Essa postagem é dedicada a amiga e educadora, alfabetizadora dedicada, leitora contumaz, Profª Angélica. Antes dela, além de escutar daqui e dali falarem de um método denominado Fônico ou "Da Abelhinha" eu, apesar de já ter alfabetizado várias e várias classes, sequer o havia experimentado. Passamos do medo às experiências com silabação e palavração, vivemos as angústias do chamado Construtivismo, à época tão tábua de salvação quanto completamente ignorado pela grande maioria dos alfabetizadores. Dele, sabia-se apenas o jargão "não é método, é postura"..... Bem, minha experiência com o Método Fônico foi inesquecível. É claro que as dúvidas surgiam, o receio de não ver logo os resultados, a cobrança por parte dos pais e também a necessidade de cumprir os conteúdos propostos pela unidade escolar fazem a cabeça do professor girar. Mas, como disse anteriormente, Angélica, tão anjo quanto o próprio nome, trazia em si uma vivacidade, uma vontade, uma alegria! Sempre disposta a demonstrar as etapas, os sons, a dar dicas de atividades interessantes, foi, nesta época e continuará sempre sendo uma pessoa extremamente cara e especial. A experiência foi um sucesso, a turma lia e lia, em pouquíssimo tempo, e com gosto! Como gostavam de ler, descobriam os sons, juntavam e simplesmente nunca mais se esqueciam! Foi um ano inesquecível aquele! Angélica, essa partezinha do Blog é dedicada a você, amiga! (Liza)
De acuerdo con todo esto hay que distinguir entre sonidos (fonos), fonemas y letras (grafemas), aunque existen muchas coincidencias también hay desacuerdos muy importantes que apoyan esta diferencia. El fonema es un concepto mental, el fono es descriptible en términos de fonética articulatoria y acústica y la escritura es un sistema convencional para representar el nivel fonológico. Sin embargo, la escritura basada generalmente en grafemas o "letras" generalmente no es una representación en la que cada grafema corresponda a un fonema. Por ejemplo, la letra del español actual corresponde al fonema /b/ que es una consonante bilabial, oclusiva, sonora; pero el fonema /v/ que corresponde a una consonante labiodental, fricativa, sonora ha desaparecido en el sistema fonético actual, sobre el que se discute si estuvo presente en el castellano antiguo. Además hay letras que no representan fonema alguno como es el caso de la letra que es muda en nuestra lengua. La escribimos como recuerdo histórico de una aspiración o de una inicial del latín, pero no tiene valor fonético. Por otro lado, algunas letras representan varios sonidos, como la : [θ] y [k] en España, y [s] y [k] en Hispanoamérica, zonas de Andalucía y Canarias.
Quando se usa o método fônico se melhora a compreensão do texto. No método ideovisual, onde o professor dá logo o texto, o que acontece é que a criança tende a memorizar as palavras. Porém, o código alfabético não se presta à memorização fácil porque as letras são muito parecidas. Com isso, o que acontece é que a criança troca as palavras quando lê (paralexia) e troca palavras na escrita (paragrafia). Esses erros ocorrem porque o alfabeto não se presta à memorização visual. Ele tem que ser decodificado. Ele foi inventado pelos Fenícios para mapear sons da fala, por isso é eficiente. Se você sabe decodificar não precisa memorizar.
Aunque se hable de tres fonéticas, no hay que pensar que son tres aspectos separados. La fonética es una sola. Esas tres partes son tres puntos de vista del mismo fenómeno. En cada momento se podrá adoptar el punto de vista más adecuado para describir un fenómeno, pero forzosamente esa perspectiva estará relacionada con los otros dos aspectos. De hecho, la onda sonora, aunque haya sido situada fuera del emisor y del receptor, se origina en el primero y es recibida por el segundo.
37. ¿Dobladores?
Os resultados não refutam nem confirmam as proposições teóricas mencionadas, mas sugerem que esse processo pode depender de características individuais de cada criança e apontam para a necessidade de mais estudos que investiguem não só o papel da influência do ambiente, como também a interação entre criança e adulto durante o processo de aquisição.
¡Hola! ¿Tienes un texto en inglés y quieres saber cómo pronunciarlo? Este transcriptor en línea de texto en inglés a transcripción fonética AFI convertirá tu texto en inglés en su transcripción fonética usando el Alfabético Fonético Internacional. Pega o tipea tu texto en inglés en el campo de texto de arriba y haz clic en el botón “Mostrar transcripción” (o usa el atajo [Ctrl+Enter] desde el área de ingreso de texto).
Para o correto diagnóstico é necessário recolher informação relativa a aspetos como os fatores estruturais, a existência de dificuldades de coordenação motora e sensoriais, o desenvolvimento da linguagem e a fatores ambientais ou evolutivos. Para além destes aspetos, é necessário identificar-se os erros articulatórios propriamente ditos. Para isso, analisar amostras de fala espontâneas e aplicar testes de articulação, tais como: Teste de Articulação Verbal (TAV); Teste Fonético-Fonológico – Avaliação da Linguagem Pré-Escolar (TFF-ALPE); Prova de Avaliação da Articulação de Sons em Contexto de Frase para o Português Europeu.
30. Cada acento en su sitio…
É oportuna  a iniciativa de publicar uma obra de introdução aos estudos de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro (PB), destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como os de Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Evidentemente, adequar o registro de teorias muito complexas e específicas a estudantes iniciantes não é tarefa fácil, mesmo porque ainda há muita controvérsia entre as próprias teorias e subsistem algumas questões polêmicas da fonologia do PB, como é o caso da existência ou não de vogais nasais. No entanto, é conveniente que, até para o iniciante, sejam expostas várias teorias, embora discrepantes, para que ele desenvolva seu espírito crítico e não aceite nenhuma delas como verdade absoluta e inquestionável. Ao abordar as teorias fonológicas, Mikaela Roberto apresenta não só a proposta de Chomsky e Halle no The Sound Pattern of English, mas também as chamadas fonologias não lineares: a teoria autossegmental, a teoria métrica, a teoria lexical, a teoria da sílaba e a teoria prosódica. Grande espaço é dedicado no livro à variação fonética já descrita nas pesquisas sociolinguísticas brasileiras (capítulo 2) e, no capítulo 3, são apresentadas recentes teorias sobre os constituintes prosódicos, aplicadas à descrição do PB. A preocupação didática da autora perpassa o livro. No capítulo 4, ela exemplifica as transcrições fonéticas e fonológicas de palavras do PB, utilizando o IPA e se valendo da proposta de Cristófaro-Silva (2010). Prefácio
4.1. São estes os objetivos da disciplina Fonética e Fonologia do Português: (1) introdução aos estudos de fonética e de fonologia e (2) - treinamento em análise fonética e fonológica do Português. Mais especificamente, objetivamos o seguinte: (1) Levar o aluno a argumentar a favor ou contra hipóteses descritivas sobre a estruturação do sistema fonológico de línguas naturais;(2) Dar ao aluno um conjunto de noções teóricas que lhe permita desenvolver hipóteses explicativas para os processos fonológicos; (3) Apresentar aos alunos desde um ponto de vista histórico e descritivos os aspectos fundamentais da fonologia da língua portuguesa e (4) Levar o(a ) aluno(a) a aprimorar sua transcrição fonética com ênfase no Português Brasileiro(PB). 									

Os processos fonológicos, que são universais, podem ser examinados sob a ótica diacrônica, sincrônica ou sob ambas. Mikaela Roberto se detém na segunda, com vistas à aplicação aos estudos de aquisição da linguagem, à variação sociolinguística, às práticas de alfabetização e à clínica fonoaudiológica. É importante conhecer tais processos, que são naturais, para não confundi-los com desvios fonológicos. Sabemos da existência de uma tendência em curso nos primeiros anos do ensino fundamental: “patologizar” a criança que apresente algum problema de aprendizagem, particularmente no processo de alfabetização. Rotula-se a criança como disléxica, por exemplo, quando a causa está, muitas vezes, no despreparo do professor, na falha ou ausência de método e/ou na inadequação do material pedagógico. Sem priorizar o enfoque, a autora menciona a importância dos processos fonéticos e fonológicos nas mudanças das línguas (estudo diacrônico). No que se refere aos cursos de Letras, tais fenômenos vinham (e vêm) sendo estudados com o nome de metaplasmos, na disciplina de história (interna) da língua, sob o prisma filológico e como fatos isolados. O capítulo 6 é dedicado ao ensino da ortografia, ao qual os professores de português reservam grande espaço em suas aulas, sem obter os resultados desejados, uma vez que sua didática permanece centrada na memorização de regras e/ou de listas com exceções, sem um fundamento científico baseado nos princípios do sistema alfabético do PB. Mikaela Roberto demonstra que a ortografia pode ser ensinada de uma forma inteligente, valendo-se das generalizações e previsibilidades possíveis, ao se depreender a conversão dos fonemas em grafemas, independentemente do contexto fonológico, e a que pode ser prevista pela morfossintaxe (Scliar-Cabral, 2003). Ao final de cada capítulo, o estudante encontrará uma síntese dos conteúdos principais e atividades para autoavaliação. Ao final do livro, um glossário também auxilia o estudante a compreender o significado básico das palavras especializadas. Cumpre-se, assim, o objetivo da autora de produzir uma obra para iniciantes no estudo da fonética, da fonologia e da ortografia do PB.
10. Usando la radio
en Essentially, it held that, in view of, inter alia, the important elements of similarity between the mark applied for and the earlier word mark PAM-PAM, the very strong similarity between the goods and the intrinsic distinctive nature of the earlier word mark PAM-PAM, the visual and phonetic differences highlighted were not such as to avoid a likelihood of confusion (paragraph 28 of the contested decision).
What sets this book apart from other phonetics texts is its emphasis on real-world examples of spoken Spanish, using native pronunciation modeled in natural contexts. While other available texts stress phonetic theory, this one provides hands-on activities that are entertaining, culturally framed, and relevant to students’ interests and experiences.
A aquisição da linguagem sempre foi uma das áreas mais atraentes e estudadas da Linguística. Desde o início da sua fundação como ciência, a origem e os mecanismos que governam essa habilidade, tem fascinado não só profissionais da área como pessoas comuns. Talvez seja porque é a habilidade que nos distingue de todos os outros animais, ou até mesmo porque pais e mães de todo o mundo sempre esperaram ansiosamente pelos primeiros sons de seus filhos, balbucios aparentemente aleatórios aos quais se procura dar sentido. É comum os pais esperarem ansiosamente para ouvir o primeiro “papai” ou “mamãe” que a criança irá enunciar, seja em qual língua for.
[1] No dia 4 de junho de 2008, o professor Vicente Martins entregou uma cópia deste Plano de Disciplina, acompanhado da Programação de Aulas, à Coordenação do Curso de Letras para que, em reunião do Colegiado, procedesse com a leitura, apreciação crítica e avaliação acadêmica. Uma outra cópia dos dois documentos foi anexada à apostila (textos) dos alunos do 4° período, matriculados na disciplina Fonética e Fonologia da Portuguesa, no turnos matinal.
3. Un poquito de teoría…
El aire pasa de los pulmones a los bronquios y después a la tráquea, en cuya parte superior se sitúa la laringe. En la laringe, se sitúan las cuerdas vocales, dos músculos flexibles que vibran con el paso del tiempo de la respiración. Si las cuerdas vocales se aproximan y vibran, se producen los sonidos sonoros. Por el contrario, si las cuerdas vocales no vibran y dejan pasar el aire libremente, se producen los sonidos sordos.
34. ¿Dobladores?
Síntese ..................................................................................................................................112 Prática ..................................................................................................................................114 5. Processos fonológicos .................................................................................................117
11. Usando la radio

CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ R548f  Roberto, Tania Mikaela Garcia Fonologia, fonética e ensino : guia introdutório / Mikaela Roberto. - 1. ed. - São Paulo : Parábola Editorial, 2016. 176 p. ; 23 cm. (Estratégias de ensino ; 55) Inclui bibliografia, índice e glossário ISBN 978-85-7934-124-3 1. Língua portuguesa - Fonética. 2. Língua portuguesa - Fonologia. 3. Língua portuguesa - Ortografia e soletração. I. Título. II. Série. 16-36168
Fazer exercícios é a única e melhor forma de aprender. Há sistemas de ensino espalhados no Brasil que propagam entre seus alunos a ideia de que aula dada é aula estudada. E é isso mesmo. Pensando neste aspecto do ensino, trazemos algumas questões interessantes de Língua Portuguesa enfocando a fonética e a fonologia. A única ressalva que faço é de que as questões de acentuação ainda estão grafadas segundo a ortografia corrente antes do acordo ortográfico.
Hermenêutica comunicação starwars afasia internacionalização arbitrariedade vocabulário português-Tupi línguas dragões de garagem percepção do tempo manifestações sociais História da filologia olimpíada de linguística gesto educação indígena redes sociais quilombolas podcast crase Leitura e escrita psicolinguística Análise de discurso o gorila invisível sujeitos de linguagem matemática queermuseu IEL pragmática trabalho de campo primatologia longa metragem libras bilinguismo Virgílio denis villeneuve lei de zipf lgbt scicast discurso surdez para palavras linguista pure word deafness variação linguística linguagem Teoria da tradução pensamento autoconsciência Competição gramática biolinguística metáforas inglês Gumbrecht sincronização da fala escola Teoria da literatura deviante exposição teste do espelho mcgurk enem monumentos ritmo memória transativa cinema atos de fala universidade Walter Benjamin atenção leitura heptapod nim chimpsky psicologia cognitiva evolução aprendizagem de línguas computacional São Jeronimo língua materna Derrida historia da sua vida poesia krenak olimpíada pokemon indigenismo Interpretação subvocalização língua de sinais história das ideias linguísticas frames comunicação animal amy adams zalizniak memes ufscar animais política indigenista OBLing jedi Santo Agostinho divulgação científica dado anedótico kaingang influência das línguas indígenas no português linguística histórica ouro neurolinguistica teoria da mente santander multilinguismo número de dunbar a chegada cultura semântica nerdcast fonética cidade filmes dublados yoda línguas africanas sociolinguística ficção científica the invisible gorilla cognição línguas indígenas prêmio capes de tese 2016 linguística Estudos Clássicos bronze problemas de linguística J. P. Schwindt elo2018 eventos linguísticos discurso urbano obl novas tecnologias de linguagem hashtags ideologia aurelia diversidade linguística linguística indigenista Sir Bobby Robson calão dança das abelhas lakoff insetos feminismo fala de criança Literatura Comparada Teoria da Filologia astrobiolinguística mulheres negras joel santana atenção seletiva gorila profissão linguista fonologia neurolinguística discursiva olimpíada internacional de linguística humanos variação simpbolismo sonoto eventos ETs zipf law educação fala lugares de fala pint of science sotaque joint speech mudança linguística língua Tupi argumentação Gadamer sintaxe iol koko surdos palavras de origem Tupi latim estudantes Origenes percepção da fala enunciação política de línguas dublagem Epistemologia mente efeito comico memória distribuída Hamacher subjetividade aquisição de linguagem Textualidade linguística computacional instrumentos linguísticos web arrival polêmica ted chiang sistemas dinâmicos kamaiurá Escola de Alexandria olimpíada nacional de linguística ciência medalhistas prata
PROF. ÊNIO: A criança talvez não esteja percebendo que “z” é uma coisa e “v” é outra. Então ela terá de fazer exercícios com palavras que tenham “v” e palavras que tenham “z”. Assim vai haver a diferença entre elas, como quando a gente aprende uma língua estrangeira. Imagino que para a criança será a mesma coisa. Terá de se fazer um treinamento para distinguir um fonema de outro, exercícios de consciência fonológica e consciência fonêmica.

11. Usando la radio
3 minutos Existe um tipo de balbucio praticamente desconhecido pela maioria dos pais: o balbucio do homem trabalhador (termo cunhado por Maria Montessori). Por desconhecê-lo, nós geralmente cometemos um erro grave na educação de nossos filhos. É sobre isso que eu falo no segundo e último vídeo da minissérie sobre balbucio. Assista! Este artigo é uma continuação do artigo anterior. Nem só de sons verbais e musicais vivem as crianças. Existe também nelas uma inclinação às ações dos adultos. Desde pequenas, observam seus pais Continue lendo→

As transcrições aqui utilizadas obedecem às normas do Alfabeto Internacional de Fonética de 2005 para os vários idiomas cujas palavras integram este dicionário. Esse alfabeto visa auxiliar o usuário a pronunciar palavras e está organizado com base em símbolos que representam vogais, consoantes e ditongos de maneira aproximada. Em sua maioria, os símbolos baseiam-se no alfabeto latino ou no grego e, em certos casos, em adaptações de ambos.
pt 34 Como resulta de jurisprudência assente, a apreciação global do risco de confusão deve, em matéria de semelhança visual, fonética ou conceptual dos sinais em conflito, basear‐se na impressão de conjunto produzida por estes, atendendo, em especial, aos seus elementos distintivos e dominantes [v. acórdão do Tribunal de Primeira Instância de 14 de Outubro de 2003, Phillips‐Van Heusen/IHMI – Pash Textilvertrieb und Einzelhandel (BASS), T‐292/01, Colect., p. II‐4335, n.° 47 e jurisprudência aí referida].
CATEGORIA:DICAS DE REDAÇÃOMARCADO COM:ALFABETOALFABETO FENÍCIOANTIGUIDADECIVILIZAÇÃOCIVILIZAÇÕESCONSCIÊNCIACONVERSAS AO REDOR DA FOGUEIRACURSO DE REDAÇÃOESCRITA FONÉTICAESCRITA IDEOGRÁFICAHOMO SAPIENSIDADE DA PEDRA LASCADAINSTINTOLENDASLONDRINAMEDO DE ESCREVERMITOSPALAVRA FIXADAPALEOLÍTICOSIGNOS PARA REPRESENTAR SONSSIGNOS PICTÓRICOSSOCIEDADES ORGANIZADASTRIBOS
Tenho um garotinho que agora em 1 de Outubro vai completar três anos que o raciocínio é mais rápido q a fala então ele só fala frases curtas ,frases longas ele embola tudo como faço pra ajudá-lo já levei ao fono, neuro e psicóloga e eles falaram q a fala vai melhorar o neuro diagnosticou hiperatividade a psicóloga e a fono disseram q não pois ele consegue sentar pra fazer uma atividade etc elas falaram q ele é agitado. o que faço pra melhorar a fala dele? Me ajudem ele frequenta um canto recreativo coloquei pra ele socializar ele já melhorou muito mais gostaria de ajudá-lo mais
Luego, tenemos la laringe, o caja de la voz. Se sitúa en la conjuntura entre la tráquea que sube de los pulmones, y el esófago que sube desde el estomago. En la laringe, tenemos una abertura llamada glotis, una epiglotis que cubre la glotis durante la deglución, y las cuerdas vocales. Las cuerdas vocales consisten en dos membranas mucosas estiradas a lo largo de la glotis, como muestra la siguiente fotografía:
Os processos fonológicos, que são universais, podem ser examinados sob a ótica diacrônica, sincrônica ou sob ambas. Mikaela Roberto se detém na segunda, com vistas à aplicação aos estudos de aquisição da linguagem, à variação sociolinguística, às práticas de alfabetização e à clínica fonoaudiológica. É importante conhecer tais processos, que são naturais, para não confundi-los com desvios fonológicos. Sabemos da existência de uma tendência em curso nos primeiros anos do ensino fundamental: “patologizar” a criança que apresente algum problema de aprendizagem, particularmente no processo de alfabetização. Rotula-se a criança como disléxica, por exemplo, quando a causa está, muitas vezes, no despreparo do professor, na falha ou ausência de método e/ou na inadequação do material pedagógico. Sem priorizar o enfoque, a autora menciona a importância dos processos fonéticos e fonológicos nas mudanças das línguas (estudo diacrônico). No que se refere aos cursos de Letras, tais fenômenos vinham (e vêm) sendo estudados com o nome de metaplasmos, na disciplina de história (interna) da língua, sob o prisma filológico e como fatos isolados. O capítulo 6 é dedicado ao ensino da ortografia, ao qual os professores de português reservam grande espaço em suas aulas, sem obter os resultados desejados, uma vez que sua didática permanece centrada na memorização de regras e/ou de listas com exceções, sem um fundamento científico baseado nos princípios do sistema alfabético do PB. Mikaela Roberto demonstra que a ortografia pode ser ensinada de uma forma inteligente, valendo-se das generalizações e previsibilidades possíveis, ao se depreender a conversão dos fonemas em grafemas, independentemente do contexto fonológico, e a que pode ser prevista pela morfossintaxe (Scliar-Cabral, 2003). Ao final de cada capítulo, o estudante encontrará uma síntese dos conteúdos principais e atividades para autoavaliação. Ao final do livro, um glossário também auxilia o estudante a compreender o significado básico das palavras especializadas. Cumpre-se, assim, o objetivo da autora de produzir uma obra para iniciantes no estudo da fonética, da fonologia e da ortografia do PB.
×