Luego, tenemos la laringe, o caja de la voz. Se sitúa en la conjuntura entre la tráquea que sube de los pulmones, y el esófago que sube desde el estomago. En la laringe, tenemos una abertura llamada glotis, una epiglotis que cubre la glotis durante la deglución, y las cuerdas vocales. Las cuerdas vocales consisten en dos membranas mucosas estiradas a lo largo de la glotis, como muestra la siguiente fotografía:
11. Usando la radio
"A palavra Ortografia é formada por "orto", elemento de origem grega, usado como prefixo, com o significado de direito, reto, exato e "grafia", elemento de composição de origem grega com o significado de ação de escrever; ortografia, então, significa ação de escrever direito" (Folha Online)². É na Ortografia que se vê o emprego das letras s, z, x, ch, g, j e as infindáveis exceções.

A consciência fonológica refere-se ao desenvolvimento de diferentes componentes fonológicos da língua falada (Lane & Pullen, 2004, p.6)[1]. Os alunos que têm um alto nível de consciência fonológica reconhecem facilmente palavras que rimam, reconhecem as barreiras silábicas em padrões de palavras. As habilidades de consciência fonológica estão diretamente relacionadas ao sucesso (fluência) na leitura. Não é de se surpreender que leitores pobres em consciência fonológica concluam a alfabetização sem saberem ler, ou se o fazem, esta é fraca e sofrida.
en Essentially, it held that, in view of, inter alia, the important elements of similarity between the mark applied for and the earlier word mark PAM-PAM, the very strong similarity between the goods and the intrinsic distinctive nature of the earlier word mark PAM-PAM, the visual and phonetic differences highlighted were not such as to avoid a likelihood of confusion (paragraph 28 of the contested decision).
PROF. ÊNIO: Eu tenho a impressão de que os lingüistas gostam de complicar tudo. O meu primeiro professor de Lingüística uma vez me confidenciou: “Olha, como esses nossos colegas são complicados!” Outro disse: “Às vezes um artigo é compreensível só pelo autor e por Deus.” Tal o emaranhado de palavreado difícil, nomenclatura nova, um enrolar de linguagem que dificulta muito. Eu acho que não pode ser assim. É uma questão de caridade aquele que sabe alguma coisa transmitir para os outros de uma maneira mais tangível, mais simples. Veja as parábolas de Nosso Senhor. Que coisa mais simples do que aquilo! Os conceitos mais elevados transmitidos duma forma simples para pescadores, presumivelmente analfabetos, ou quase. Então, acho que assim é que se deve fazer.
A história deve ser contada aos poucos, por partes, apresentando sempre o personagem correspondente e treinando o som com as crianças, a partir da visualização de cada cartaz. Ao final de cada trecho deve-se deixar uma expectativa em torno da continuidade da história, fazer com que o aluno de fato vivencie cada trecho, vibre com as conquistas e espere ansiosamente pelo desfecho.

30. Cada acento en su sitio…
51. A modo de conclusión
29. Cada acento en su sitio…
PROF. ÊNIO: A criança talvez não esteja percebendo que “z” é uma coisa e “v” é outra. Então ela terá de fazer exercícios com palavras que tenham “v” e palavras que tenham “z”. Assim vai haver a diferença entre elas, como quando a gente aprende uma língua estrangeira. Imagino que para a criança será a mesma coisa. Terá de se fazer um treinamento para distinguir um fonema de outro, exercícios de consciência fonológica e consciência fonêmica. 									

Um fonema em uma língua é uma abstração, faz parte do sistema fonológico que está na mente dos falantes. Nunca se realiza porque não é pronunciado. A produção dos falantes são os fones da língua, o fone é algo concreto realizado em um momento real por um falante. Sempre que for tratar da pronúncia de som usa-se o termo fone, porém, para facilitar o entendimento e não confundir as crianças usa-se som.
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