduação. Para além dos tópicos de fonética e fonologia comumente abordados em obras introdutórias sobre o assunto, esta obra estuda a relação oralidade-escrita, tópico nem sempre abordado nessas disciplinas, mas útil à formação de professores de língua materna e alfabetização. A conclusão da versão preliminar do livro coincidiu com o início das atividades do ProfLetras, mestrado profissional em rede proposto pelo MEC, com sede na UFRN, e do qual inúmeras universidades brasileiras fazem parte, somando esforços para fortalecer a formação dos professores da educação básica no Brasil. Esta obra contribui para essa formação, por ter sido escrita em uma linguagem acessível ao público ao qual se destina, promovendo reflexão sobre a relação entre oralidade e escrita nos seis capítulos em que está organizada. No primeiro capítulo, são apresentados conceitos gerais necessários aos estudos fonético-fonológicos. Faz-se uma breve introdução ao início desses estudos e, em seguida, são detalhados aspectos da fonética articulatória e da estruturação e funcionamento do aparelho fonador, essenciais à compreensão do processo de fonação e produção da fala. O capítulo ainda aborda noções basilares da fonologia, tais como fonema e alofonia, fundamentais para a compreensão dos capítulos seguintes da obra. No segundo capítulo, o quadro de fonemas do português brasileiro é contemplado, bem como os principais alofones da língua. A partir da classificação do Alfabeto Fonético Internacional (International Phonetic Alphabet — IPA), as vogais da língua são exploradas, com ênfase no esApresentação
3 minutos Existe um tipo de balbucio praticamente desconhecido pela maioria dos pais: o balbucio do homem trabalhador (termo cunhado por Maria Montessori). Por desconhecê-lo, nós geralmente cometemos um erro grave na educação de nossos filhos. É sobre isso que eu falo no segundo e último vídeo da minissérie sobre balbucio. Assista! Este artigo é uma continuação do artigo anterior. Nem só de sons verbais e musicais vivem as crianças. Existe também nelas uma inclinação às ações dos adultos. Desde pequenas, observam seus pais Continue lendo→

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“This textbook is an introduction to the sounds of Spanish and provides a comprehensive account appropriate for students with little background in linguistics and phonetics. . . . A strength of this textbook is the clear presentation of the main concepts as well as the comparisons drawn between the sounds of Spanish and those of English from a theory-independent perspective. Compared to many other phonology textbooks, the explanations are quite brief and straightforward, and are always accessible to the student. . . . What most distinguishes this book from other recently published textbooks is the considerable breadth and range of activities that accompany each chapter. In most chapters there are more pages dedicated to transcription practice, aural comprehension activities, and phonological problems than are dedicated to the actual exposition of the material. The author strives to provide engaging, culturally driven activities taken from real-life modern Spanish sources. The full-color photographs of Spanish billboards, newspaper headlines, and product packaging provide examples of phonological processes (e.g. assimilation, lenition) that complement the prose of the chapter. . . . Learners will gain a solid understanding of the sound system and improve their pronunciation of Spanish from the clarity of the explanations, from the extensive written and oral practice exercises, and from the high-quality audio program that features speakers from across the Spanish-speaking world. This book showcases the author’s unique ability to provide fresh, relevant examples to explain the fundamental concepts of Spanish phonetics.”—Jason Doroga, University of Wisconsin-Madison, eLanguage

pt 26 Resulta igualmente da jurisprudência que, duas marcas são semelhantes quando, do ponto de vista do público pertinente, exista entre elas uma igualdade, pelo menos parcial, relativamente a um ou vários aspectos pertinentes, ou seja, os aspectos visual, fonético e conceptual (acórdãos MATRATZEN, já referido no n.° 19, supra, n.° 30, e CAPIO, já referido no n.° 17, supra, n.° 89; v. igualmente, por analogia, acórdão SABEL, já referido no n.° 18, supra, n. ° 23).


Já a teoria MCL, que se ocupa do trato vocal inferior, propõe que a origem da fala está na laringe. De acordo com essa teoria, os primeiros sons, independentemente do ambiente linguístico no qual a criança está inserida, são produzidos nessa região do trato vocal. Segundo Esling, o trato vocal inferior da criança é mais adequado para combinações envolvendo consoantes laríngeas. A medida que o bebê se desenvolve, a fala vai se tornando cada vez mais bucalizada, ou seja, as vocalizações passam a se originar também das regiões mais superiores do trato vocal.


1.1. A disciplina Fonética e Fonologia do Português com 04 créditos teóricos, tem uma carga horária de 60 horas/aula, prevista no 5º período da Estrutura Curricular do Curso de Licenciatura em Letras – Habilitação em Língua Portuguesa, conforme o que estabelece a Resolução Nº 92/2005 – CEPE, de 16 de dezembro de 2005. A disciplina supracitada é um dos componentes pedagógicos da chamada base de formação acadêmica específica, conforme o Projeto Pedagógico do Curso de Letras (p.19).
Os processos fonológicos, que são universais, podem ser examinados sob a ótica diacrônica, sincrônica ou sob ambas. Mikaela Roberto se detém na segunda, com vistas à aplicação aos estudos de aquisição da linguagem, à variação sociolinguística, às práticas de alfabetização e à clínica fonoaudiológica. É importante conhecer tais processos, que são naturais, para não confundi-los com desvios fonológicos. Sabemos da existência de uma tendência em curso nos primeiros anos do ensino fundamental: “patologizar” a criança que apresente algum problema de aprendizagem, particularmente no processo de alfabetização. Rotula-se a criança como disléxica, por exemplo, quando a causa está, muitas vezes, no despreparo do professor, na falha ou ausência de método e/ou na inadequação do material pedagógico. Sem priorizar o enfoque, a autora menciona a importância dos processos fonéticos e fonológicos nas mudanças das línguas (estudo diacrônico). No que se refere aos cursos de Letras, tais fenômenos vinham (e vêm) sendo estudados com o nome de metaplasmos, na disciplina de história (interna) da língua, sob o prisma filológico e como fatos isolados. O capítulo 6 é dedicado ao ensino da ortografia, ao qual os professores de português reservam grande espaço em suas aulas, sem obter os resultados desejados, uma vez que sua didática permanece centrada na memorização de regras e/ou de listas com exceções, sem um fundamento científico baseado nos princípios do sistema alfabético do PB. Mikaela Roberto demonstra que a ortografia pode ser ensinada de uma forma inteligente, valendo-se das generalizações e previsibilidades possíveis, ao se depreender a conversão dos fonemas em grafemas, independentemente do contexto fonológico, e a que pode ser prevista pela morfossintaxe (Scliar-Cabral, 2003). Ao final de cada capítulo, o estudante encontrará uma síntese dos conteúdos principais e atividades para autoavaliação. Ao final do livro, um glossário também auxilia o estudante a compreender o significado básico das palavras especializadas. Cumpre-se, assim, o objetivo da autora de produzir uma obra para iniciantes no estudo da fonética, da fonologia e da ortografia do PB.
Se emiten diferentes clases de vocales según varíe la posición de la lengua, tanto a partir de su eje vertical (alta, media y baja), como a partir de su eje horizontal (anterior, central y posterior). Por ejemplo, en español son vocales altas las vocales de la palabra huir; es decir, la [i] y la [u]. Son vocales medias la [e] y la [o]; es decir, las vocales de la palabra pero y es vocal baja la [a] de la palabra va. Así, la lengua va de abajo arriba para pronunciar las dos vocales seguidas de la palabra aire, pero desciende a una posición media para pronunciar su última vocal. Hace el camino contrario de arriba abajo para pronunciar puerta. Son vocales anteriores del español la [i] y la [e]; es decir, las vocales seguidas de la palabra piel; las vocales posteriores son la [o] y la [u]; es decir, las vocales de la palabra muro; la [a] es la vocal central. La lengua se mueve de atrás hacia adelante para emitir las vocales de la palabra totales, y hace el camino contrario para emitir las vocales de la palabra piélago. Las posiciones que mantiene la lengua para emitir las vocales u, i y a constituyen los vértices del llamado esquema vocálico uai.
5 minutos Quando uma criança apresenta certos sinais que sugerem dificuldades na comunicação oral é possível fazer alguma coisa para ajudá-la, além de buscar um tratamento especializado? Neste artigo, mostrarei que sim e apontarei algumas das principais formas de estimulação que os pais podem promover nos primeiros anos de vida dos filhos para auxiliá-los no desenvolvimento da comunicação oral. Porém, é preciso permanecer alerta. Se mesmo com a realização sistemática de estímulos e atividades, as dificuldades permanecerem, um profissional capacitado deverá ser consultado. Desde Continue lendo→

A Fonética é o estudo dos aspectos acústicos e fisiológicos dos sons efetivos (reais) dos atos de fala no que se refere à produção, articulação e variedades. Em outras palavras, a Fonética preocupa-se com os sons da fala em sua realização concreta. Quando um falante pronuncia a palavra 'dia', à Fonética interessa de que forma a consoante /d/ é pronunciada: /d/ /i/ /a/ ou /dj/ /i/ /a/.
51. A modo de conclusión

En Inglés el asunto se complejiza, en tanto existen alrededor de 14 sonidos vocálicos. Estos 14 sonidos vocálicos son encontrados en las siguientes palabras: beet, bit, bait, bet, bat, car, pot (en Inglés Británico), bought, boat, book, boot, bird, but, y la a in ago. Existen también tres diptongos o doble vocales: bite, cow, y boy. Los diptongos involucran off-glides. Puedes oír la y en “bite” y en “boy”, y la w en “cow”. De hecho, los sonidos en “bait” y en “boat” también son diptongos, pero las respectivas primeras partes del diptongo son diferentes a los sonidos cercanos en las palabras “bet” y “bought”.
Com base nestes resultados de pesquisas semelhantes, é vital que pais e educadores entendam que, tanto as habilidades de consciência fonológica quanto fonêmica sejam desenvolvidas na primeira infância. É necessário que essas habilidades sejam explicitamente avaliadas no final da pré-escola, no primeiro ano de escolaridade formal e novamente no segundo ano.
23. El bingo de los fonemas
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