Expresso, ainda, meu eterno agradecimento à professora Leonor Scliar-Cabral (UFSC), primeiramente pelas primorosas aulas e orientações, que tanto fizeram diferença em minha formação acadêmica, mas também pelas riquíssimas e cuidadosas críticas e contribuições a esta obra, para que enfim chegasse à versão final e, também, por honrar-me aceitando o convite de prefaciá-la. Finalmente, agradeço a Deus pela oportunidade de cooperar, com este livro, para a formação linguística de professores, somando esforços para a melhoria da educação no Brasil.
8. Trabalenguas
3 minutos Existe um tipo de balbucio praticamente desconhecido pela maioria dos pais: o balbucio do homem trabalhador (termo cunhado por Maria Montessori). Por desconhecê-lo, nós geralmente cometemos um erro grave na educação de nossos filhos. É sobre isso que eu falo no segundo e último vídeo da minissérie sobre balbucio. Assista! Este artigo é uma continuação do artigo anterior. Nem só de sons verbais e musicais vivem as crianças. Existe também nelas uma inclinação às ações dos adultos. Desde pequenas, observam seus pais Continue lendo→
Quando se usa o método fônico se melhora a compreensão do texto. No método ideovisual, onde o professor dá logo o texto, o que acontece é que a criança tende a memorizar as palavras. Porém, o código alfabético não se presta à memorização fácil porque as letras são muito parecidas. Com isso, o que acontece é que a criança troca as palavras quando lê (paralexia) e troca palavras na escrita (paragrafia). Esses erros ocorrem porque o alfabeto não se presta à memorização visual. Ele tem que ser decodificado. Ele foi inventado pelos Fenícios para mapear sons da fala, por isso é eficiente. Se você sabe decodificar não precisa memorizar.
2.1 Alfabeto Fonético Internacional (IPA)............................................................ 43 2.2 Vogais ............................................................................................................................44 2.3 Consoantes do PB ....................................................................................................54 2.4 Glides ou semivogais ................................................................................................63 Síntese ....................................................................................................................................64 Prática ....................................................................................................................................66 3. Constituintes prosódicos ............................................................................................69

A Fonética é o estudo dos aspectos acústicos e fisiológicos dos sons efetivos (reais) dos atos de fala no que se refere à produção, articulação e variedades. Em outras palavras, a Fonética preocupa-se com os sons da fala em sua realização concreta. Quando um falante pronuncia a palavra 'dia', à Fonética interessa de que forma a consoante /d/ é pronunciada: /d/ /i/ /a/ ou /dj/ /i/ /a/.


CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ R548f  Roberto, Tania Mikaela Garcia Fonologia, fonética e ensino : guia introdutório / Mikaela Roberto. - 1. ed. - São Paulo : Parábola Editorial, 2016. 176 p. ; 23 cm. (Estratégias de ensino ; 55) Inclui bibliografia, índice e glossário ISBN 978-85-7934-124-3 1. Língua portuguesa - Fonética. 2. Língua portuguesa - Fonologia. 3. Língua portuguesa - Ortografia e soletração. I. Título. II. Série. 16-36168
Dígrafo é o agrupamento de duas letras com apenas um fonema. Os principais dígrafos são rr, ss, sc, sç, xc, xs, lh, nh, ch, qu, gu. Representam-se os dígrafos por letras maiores que as demais, exatamente para estabelecer a diferença entre uma letra e um dígrafo. Qu e gu só serão dígrafos, quando estiverem seguidos de e ou i, sem trema. Os dígrafos rr, ss, sc, sç, xc e xs têm suas letras
34. ¿Dobladores?
5 minutos Publicamos recentemente um vídeo com algumas indicações de atividades para as crianças durante uma viagem. Nos comentários, os leitores nos presentearam com indicações criativas que merecem ser compartilhadas com outros pais. Escolhemos algumas que promovem o desenvolvimento da linguagem, exercitam a memória e o raciocínio lógico. Criando histórias e explorando a ordem alfabética Durante suas viagens, a Raquel Pereira brinca com toda a família de inventar narrativas ou diálogos explorando as letras do alfabeto. Ela diz uma frase cuja primeira palavra começa Continue lendo→
A grosso modo, a fonética é a área da linguística que se dedica a estudar os sons da fala no que diz respeito à suas características acústicas e físicas e a fonologia privilegia o estudo da organização dos sons nas diferentes línguas. Historicamente, essas duas faces da mesma “moeda” têm sido consideradas como áreas distintas ou indissociáveis, dependendo da proposição teórica assumida.
O trato vocal feminino, por ser menor do que o trato vocal masculino, produz formantes com altas frequências. Sendo assim, uma vez que se assume que os formantes da fala feminina são mais altos se comparados com aqueles da fala masculina, assume-se, também, que o F3 de um /R/ produzido por uma mulher não deve estar situado abaixo de 2000 Hz, mas que esse F3 apresentaria um abaixamento proporcional, conforme afirma Hagiwara (1995). O exemplo acima, que sintetiza o padrão encontrado nos dados da informante PC, se enquadra nos resultados encontrados pelo referido autor para o /R/ retroflexo pós-vocálico do inglês, a partir de dados de fala feminina.
O surgimento da civilização, no entanto, modificou a maneira tradicional como as pessoas agiam na realidade e interagiam com ela. As sociedades da Antiguidade ampliavam-se continuamente e havia que registrar, contabilizar, definir normas legais e de convivência social, difundi-las, fazê-las cumprir… Como conseguir isso sem um meio pelo qual a palavra falada pudesse ser convertida, de forma a tornar-se fixada e facilmente transmissível?
(2) Para Nota de Avaliação Parcial nº 02, será solicitada aos alunos, em grupo, uma iniciação à pesquisa lingüística. A proposta de analisar os erros ortográficos de textos de alunos do ensino fundamental e a partir de hipóteses fonético-fonológicas sobre a troca de consoantes oclusivas surdas e sonoras. Para esta Avaliação, será solicitada aos alunos, em grupo, a elaboração de um artigo científico a partir da iniciação à pesquisa
“This textbook is an introduction to the sounds of Spanish and provides a comprehensive account appropriate for students with little background in linguistics and phonetics. . . . A strength of this textbook is the clear presentation of the main concepts as well as the comparisons drawn between the sounds of Spanish and those of English from a theory-independent perspective. Compared to many other phonology textbooks, the explanations are quite brief and straightforward, and are always accessible to the student. . . . What most distinguishes this book from other recently published textbooks is the considerable breadth and range of activities that accompany each chapter. In most chapters there are more pages dedicated to transcription practice, aural comprehension activities, and phonological problems than are dedicated to the actual exposition of the material. The author strives to provide engaging, culturally driven activities taken from real-life modern Spanish sources. The full-color photographs of Spanish billboards, newspaper headlines, and product packaging provide examples of phonological processes (e.g. assimilation, lenition) that complement the prose of the chapter. . . . Learners will gain a solid understanding of the sound system and improve their pronunciation of Spanish from the clarity of the explanations, from the extensive written and oral practice exercises, and from the high-quality audio program that features speakers from across the Spanish-speaking world. This book showcases the author’s unique ability to provide fresh, relevant examples to explain the fundamental concepts of Spanish phonetics.”—Jason Doroga, University of Wisconsin-Madison, eLanguage

3.1 Sílaba ..............................................................................................................................70 3.2 Pé métrico ....................................................................................................................86 3.3 Palavra fonológica e grupo clítico ....................................................................90 3.4 Demais níveis da hierarquia prosódica ........................................................91 Síntese ....................................................................................................................................91 Prática ....................................................................................................................................94 4. Transcrições no PB: praticar para entender  .................................................97
2.1 Alfabeto Fonético Internacional (IPA)............................................................ 43 2.2 Vogais ............................................................................................................................44 2.3 Consoantes do PB ....................................................................................................54 2.4 Glides ou semivogais ................................................................................................63 Síntese ....................................................................................................................................64 Prática ....................................................................................................................................66 3. Constituintes prosódicos ............................................................................................69
Nas décadas que sucederam os estudos de Jakobson, estudos nas mais diversas línguas voltaram suas atenções à aquisição da linguagem. Algumas áreas como a sintaxe foram bastante prolíficas nesse tema, sobretudo os trabalhos de inspiração Gerativista, proposição teórica fundada e propagada pelo linguista Noam Chomsky na década de 50 e de importante destaque até os dias de hoje. Porém, talvez a área da Linguística que tenha mais se debruçado sobre o tema tenha sido a área de Fonética e Fonologia.
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