en 26 It also follows from the case-law that two marks are similar where, from the point of view of the relevant public, they are at least partially identical as regards one or more relevant aspects, namely the visual, aural and conceptual aspects (MATRATZEN, paragraph 19 above, paragraph 30, and CAPIO, paragraph 17 above, paragraph 89; see also, by analogy, SABEL, paragraph 18 above, paragraph 23).
32. Cada acento en su sitio…
Quando se usa o método fônico se melhora a compreensão do texto. No método ideovisual, onde o professor dá logo o texto, o que acontece é que a criança tende a memorizar as palavras. Porém, o código alfabético não se presta à memorização fácil porque as letras são muito parecidas. Com isso, o que acontece é que a criança troca as palavras quando lê (paralexia) e troca palavras na escrita (paragrafia). Esses erros ocorrem porque o alfabeto não se presta à memorização visual. Ele tem que ser decodificado. Ele foi inventado pelos Fenícios para mapear sons da fala, por isso é eficiente. Se você sabe decodificar não precisa memorizar.
pt No essencial, considerou que, atendendo nomeadamente aos elementos importantes de semelhança entre a marca pedida e a marca nominativa anterior PAM‐PAM, à enorme semelhança entre os produtos e ao carácter distintivo intrínseco da marca nominativa anterior PAM‐PAM, as diferenças visuais e fonéticas referidas não eram suficientes para afastar a existência de risco de confusão (n.° 28 da decisão impugnada).

32. Cada acento en su sitio…
Tendo em conta que, antes do novo acordo ortográfico, a palavra adicto se escrevia com um c que não era mudo (tinha realização fónica como [k]), mantém-se a grafia que tinha, ou seja: adicto (cf. adicto no Vocabulário da Língua Portuguesa  que Rebelo Gonçalves publicou em 1966). Note-se, porém, que o uso de adicto é mais antigo do que o de "adição", ou melhor, adicção; com efeito, o vocábulo adicto já se encontra em Alexandre Herculano (1810-1877), no sentido de «dedicado, devotado»:
A Perturbação Fonológica, relaciona-se com a dificuldade que a criança apresenta na organização mental dos sons da sua língua, e em perceber como estes estão organizados para formarem uma sílaba ou palavras com significado. Ao contrário da perturbação fonética ou articulatória, a execução dos movimentos motores encontra-se adequada, e o erro poderá ser consistente ou inconsistente, podendo aparecer no início, no meio ou no fim da palavra.
3 minutos Existe um tipo de balbucio praticamente desconhecido pela maioria dos pais: o balbucio do homem trabalhador (termo cunhado por Maria Montessori). Por desconhecê-lo, nós geralmente cometemos um erro grave na educação de nossos filhos. É sobre isso que eu falo no segundo e último vídeo da minissérie sobre balbucio. Assista! Este artigo é uma continuação do artigo anterior. Nem só de sons verbais e musicais vivem as crianças. Existe também nelas uma inclinação às ações dos adultos. Desde pequenas, observam seus pais Continue lendo→
Este é um serviço gracioso e sem fins comerciais, de esclarecimento, informação e debate sobre a língua portuguesa, o idioma oficial de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Sem outros apoios senão a generosidade dos seus consulentes, ajude-nos a dar-lhe continuidade: Pela viabilização do Ciberdúvidas. Os nossos agradecimentos antecipados.
Expresso, ainda, meu eterno agradecimento à professora Leonor Scliar-Cabral (UFSC), primeiramente pelas primorosas aulas e orientações, que tanto fizeram diferença em minha formação acadêmica, mas também pelas riquíssimas e cuidadosas críticas e contribuições a esta obra, para que enfim chegasse à versão final e, também, por honrar-me aceitando o convite de prefaciá-la. Finalmente, agradeço a Deus pela oportunidade de cooperar, com este livro, para a formação linguística de professores, somando esforços para a melhoria da educação no Brasil.

4 minutos Já comprou um desses livros que ensinam os nomes das letras? Veja neste vídeo como utilizá-lo da melhor maneira com seu filho. Hoje vou passar mais uma dica para você que quer promover em sua casa atividades voltadas para o desenvolvimento lingüístico de seus filhos e que farão com que eles tenham muita facilidade durante a alfabetização. Por falar em alfabetização, gostaria de fazer um convite: participe da próxima Jornada da Alfabetização em Casa, um evento com muito conteúdo para que você comece Continue lendo→
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38. ¿Dobladores?
"Morgan provides a fresh approach, with a focus on real-life Spanish that I have not encountered in any other text. . . . Although many textbooks on Spanish pronunciation and phonetics have been published in recent years, Sonidos en contexto stands above the rest, surpassing, in my view, the quality of even the textbooks that have been mainstays as the most popular over the last few decades. . . . Morgan should be congratulated, as in Sonidos en contexto he has produced a textbook that is the most complete, most engaging, most varied in activities, most connected to real-life Spanish, and has the best audio program of any textbook on this subject."—Timothy L. Face, University of Minnesota, The Modern Language Journal
PROF. ÊNIO: Eu tenho a impressão de que os lingüistas gostam de complicar tudo. O meu primeiro professor de Lingüística uma vez me confidenciou: “Olha, como esses nossos colegas são complicados!” Outro disse: “Às vezes um artigo é compreensível só pelo autor e por Deus.” Tal o emaranhado de palavreado difícil, nomenclatura nova, um enrolar de linguagem que dificulta muito. Eu acho que não pode ser assim. É uma questão de caridade aquele que sabe alguma coisa transmitir para os outros de uma maneira mais tangível, mais simples. Veja as parábolas de Nosso Senhor. Que coisa mais simples do que aquilo! Os conceitos mais elevados transmitidos duma forma simples para pescadores, presumivelmente analfabetos, ou quase. Então, acho que assim é que se deve fazer.
Prefácio...........................................................................................................................................9  Apresentação ...........................................................................................................................11 1. Conceitos básicos ............................................................................................................. 15
Para aprender é necessário decodificar. Decodificar nada mais é do que converter os grafemas em fonemas. Aprender a pronunciar a palavra em presença da escrita. Quando pensamos em palavras usamos nossa voz interna. Quando lemos em voz baixa escutamos nossa voz. Isto é o processo fônico: a invocação da fala interna em presença do texto. O método ideovisual desestimula esta fala interna. Ele tenta estimular a leitura visual direta, portanto, a memorização. Só que não é possível memorizar ideograficamente todas essas palavras. A forma correta é aprender a decodificar. Quando fazemos isso, naturalmente se consegue produzir a fala e entender o que se está lendo.
Uma das coisas que aprendi quando fazia aula de canto é a importância da dicção para que as palavras sejam compreendidas pelas pessoas quando você canta. Nada mais chato que alguém que fala “entre os dentes” ou tem preguiça de gesticular as sílabas. Fica bem mais complicado entender, seja uma conversa, seja uma palestra, seja uma aula. E quando as crianças estão aprendendo a falar é o momento de treinarmos a articulação clara das palavras.

O surgimento da civilização, no entanto, modificou a maneira tradicional como as pessoas agiam na realidade e interagiam com ela. As sociedades da Antiguidade ampliavam-se continuamente e havia que registrar, contabilizar, definir normas legais e de convivência social, difundi-las, fazê-las cumprir… Como conseguir isso sem um meio pelo qual a palavra falada pudesse ser convertida, de forma a tornar-se fixada e facilmente transmissível?
Nas décadas que sucederam os estudos de Jakobson, estudos nas mais diversas línguas voltaram suas atenções à aquisição da linguagem. Algumas áreas como a sintaxe foram bastante prolíficas nesse tema, sobretudo os trabalhos de inspiração Gerativista, proposição teórica fundada e propagada pelo linguista Noam Chomsky na década de 50 e de importante destaque até os dias de hoje. Porém, talvez a área da Linguística que tenha mais se debruçado sobre o tema tenha sido a área de Fonética e Fonologia.
O professor Vicente Martins é mestre em política educacional (com objeto de estudo em legislação educacional) pela UFC. A partir de 1994, ao ingressar na UVA, em Sobral, passa a dedicar-se às questões de linguagem e suas dificuldades, objeto de interesse acadêmico e de atuação docente. Com o aval da Academia brasileira de Letras, cria a dislexiologia.O termo dislexiologia, criado, em 2001, pelo Professor Vicente Martins (UVA, Sobral, Ceará), refere-se ao ramo da Psicolingüística que trata dos estudos de dislexiologia, isto é, ciência que estuda as dificuldades de aprendizagem relacionadas com a leitura(dislexia), escrita(disgrafia) e ortografia(disortografia). Atualmente, na UVA, em Sobral, ensina Lingüística, Leitura e Escrita e Prática de Pesquisa em Dislexia.Em 2008, o professor Vicente Martins, atendendo convite do Ministério da Educação (MEC), passou a integrar, em Brasília, o Grupo de Trabalho - Transtornos Funcionais Específicos das Secretarias de educação Básica (SEB) e de Educação Especial (SEESP), com a missão de realizar estudos e definir diretrizes voltadas para a escolarização dos alunos com dificuldades em leitura, escrita e ortografia.

Estos tonos diferencian muchas palabras en Sueco. Dichas en el tono singular, las palabras anden, tomten, biten, y slaget significan el pato, el edificio, el pedacito y la batalla, respectivamente. Dichas en tono doble, significan el espíritu, el elfo, mordido y golpeado, respectivamente. El Castellano también usa acentos y tonos dinámicos, pero sólo en frases completas, tales como al final de las preguntas.
De manera de estudiar los sonidos del lenguaje, primero necesitamos estudiar el tracto vocal. El habla comienza con los pulmones, los cuales inspiran y espiran aire.  El propósito inicial fue por supuesto obtener oxigeno y eliminar dióxido de carbono. Pero también es esencial para hablar. Hay morfemas que son  poco más que una inspiración: la h en inglés, por ejemplo.
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