É oportuna  a iniciativa de publicar uma obra de introdução aos estudos de fonética, fonologia e ortografia do português brasileiro (PB), destinada aos alunos da graduação de vários cursos nos quais tais conhecimentos são necessários, como os de Letras, Tradução, Fonoaudiologia e Educação. Evidentemente, adequar o registro de teorias muito complexas e específicas a estudantes iniciantes não é tarefa fácil, mesmo porque ainda há muita controvérsia entre as próprias teorias e subsistem algumas questões polêmicas da fonologia do PB, como é o caso da existência ou não de vogais nasais. No entanto, é conveniente que, até para o iniciante, sejam expostas várias teorias, embora discrepantes, para que ele desenvolva seu espírito crítico e não aceite nenhuma delas como verdade absoluta e inquestionável. Ao abordar as teorias fonológicas, Mikaela Roberto apresenta não só a proposta de Chomsky e Halle no The Sound Pattern of English, mas também as chamadas fonologias não lineares: a teoria autossegmental, a teoria métrica, a teoria lexical, a teoria da sílaba e a teoria prosódica. Grande espaço é dedicado no livro à variação fonética já descrita nas pesquisas sociolinguísticas brasileiras (capítulo 2) e, no capítulo 3, são apresentadas recentes teorias sobre os constituintes prosódicos, aplicadas à descrição do PB. A preocupação didática da autora perpassa o livro. No capítulo 4, ela exemplifica as transcrições fonéticas e fonológicas de palavras do PB, utilizando o IPA e se valendo da proposta de Cristófaro-Silva (2010). Prefácio

40. Actividades Niveles C1 – C2 Los contenidos de las propuestas que aquí se presentan se vinculan con los que aparecen recogidos en el Plan Curricular del Instituto Cervantes. Niveles de referencia para el español (2006) en el inventario de Pronunciación y prosodia (C1-C2), apartado 2.4. de Identificación y producción de los patrones melódicos correspondientes a los distintos actos de habla y 4. El ritmo, las pausas y el tiempo.

Nas décadas que sucederam os estudos de Jakobson, estudos nas mais diversas línguas voltaram suas atenções à aquisição da linguagem. Algumas áreas como a sintaxe foram bastante prolíficas nesse tema, sobretudo os trabalhos de inspiração Gerativista, proposição teórica fundada e propagada pelo linguista Noam Chomsky na década de 50 e de importante destaque até os dias de hoje. Porém, talvez a área da Linguística que tenha mais se debruçado sobre o tema tenha sido a área de Fonética e Fonologia.
A fonética refere-se ao ensino das associações letra-som e aos padrões de letras usados ​​para soletrar palavras (Snow, Burns e Griffin, 1998 p.51). A instrução fonética pressupõe que o aluno tenha consciência fonológica. Também pressupõe que o aluno possui o princípio alfabético, que se refere a entender que existem relações consistentes entre “símbolos de letras” e “sons de letras”.

Los fonemas están configurados también por unidades mínimas que los diferencian entre sí y son los llamados rasgos distintivos. La única diferencia que existe entre el fonema /p/ que corresponde a una consonante bilabial, oclusiva, sorda y el fonema /b/ que corresponde a una consonante bilabial, oclusiva sonora, es su sonoridad: sorda la primera, frente a la segunda que es sonora. No siempre se mantienen como fonemas distintos las diferencias que proceden de un solo rasgo distintivo, por ejemplo la primera de la palabra corresponde a una consonante dental oclusiva sonora [d], y la segunda es dental fricativa sonora [ð]. En este caso no estamos ante dos fonemas sino ante dos valores del mismo fonema.


PROF. ÊNIO: É uma questão bem interessante e muito atual. Nas línguas que são escritas temos a letra e o fonema, que são coisas diferentes. A letra é uma realidade visual, e o fonema é uma realidade acústica. Mas o fonema é uma abstração, é algo que existe na consciência do falante, e que vai se realizar na forma de um fone. O fone é aquilo que a pessoa concretamente ouve. E esse fone tem variantes, que são os alofones. Quer dizer, um mesmo fonema será pronunciado de maneiras distintas conforme a pessoa ou conforme a região do país. Eu dou o exemplo da palavra “porta”. Haverá pessoas da região de Maringá, Londrina, que pronunciam o “r” um pouquinho retroflexivo, ou seja, a ponta da língua se dobra um pouco para trás; outros pronunciam diferentemente, e os dois estão falando português, obviamente. Não quer dizer que um esteja mais certo do que o outro. É verdade que o alofone muitas vezes vai revelar a região de onde a pessoa vem ou onde ela aprendeu a falar. Então, a dica que eu queria dar é que às vezes a criança aprende a falar numa certa região do país, e com 5 ou 6 anos se muda com a família para outra região. Lá ela vai para a escola e os coleguinhas riem da pronúncia dela, acham que está errada, consideram-na quase um marciano. Porque a infância e a adolescência são implacáveis, estão sempre prontos a pegar no pé de alguém, ou porque tem um defeito físico, ou porque pronuncia desse ou daquele modo. Portanto, vamos ao menos evitar as confusões e as inimizades no campo da linguagem. A língua tem uma folga, permite que você pronuncie o fonema de uma maneira ou de outra, com um ou outro alofone. Existem diversas maneiras de pronunciar o “r” da palavra “rio”, mas o rio continua sendo o mesmo, aquela corrente de água doce. Portanto, essas variantes devem ser toleráveis, devem ser expostas para as crianças. Os pais devem dizer à criança: “Olha, há pessoas que pronunciam assim, outras pronunciam de tal maneira.” São meras variantes, mas todos estão falando português e não há razões para ficar traumatizado ou de traumatizar os outros com a diferença de pronúncia. É um mero alofone, uma mera variação, uma liberdade que o idioma dá. Assim, não existe uma norma específica de pronúncia dos alofones em português. A pronúncia do noticiário da televisão é que provavelmente será a norma, mas isso talvez só saberemos daqui a cem anos. Portanto, convido e convoco os pais a ajudarem os filhos a tolerarem as diferenças de pronúncia, porque isso é bom para a criança, é bom para os colegas e é bom para o aprendizado da língua.
Estos tonos diferencian muchas palabras en Sueco. Dichas en el tono singular, las palabras anden, tomten, biten, y slaget significan el pato, el edificio, el pedacito y la batalla, respectivamente. Dichas en tono doble, significan el espíritu, el elfo, mordido y golpeado, respectivamente. El Castellano también usa acentos y tonos dinámicos, pero sólo en frases completas, tales como al final de las preguntas.
The book itself was fine but it did not come with the additional media that it should have contained. Supposedly the book no longer comes with the CD and all media can be found online. This was not the case. No audio files were available on the site indicated in the book and the publisher has not responded to my query. Until this situation is rectified, my rating will not increase as this was a partial product.
41. Entonando…
Sin embargo, muchas lenguas en Africa y Asia usan tonos mucho más complejos, de hecho, son llamadas “lenguas tonales”. El Chino es el ejemplo más conocido. Aunque las palabras son a menudo más largas que una sílaba, cada sílaba tiene un significado particular. Y el Chino usa un número muy limitado de fonemas. Son los tonos los que evitan que cada sílaba tenga cientos de significados. A saber, hay cuatro tonos:

Os resultados não refutam nem confirmam as proposições teóricas mencionadas, mas sugerem que esse processo pode depender de características individuais de cada criança e apontam para a necessidade de mais estudos que investiguem não só o papel da influência do ambiente, como também a interação entre criança e adulto durante o processo de aquisição.


pt Marca comunitária – Definição e aquisição da marca comunitária – Motivos relativos de recusa – Oposição pelo titular de uma marca anterior idêntica ou semelhante registada para produtos ou serviços idênticos ou semelhantes – Risco de confusão com a marca anterior – Semelhança entre as marcas em causa – Aptidão das divergências conceptuais para neutralizar as semelhanças visuais ou fonéticas – Requisitos [Regulamento n.° 40/94 do Conselho, artigo 8.°, n.° 1, alínea b)] (cf. n.
40. Actividades Niveles C1 – C2 Los contenidos de las propuestas que aquí se presentan se vinculan con los que aparecen recogidos en el Plan Curricular del Instituto Cervantes. Niveles de referencia para el español (2006) en el inventario de Pronunciación y prosodia (C1-C2), apartado 2.4. de Identificación y producción de los patrones melódicos correspondientes a los distintos actos de habla y 4. El ritmo, las pausas y el tiempo.
×