pt Marca comunitária – Definição e aquisição da marca comunitária – Motivos relativos de recusa – Oposição pelo titular de uma marca anterior idêntica ou semelhante registada para produtos ou serviços idênticos ou semelhantes – Risco de confusão com a marca anterior – Semelhança entre as marcas em causa – Aptidão das divergências conceptuais para neutralizar as semelhanças visuais ou fonéticas – Requisitos [Regulamento n.° 40/94 do Conselho, artigo 8.°, n.° 1, alínea b)] (cf. n.
– A forma "adição", que era uma adaptação possível e com uso frequente de addiction, parece ter sido preterida por adicção, que é a forma registada pelos dicionários mais recentes – ver, por exemplo,. dicionário da Porto Editora e dicionário Priberam – para denotar o estado de dependência física e psíquica. A forma adicção tem também a vantagem de manter o c, tal como em adicto, o que significa que adictivo é também forma preferível a "aditivo" («que causa dependência, habituação, vício»), pela desvantagem de esta última se confundir com aditivo («componente adicional»).
Rima – palavras com terminações semelhantes – compreende a Capacidade de identificar ou repetir a sílaba ou fonema na posição final das palavras – as palavras rimam quando há semelhanças entre os sons desde a vogal ou ditongo tônico, até o último fonema da palavra, podendo abranger a rima da sílaba, a sílaba inteira ou mais do que uma sílaba. – (Nascimento, 2009[2]; Schuele & Boudreau, 2008[3])
Especialista em Toxicologia e Mestre em Pediatria; Assessora e Consultora em Transtornos Globais do Desenvolvimento/ Autismo; Professora de Cursos de Pós-Graduação e Pesquisadora em Saúde, Educação e Inclusão. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7847860199653966. Para ações formativas e informativas, entre em contato: vivianwmissaglia@gmail.com Celular: (51) 9187-7801

Com base nestes resultados de pesquisas semelhantes, é vital que pais e educadores entendam que, tanto as habilidades de consciência fonológica quanto fonêmica sejam desenvolvidas na primeira infância. É necessário que essas habilidades sejam explicitamente avaliadas no final da pré-escola, no primeiro ano de escolaridade formal e novamente no segundo ano.


Estos tonos diferencian muchas palabras en Sueco. Dichas en el tono singular, las palabras anden, tomten, biten, y slaget significan el pato, el edificio, el pedacito y la batalla, respectivamente. Dichas en tono doble, significan el espíritu, el elfo, mordido y golpeado, respectivamente. El Castellano también usa acentos y tonos dinámicos, pero sólo en frases completas, tales como al final de las preguntas.
6. ¡Y dale: sigue la teoría!…
Por ejemplo, la sílaba yi puede tener muchos significados. Con el tono 1 significa trapo, con el tono 2 significa sospechar, con el tono 3 significa silla, con el tono 4 significa significado. La sílaba wu significa casa, nadie, cinco y niebla, respectivamente. Y ma significa madre, cañamo, caballo y reprender, respectivamente. En la trascripción oficial, los cuatro tonos son indicados a través de ¯, ´, ˇ, y `.
Essa postagem é dedicada a amiga e educadora, alfabetizadora dedicada, leitora contumaz, Profª Angélica. Antes dela, além de escutar daqui e dali falarem de um método denominado Fônico ou "Da Abelhinha" eu, apesar de já ter alfabetizado várias e várias classes, sequer o havia experimentado. Passamos do medo às experiências com silabação e palavração, vivemos as angústias do chamado Construtivismo, à época tão tábua de salvação quanto completamente ignorado pela grande maioria dos alfabetizadores. Dele, sabia-se apenas o jargão "não é método, é postura"..... Bem, minha experiência com o Método Fônico foi inesquecível. É claro que as dúvidas surgiam, o receio de não ver logo os resultados, a cobrança por parte dos pais e também a necessidade de cumprir os conteúdos propostos pela unidade escolar fazem a cabeça do professor girar. Mas, como disse anteriormente, Angélica, tão anjo quanto o próprio nome, trazia em si uma vivacidade, uma vontade, uma alegria! Sempre disposta a demonstrar as etapas, os sons, a dar dicas de atividades interessantes, foi, nesta época e continuará sempre sendo uma pessoa extremamente cara e especial. A experiência foi um sucesso, a turma lia e lia, em pouquíssimo tempo, e com gosto! Como gostavam de ler, descobriam os sons, juntavam e simplesmente nunca mais se esqueciam! Foi um ano inesquecível aquele! Angélica, essa partezinha do Blog é dedicada a você, amiga! (Liza)

Agradecimentos Agradeço a todos os que ajudaram para que este guia se transformasse em uma contribuição consistente à formação linguística dos leitores. Agradeço especialmente a meus alunos da primeira turma de mestrado do ProfLetras (2013) na UFRRJ, por suas observações à versão preliminar desta obra, adotada na disciplina “Fonologia, variação e ensino”; e aos alunos de fonética e fonologia do 5º período do curso de Letras da UFRRJ, turma 2013-2, que também estudaram uma versão preliminar desta obra. Agradeço a dedicação de Letícia Martins, bolsista em revisão do Laboratório de Assessoria Linguística (LAL) do Departamento de Letras e Comunicação (DLC) da UFRRJ, que ajudou a revisar a obra e a elaborar o glossário. Não posso deixar de registrar meu agradecimento a João Carlos Lopes, professor de língua inglesa da UFRRJ, pelo incentivo à publicação; e a Mônica Toledo Piza, professora de língua portuguesa da UFRRJ, pelo olhar crítico na avaliação das atividades propostas. Agradeço a Marli Hermenegilda Pereira, também professora de língua portuguesa na UFRRJ, por revisar com seu crivo técnico as várias versões que o texto ganhou, até estar pronto. Registro, ainda, meus agradecimentos a Gabriel Paz, aluno do curso de Belas Artes da UFRRJ, pela valiosa ilustração, e a seu orientador, Alexandre Guedes, por toda a dedicação e carinho em seu trabalho. À minha orientanda, Leda Loth, sou grata pelo auxílio nas reflexões relativas ao sexto capítulo. Ao professor José Magalhães (UFU), coordenador da área de “Fonologia, variação e ensino” do ProfLetras, agradeço por não ter poupado esforços para me auxiliar durante o processo de elaboração desta obra, com suas construtivas e preciosas sugestões, além de seu amplo incentivo para a publicação. Agradecimentos


Dessa forma, ao descrever um som, por exemplo, o [ p ] que aparece em pato, dizemos que é uma consoante oclusiva bilabial desvozeada. Isso significa que, durante sua produção, não ocorre vibração das cordas vocais (não-vozeada) e que a corrente de ar passa pela cavidade oral, e não nasal, caracterizando-a como uma consoante oral. Além disso, seu tipo de obstrução é total (oclusão), sendo produzida pelo lábios superior e inferior (bilabial).
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