pt Com efeito, devido às fortes semelhanças entre os sinais em causa, nomeadamente visuais e fonéticas, e à identidade verificada entre os serviços em causa, é provável que o público confunda as marcas em causa, atendendo ao facto de o consumidor raramente ter a possibilidade de proceder a uma comparação directa entre as diferentes marcas, devendo confiar na imagem imperfeita que conservou na memória (acórdão Lloyd Schuhfabrik Meyer, já referido, n.o 26).

Síntese ..................................................................................................................................112 Prática ..................................................................................................................................114 5. Processos fonológicos .................................................................................................117


Nesta unidade, revisaremos os principais conceitos dos estudos lingüísticos e estudaremos os principais órgãos dos sistemas respiratório, fonatório e articulatório do aparelho fonador, utilizados na produção da fala. Tomaremos como principal referência de leitura, discussão e estudo a obra Fonética e Fonologia do Português: roteiro de estudos e guia de exercícios, de Thaïs Cristófaro Silva (Contexto, 2005, p.11-47.

pt É assim, designadamente no que diz respeito à percepção do grau de semelhança sob os ângulos fonético e conceptual, que pode variar consoante a língua e o contexto cultural desses consumidores, ou até mesmo consoante o seu nível de conhecimento de certos termos especializados, que é por vezes determinado pela sua qualidade de público profissional.
En muchas lenguas alrededor del mundo, incluyendo el Castellano y el Inglés, las palabras se diferencian a través de la acentuación. A un a silaba se le da generalmente un énfasis más alto, y a veces un poco más de fuerza. Así es, por ejemplo, como en Castellano diferenciamos dejo de dejó, o en Inglés af-fect (significando influenciar) de af-fect (significando emoción). En palabras más largas, puede incluso haber una segunda sílaba semi-acentuada, como por ejemplo en matemáticas.
Gracias a la fonética experimental se sabe que la mayoría de los sonidos, en especial las vocales, están constituidos por combinaciones de unas pocas frecuencias, los llamados formantes, que permiten al oído reconocer dicho sonido. La existencia de formantes está relacionada con el hecho de que dichos sonidos son de hecho ondas sonoras. Otros sonidos como las fricativas carecen de formantes y presentan una combinación de ondas aperiódicas en una banda amplia de frecuencias.
A Fonologia é o estudo dos Fonemas (os sons) de uma língua. Para a Fonologia, o fonema é uma unidade acústica que não é dotada de significado. Isso significa que os fonemas são os diferentes sons que produzimos para exprimir nossas ideias, sentimentos e emoções a partir da junção de unidades distintas. Essas unidades, juntas, formam as sílabas e as palavras.
Um fonema em uma língua é uma abstração, faz parte do sistema fonológico que está na mente dos falantes. Nunca se realiza porque não é pronunciado. A produção dos falantes são os fones da língua, o fone é algo concreto realizado em um momento real por um falante. Sempre que for tratar da pronúncia de som usa-se o termo fone, porém, para facilitar o entendimento e não confundir as crianças usa-se som.
CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ R548f  Roberto, Tania Mikaela Garcia Fonologia, fonética e ensino : guia introdutório / Mikaela Roberto. - 1. ed. - São Paulo : Parábola Editorial, 2016. 176 p. ; 23 cm. (Estratégias de ensino ; 55) Inclui bibliografia, índice e glossário ISBN 978-85-7934-124-3 1. Língua portuguesa - Fonética. 2. Língua portuguesa - Fonologia. 3. Língua portuguesa - Ortografia e soletração. I. Título. II. Série. 16-36168

Dessa forma, ao descrever um som, por exemplo, o [ p ] que aparece em pato, dizemos que é uma consoante oclusiva bilabial desvozeada. Isso significa que, durante sua produção, não ocorre vibração das cordas vocais (não-vozeada) e que a corrente de ar passa pela cavidade oral, e não nasal, caracterizando-a como uma consoante oral. Além disso, seu tipo de obstrução é total (oclusão), sendo produzida pelo lábios superior e inferior (bilabial).
Há alguns anos, conheci um homem verdadeiramente impressionante: prof. Ênio Toniolo. Ele consegue transformar um assunto cabeludo, como a fonética, em algo simples e inteligível. Foi por isso que o convidei para ministrar uma série de aulas em meu curso de pré-alfabetização, pois, se você deseja alfabetizar seus filhos por meio do método fônico, conhecer os princípios da fonética é algo fundamental. Assista!
Com base nestes resultados de pesquisas semelhantes, é vital que pais e educadores entendam que, tanto as habilidades de consciência fonológica quanto fonêmica sejam desenvolvidas na primeira infância. É necessário que essas habilidades sejam explicitamente avaliadas no final da pré-escola, no primeiro ano de escolaridade formal e novamente no segundo ano.
tudo das chamadas vogais nasais. Em sequência, os fonemas e alofones consonantais são apresentados, com destaque para os róticos. O capítulo é concluído com o estudo dos  glides ou semivogais . O terceiro capítulo explora os constituintes prosódicos, especificamente o estudo da sílaba e do acento no PB. São apresentados os elementos possíveis nas diferentes posições silábicas (ataque, núcleo e coda). A partir da posição na estrutura silábica, retoma-se o estudo dos  glides ou semivogais e se resgatam conceitos como os de ditongo, hiato, dígrafo e encontros consonantais. Os demais constituintes prosódicos são brevemente explorados. O quarto capítulo é um detalhado exercício de transcrição das variações do português brasileiro. Após rápida explanação do uso de diacríticos e da diferença entre os dois tipos de transcrição, um quadro com palavras da língua é apresentado, contendo transcrições que merecem estudo. Algumas possíveis transcrições de cada uma das palavras apresentadas são explicadas em detalhes, contemplando diferentes fenômenos de variação sociolinguística, preparando para a leitura do capítulo seguinte. No quinto capítulo, são estudados os processos fonológicos característicos da língua. O capítulo retoma fenômenos mencionados no quarto capítulo, durante o detalhamento das transcrições. Os processos são organizados em quatro categorias: por apagamento ou supressão, por acréscimo, por transposição e por substituição. A noção de ressilabação é explorada, além da noção de desvio fonológico, relevante para a formação de professores. Por fim, o sexto capítulo trata das relações entre fonemas e grafemas e explana a organização do sistema alfabético do PB. Aqui se inicia o estudo da relação entre oralidade e escrita a partir do caráter convencional da norma ortográfica. Apresenta-se, em sequência, a noção de transparência/opacidade do sistema alfabético do português brasileiro (doravante, PB), resgatando a evolução ortográfica da língua e explorando introdutoriamente o impacto da última alteração no sistema oficial da escrita do PB, pelo Acordo de 1990. O foco central do capítulo são os princípios de correspondência grafêmico-fonológica e fonológico-grafêmica do sistema alfabético do PB, aplicados à leitura e à escrita. Especial destaque é dado à noção de consciência fonológica, também conhecida como metafonologia, especificamente ao desenvolvimento da 12
26. El bingo de los fonemas Listado 1 2 3 4 5 cero, cerro tasa, taza bata, pata día, tía guiso, quiso hiero, hierro masa, maza baño, paño codo, coto gorra, corra caro, carro cosido, cocido vino, pino dorso, torso galgo, calco para, parra caso, cazo beso, peso de, te toga, toca pera, perra seno, ceno cava, capa nada, nata gallo, callo coral, corral sima, cima van, pan deja, teja gol, col vara, barra siervo, ciervo viso, piso moda, mota gata, cata pero, perro as, haz velo, pelo hada, ata gana, cana coro, corro sueco, zueco vez, pez denso, tenso gama, cama
A fonética refere-se ao ensino das associações letra-som e aos padrões de letras usados ​​para soletrar palavras (Snow, Burns e Griffin, 1998 p.51). A instrução fonética pressupõe que o aluno tenha consciência fonológica. Também pressupõe que o aluno possui o princípio alfabético, que se refere a entender que existem relações consistentes entre “símbolos de letras” e “sons de letras”.
“This textbook is an introduction to the sounds of Spanish and provides a comprehensive account appropriate for students with little background in linguistics and phonetics. . . . A strength of this textbook is the clear presentation of the main concepts as well as the comparisons drawn between the sounds of Spanish and those of English from a theory-independent perspective. Compared to many other phonology textbooks, the explanations are quite brief and straightforward, and are always accessible to the student. . . . What most distinguishes this book from other recently published textbooks is the considerable breadth and range of activities that accompany each chapter. In most chapters there are more pages dedicated to transcription practice, aural comprehension activities, and phonological problems than are dedicated to the actual exposition of the material. The author strives to provide engaging, culturally driven activities taken from real-life modern Spanish sources. The full-color photographs of Spanish billboards, newspaper headlines, and product packaging provide examples of phonological processes (e.g. assimilation, lenition) that complement the prose of the chapter. . . . Learners will gain a solid understanding of the sound system and improve their pronunciation of Spanish from the clarity of the explanations, from the extensive written and oral practice exercises, and from the high-quality audio program that features speakers from across the Spanish-speaking world. This book showcases the author’s unique ability to provide fresh, relevant examples to explain the fundamental concepts of Spanish phonetics.”—Jason Doroga, University of Wisconsin-Madison, eLanguage
6.1 Ortografia: convenção que exige aprendizagem .................................... 139 6.2 A evolução ortográfica do sistema alfabético do PB ............................143 6.3 Os princípios do sistema alfabético do PB ............................................... 150 6.4 Consciência fonológica e alfabetização ....................................................... 156 6.5 O ensino da ortografia ........................................................................................ 160 Síntese .................................................................................................................................162 Prática ................................................................................................................................. 164 Referências ..............................................................................................................................167 Glossário ...................................................................................................................................171
O surgimento da civilização, no entanto, modificou a maneira tradicional como as pessoas agiam na realidade e interagiam com ela. As sociedades da Antiguidade ampliavam-se continuamente e havia que registrar, contabilizar, definir normas legais e de convivência social, difundi-las, fazê-las cumprir… Como conseguir isso sem um meio pelo qual a palavra falada pudesse ser convertida, de forma a tornar-se fixada e facilmente transmissível?
Dessa forma, ao descrever um som, por exemplo, o [ p ] que aparece em pato, dizemos que é uma consoante oclusiva bilabial desvozeada. Isso significa que, durante sua produção, não ocorre vibração das cordas vocais (não-vozeada) e que a corrente de ar passa pela cavidade oral, e não nasal, caracterizando-a como uma consoante oral. Além disso, seu tipo de obstrução é total (oclusão), sendo produzida pelo lábios superior e inferior (bilabial).
3. Un poquito de teoría…
A aquisição da linguagem sempre foi uma das áreas mais atraentes e estudadas da Linguística. Desde o início da sua fundação como ciência, a origem e os mecanismos que governam essa habilidade, tem fascinado não só profissionais da área como pessoas comuns. Talvez seja porque é a habilidade que nos distingue de todos os outros animais, ou até mesmo porque pais e mães de todo o mundo sempre esperaram ansiosamente pelos primeiros sons de seus filhos, balbucios aparentemente aleatórios aos quais se procura dar sentido. É comum os pais esperarem ansiosamente para ouvir o primeiro “papai” ou “mamãe” que a criança irá enunciar, seja em qual língua for.
Essa postagem é dedicada a amiga e educadora, alfabetizadora dedicada, leitora contumaz, Profª Angélica. Antes dela, além de escutar daqui e dali falarem de um método denominado Fônico ou "Da Abelhinha" eu, apesar de já ter alfabetizado várias e várias classes, sequer o havia experimentado. Passamos do medo às experiências com silabação e palavração, vivemos as angústias do chamado Construtivismo, à época tão tábua de salvação quanto completamente ignorado pela grande maioria dos alfabetizadores. Dele, sabia-se apenas o jargão "não é método, é postura"..... Bem, minha experiência com o Método Fônico foi inesquecível. É claro que as dúvidas surgiam, o receio de não ver logo os resultados, a cobrança por parte dos pais e também a necessidade de cumprir os conteúdos propostos pela unidade escolar fazem a cabeça do professor girar. Mas, como disse anteriormente, Angélica, tão anjo quanto o próprio nome, trazia em si uma vivacidade, uma vontade, uma alegria! Sempre disposta a demonstrar as etapas, os sons, a dar dicas de atividades interessantes, foi, nesta época e continuará sempre sendo uma pessoa extremamente cara e especial. A experiência foi um sucesso, a turma lia e lia, em pouquíssimo tempo, e com gosto! Como gostavam de ler, descobriam os sons, juntavam e simplesmente nunca mais se esqueciam! Foi um ano inesquecível aquele! Angélica, essa partezinha do Blog é dedicada a você, amiga! (Liza)
Rima – palavras com terminações semelhantes – compreende a Capacidade de identificar ou repetir a sílaba ou fonema na posição final das palavras – as palavras rimam quando há semelhanças entre os sons desde a vogal ou ditongo tônico, até o último fonema da palavra, podendo abranger a rima da sílaba, a sílaba inteira ou mais do que uma sílaba. – (Nascimento, 2009[2]; Schuele & Boudreau, 2008[3]) 									
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